Ele
dirigiu com uma mão só, segurando a minha mão no banco do carro. Às vezes ele
olhava para o sol se pondo no horizonte, às vezes ele olhava pra mim- meu
rosto, meu cabelo voando ao vento da janela aberta, nossas mãos juntas.
Estávamos
parados na frente de casa agora, e ele desligou o porsche. Estava tudo muito
quieto e escuro, não havia lua.
-Eu posso
entrar? -Ele perguntou.
-Você quer?
-Sim, se
estiver tudo bem. -Eu ouvi a porta se fechar baixinho, ele caminhou
graciosamente e em segundos ele estava ao meu lado, abrindo a porta pra mim.
Eu o senti
de pé atrás de mim, enquanto eu me esforçava para encontrar as chaves da porta
da frente na minha bolsa. Eu tentei dar um olhar relutante, mordendo meu lábio,
mas estava sorrindo quando abri a porta.
Eu entrei, acendi a luz da sala, e me virei pra olhá-lo. Fui
caminhando no corredor até a cozinha. Como essa não era sua primeira vez na
minha casa, ele sentou-se
no banquinho do balcão da cozinha. Rosa não estava em casa novamente. Eu
me concentrei no meu jantar, tirando a lasanha do almoço da geladeira.
-Er... Gostaria de um pedaço? -Eu perguntei corando de nervosa.
-Não, obrigado, Branquela. -Seus olhos escurecem.
Oh merda. Por que eu estou tão nervosa?
-O que você gostaria de fazer, Natacha? -Ele perguntou baixinho, enquanto
ele caminhava na minha direção, todo selvagem e quente. -Eu sei o que eu quero
fazer. -Acrescentou ele em voz baixa.
Eu retrocedi até bater contra a ilha concreta da cozinha.
-Eu estou com fome. Gostaria de algo para comer? -Eu perguntei desviando
meu olhar.
-Sim. Você. -Ele murmurou. Tudo se apertou ao sul da minha cintura. Fui seduzida apenas pela sua voz.
-Luan! -O repreendi fingindo estar ofendida.
-E-eu, eu estava apenas brincando. -Ele disse cauteloso.
-Idiota! -Eu
assobiei.
E ele sorriu
um sorriso deslumbrante, cheio de dentes, sorriso de garoto americano, e eu não
poderia ajudá-lo. Eu estava sorrindo e rindo, também. Como eu não poderia ser
afetada pela alegria que eu vejo em seu sorriso?
Desviando de
seu olhar eu me concentrei na minha lasanha, colocando
dois pedaços num prato e colocando pra esquentar no micro-ondas. Ela girou,
enchendo a cozinha com o cheiro do tomate e do orégano. Eu não tirei os
olhos do dele em momento algum.
Ele andou
lentamente para mim, com os olhos ardendo.
Estávamos
nos encarando, degustando um ao outro, em uma atmosfera de eletricidade entre nós,
quase queimando; sem dizer nada, apenas olhando. Eu mordi meu lábio,enquanto o
desejo por este belo homem se apoderava sobre mim com uma vingança, inflamando
meu sangue, acelerando minha respiração, alagando abaixo da minha cintura. Eu vi
as minhas reações refletidas na sua postura, em seus olhos.
Em um piscar
de olhos, ele me agarrou pelos meus quadris e me puxou para ele, enquanto
minhas mãos tiravam seu boné e alcançavam o seu cabelo, enquanto sua boca me reivindicava. Ele me empurrou
contra a geladeira, ouvi vagamente o barulho de garrafas e frascos protestando,
e sua língua encontrou a minha. Eu lamentei em sua boca, e uma de suas mãos se
moveram em meu cabelo, puxando minha cabeça pra trás, nós nos
beijamos, selvagemente.
-O que você quer,
Branquela?
-Você.
-Onde?
-Na minha
cama.
Ele se
libertou, recolheu-me em seus braços, minhas pernas envolvidas em sua cintura.
Levou-me
rapidamente e aparentemente sem nenhum esforço para o meu quarto. Deixou-me em
pé ao lado da minha cama, ele se inclinou e ligou a lâmpada de cabeceira. Ele
olhou rapidamente em volta do quarto e rapidamente fechou as cortinas.
-E agora?
-Ele perguntou em voz baixa.
-Faça amor
comigo.
Ele sorriu e
enganchou o dedo indicador no decote da minha camisa branca, me puxando em
direção a ele. Sem tirar os olhos ardentes dos meus, ele puxou o colete sobre
meus ombros, o deixando cair no chão e puxando a barra da minha blusa branca,
ele a deslizou por cima da minha cabeça.
-Me diz o
que você quer, Natacha. -Seus olhos estavam ardentes e seus lábios
apertados, enquanto ele respirava ofegante.
-Me beije, daqui até aqui. -Eu sussurrei arrastando o dedo da base da minha orelha até a
garganta. Ele jogou meus cabelos para fora da linha de fogo e se curvou, deixando
doces beijos suaves ao longo do caminho que meu dedo riscou e depois voltou
novamente. -Minha saia e calcinha. -Murmurei, e ele sorriu contra minha garganta
antes de cair de joelhos na minha frente.
Confesso, eu me senti tão poderosa!
Confesso, eu me senti tão poderosa!
Conectando
os polegares na minha saia, ele gentilmente a puxou junto com a minha calcinha
pelas minhas pernas. Eu saí de minhas roupas, agora eu estava vestindo apenas o
sutiã. Ele parou e olhou pra mim com expectativa, mas ele não se levantou.
-E agora,
Amor?
-Me beije. -Eu
sussurrei.
-Onde?
-Você sabe
onde! -Disse sentindo minhas bochechas queimarem.
-Onde? -Ele repetiu para mim.
Ele não
estava facilitando as coisas. Envergonhada eu rapidamente apontei para o ápice
das minhas coxas, e ele sorriu maliciosamente. Eu fechei meus olhos,
mortificada, mas ao mesmo tempo excitada.
-Com prazer.
-Ele riu. Ele me beijou e libertou a sua língua, sua língua perita, que é uma
alegria inspiradora. Eu gemi e coloquei minhas mãos em seu cabelo.
Oh...
-Moreno, por
favor. -Eu implorei. Eu não queria gozar em pé. Eu não tinha forças.
-Por favor, o
que, Branquela?
-Faça amor
comigo.
-Eu estou...
-Ele murmurou, soprando suavemente contra mim.
-Não. Eu
quero você dentro de mim.
-Você tem
certeza?
-Por favor!
Ele não
parou sua tortura doce e requintada. Eu gemi alto.
-Luan... Por
favor!
Ele se
levantou e olhou para mim, e seus lábios brilhavam com a evidência da minha
excitação.
-Bem...? -Ele
perguntou.
-Bem, o
que? -Arfando, eu olhei para ele com a franca necessidade.
-Eu ainda
estou vestido.
Eu olhei
para ele confusa. Despi-lo? Sim, eu poderia fazer isso com muito prazer.
Oh, e isso me deu uma ideia.
Minha deusa interior aplaudiu em voz alta, e eu caí de joelhos na frente dele. Bastante desajeitada e com dedos trêmulos, eu desfiz a cintura e então puxei para baixo sua calça e cueca, e ele saltou livre. Uau.
Oh, e isso me deu uma ideia.
Minha deusa interior aplaudiu em voz alta, e eu caí de joelhos na frente dele. Bastante desajeitada e com dedos trêmulos, eu desfiz a cintura e então puxei para baixo sua calça e cueca, e ele saltou livre. Uau.
Eu
olhei para ele através dos meus cílios, e ele estava olhando para mim com, o
quê? Admiração? Surpresa? Vai saber!
Ele saiu da
calça e tirou suas meias, eu segurei seu membro na mão e apertei com força, empurrando
minha mão para trás. Ele gemeu e ficou tenso, e sua respiração sibilava por
entre os dentes cerrados. Muito timidamente, eu o coloquei na minha boca e
chupei.
Ele agarrou
minha cabeça com ternura e eu o empurrei mais profundo em minha boca,
pressionando meus lábios tão firmemente como conseguia. Ele gemeu. Oh, como era
bom esse som sexy e inspirador, então eu fiz isso de novo.
-Branquela,
já é o suficiente. Não mais...
Eu fiz isso
novamente.
-Baby, eu
não quero gozar em sua boca. -Ele resmungou entre dentes.
Eu fiz isso
mais uma vez, ele se abaixou, agarrou-me pelos meus ombros, levantou-me e me
jogou na cama.
Arrastando
sua camisa sobre a cabeça, então ele foi até sua calça descartada, e como um
bom escoteiro, pegou um envelope de preservativo. Ele estava ofegante, como
eu. Continuei deitada, olhando para ele, enquanto ele lentamente colocava o
preservativo. Eu o queria tanto! Ele olhou para mim e lambeu os lábios.
Ele se
inclinou sobre a cama e lentamente se arrastou para cima e sobre mim, me
beijando pelo caminho.
Se
desfazendo do meu sutiã, ele beijou cada um dos meus seios e os provocou, um
por vez, enquanto eu gemia e me contorcia embaixo dele, ele não parava.
-Luan, por
favor. -Implorei mais uma vez naquela noite,
-Por favor, o
quê? -Ele murmurou entre meus seios.
-Eu quero
você dentro de mim.
-Você quer
agora?
-Sim, por favor.
Olhando para
mim, ele empurrou minhas pernas com seus movimentos e pairou acima de mim. Sem
tirar os olhos dos meus, ele se afundou em mim num ritmo deliciosamente lento.
Eu fechei
meus olhos, saboreando a plenitude, a sensação extraordinária de sua posse,
instintivamente minha pélvis inclinou-se para encontrá-lo, para se juntar a ele,
e eu gemi alto. Ele puxou de volta e muito lentamente, encheu-me de novo. Meus
dedos encontraram o caminho para seu cabelo sedoso e rebelde, e ele, oh... Tão
lentamente se moveu dentro e fora de mim.
-Mais rápido,
Moreno, mais rápido... Por favor.
Ele olhou
para mim em triunfo e beijou-me duramente.
Então
realmente começou a se mover, puta merda, eu sabia que não iria
demorar. Ele definiu um ritmo acelerado. Eu comecei a acelerar, minhas pernas
enrijeceram embaixo dele.
-Vem comigo,
Branquela. -Ele suspirou.
Suas
palavras foram a minha perdição, e eu explodi magnificamente, com a mente entorpecida,
em um milhão de pedaços ao redor dele, e ele seguiu chamando meu nome. Ele
caiu em cima de mim, com a cabeça enterrada no meu pescoço.
Quando a
sanidade retornou, eu abri os olhos e olhei para o rosto do homem que eu amava.
A expressão de Luan era tranquila, suave. Ele acariciou o nariz contra o meu,
levando o seu peso nos cotovelos, com as mãos segurando os lados da minha
cabeça. Ele plantou um beijo suave nos meus lábios, enquanto se retirava de mim.
Ele pegou o
meu queixo e me beijou forte. Um beijo apaixonado, suplicante. Isso me deixou sem
fôlego.
-Posso
ficar? -Ele perguntou.
-O que você
quer dizer?
-Para
dormir.
-Eu pensei
que você fosse ficar. -Eu ruborizei. Ele derrubou sua cabeça para um lado, suspirou,
e balançou a cabeça para mim.
Ele estava
ao meu lado da cama olhando para mim.
-Eu poderia
olha para você todos os dias, Branquela. -Ele disse, e rastejou sobre a
cama, sobre meu corpo, e montou-me.
Ele
acariciou meu rosto com as costas dos seus dedos, e seu toque ressoou nas
profundezas da minha virilha. Ele se curvou, beijou meus lábios brevemente.
De
repente minha boca ficou seca, meu corpo se acendeu com desejo. Ele não parou, e
meu corpo estava subindo, mais alto, mais alto. Ele deslizou um dedo dentro de
mim, e depois outro, movendo-os com uma lentidão agonizante dentro e fora.
Estava
vagamente consciente de que ele havia parado com suas ministração. Ele estava
pairando sobre mim, deslizando outro preservativo, então ele estava dentro de mim,
duro e rápido.
-Ah! -Ele
gemeu enquanto ele se chocou em mim. Era uma sensação estranha, eu não
conseguia aguentar mais que alguns segundos, então Luan de repente puxou para
fora de mim e virou-me. -Dessa forma. -Ele murmurou e de repente estava dentro
de mim mais uma vez, mas ele não iniciou o seu ritmo habitual imediatamente.
Ele se inclinou e puxou-me, por isso estava praticamente sentada sobre ele.
Suas mãos se
deslocaram até os meus seios e ele colocou as palmas das mãos nos dois, puxando
delicadamente. Eu gemi, jogando a cabeça para trás contra o seu ombro. Ele
fuçou o meu pescoço, mordendo, enquanto ele flexionava os quadris, deliciosamente
devagar, enchendo-me de novo e de novo.
-Você sabe o
quanto eu amo você? -Ele respirou em meu ouvido.
-Não. -Me
engasguei.
Ele sorriu
contra o meu pescoço, e seus lábios curvaram ao redor da minha mandíbula e garganta,
segurando-me rápido por um momento.
-Sim, você
sabe.
Eu gemi e
ele pegou velocidade.
-Você é
minha, Branquela. -Ele sussurrou e mordeu minha orelha.
-Sim, apenas
sua. -Eu gemi.
-Está tudo bem,
Amor, eu quero ouvir de você. -Ele serpenteou uma mão na minha cintura, enquanto com a outra
mão segurava o meu quadril e empurrava mais forte, me fazendo gemer de novo.
E o ritmo punitivo começou. Sua respiração ficou mais dura, e a minha irregular para combinar. Eu senti a familiar aceleração profunda.
Caramba, de novo!
E o ritmo punitivo começou. Sua respiração ficou mais dura, e a minha irregular para combinar. Eu senti a familiar aceleração profunda.
Caramba, de novo!
Eu era
apenas sensação. Isto era o que ele fazia comigo, tomava meu corpo e o possuía totalmente,
de modo que eu não pensava em nada, além dele. Sua magia era poderosa,
inebriante. Eu sou uma borboleta presa em sua rede, incapaz e sem vontade de
fugir. Eu sou sua...Totalmente sua.
-Goze, amor.
-Ele rosnou com os dentes cerrados e na sugestão, como o aprendiz de feiticeira
que eu era, eu me deixei ir, e encontramos juntos nosso prazer.
(...)
Hum.
Hum.
Luan
estava cheirando meu pescoço, enquanto eu lentamente acordava.
-Bom dia, Branquela.
-Ele sussurrou e deu uma mordidinha em minha orelha.
Meus olhos
abriram agitados e fecharam de novo rapidamente. A luz brilhante do inicio da
manhã inundava o quarto, e sua mão macia estava acariciando meu seio,
suavemente me provocando. Descendo, agarrou meu quadril deitando por trás de mim,
segurando-me próximo.
Estiquei-me
ao lado dele, saboreando seu toque, e sentindo sua ereção contra meu traseiro.
Um convite
para despertar do Luan Santana. Oh Deus.
-Você está
feliz em me ver... -Eu murmurei sonolenta,contorcendo-me sugestivamente contra
ele. Senti o seu sorriso contra meu queixo.
-Estou
contente demais! -Ele disse, enquanto patinava sua mão sobre minha barriga
e para baixo para por as mãos em concha em meu sexo e explorá-lo com os
dedos. -Há vantagens concretas em acordar ao seu lado, Senhorita
Mendonça. -Brincou e gentilmente me virou, de modo que fiquei deitada de
costas. -Dormiu bem? -Perguntou enquanto seus dedos continuavam a sua tortura
sensual. Ele estava sorrindo para mim, seu deslumbrante sorriso perfeito, de
modelo masculino era de matar. Ele me tirava o fôlego.
Meus quadris
começaram a balançar conforme o ritmo da dança de seus dedos. Ele me beijou
castamente nos lábios, e então se moveu para baixo para meu pescoço. Beliscando
lentamente, beijando e chupando.
Enquanto ele
continuava, eu gemi. Ele era gentil e seu toque era leve e celestial. Seus
dedos intrépidos se moveram para baixo, colocando um lentamente dentro de mim, gemi
baixinho admirada.
-Natacha...
-Murmurou reverenciado contra minha garganta. Ele moveu o dedo ao mesmo tempo
em que me beijou, enquanto seus lábios viajavam agradáveis por toda a minha
clavícula e em seguida, até meu seio. Ele atormentou um depois o outro com os
dentes e os lábios, mas tão gentilmente, e eles apertaram e alongaram em uma
doce resposta.
Eu gemi.
-Hmmm...
-ele rosnou baixinho, e levantou a cabeça para dar-me um olhar com os olhos
castanhos escuros ardentes. -Eu quero você agora. -Ele alcançou a mesa de
cabeceira. Deslocou-se para cima de mim, pondo seu peso nos cotovelos, e
esfregando seu nariz junto a mim, enquanto abria minhas pernas para ele. Ele
ajoelhou-se, rasgou a embalagem e seu corpo cobriu o meu.
19 de Agosto
de 2013
Um mês havia
se passado, as semanas haviam se arrastado. Tudo estava acontecendo como eu
esperava, a mídia permanecia com o foco sobre mim. Israel havia dado uma
entrevista para uma revista um dia depois que eu havia assumido o fim do nosso
namoro. Alguns fãs meus, haviam se juntado com alguns fãs dele para pedir que
nós voltássemos isso era totalmente imaginável.
Minha
relação com Luan estava estável, nos víamos poucas vezes, a nossa agenda esse
mês havia se apertado e com ela, vinha à distância... A torturante distância.
-Eu queria
saber o que você está pensando. -Uma voz doce sussurrou em meu ouvido. Sorri,
virando-me, enrosquei meus braços em volta de seu pescoço e descansei minha
cabeça em seu peito.
Olhei ao
redor, estávamos no meu quarto. A última vez que estivemos aqui foi há um mês,
no mesmo dia que ele me levou a um piquenique. E como da outra vez, estávamos
aqui sozinhos, novamente. Meu pai havia viajado para uma premiação em Las Vegas, Nevada, e claro minha mãe havia ido junto.
Mas me prometeram que chegariam a tempo para o meu aniversário.
Sim, Bruna havia conseguido me convencer a fazer uma festa no meu
aniversário. Para minha despreocupação, ela e Juliana iriam ficar responsáveis
pela organização de tudo. Pedro havia viajado até Uberlândia para buscar
alguns dos nossos primos.
Bem, isso seria maior do que eu imaginava!
-Nada? -Ele pediu fuçando entre meus cabelos, tirando-me dos meus
devaneios. Neguei com a cabeça abafando um sorriso. Ergui a cabeça para
olhá-lo, seu olhar estava ansioso. Ele torceu a boca abafando um riso, logo
franziu a testa e olhou o relógio em seu pulso.
-O que foi? -Perguntei.
Ele olhou
para mim e mordeu o lábio inferior.
-Bem, já é
mais de meia noite, então tecnicamente já é seu aniversário. -Ele murmurou. -Eu
acho que eu já possa dar o seu presente. -Ele me deu um sorriso tímido e eu
derreti.
-Eu disse
que não queria presentes. -Resmunguei.
-Então não o
veja como um. -Ele deu de ombros. -Senta aqui. -Ele me puxou até minha cama.
Fomos até a minha cama, me sentei na beirada e depois deslizei até o
centro. Ele caminhou até a sua mochila que estava sobre o chão. Ele estava de
volta à minha cama em uma instante, se sentando ao meu lado com um braço
enlaçado em minha cintura. Na sua outra mão havia uma caixinha preta. Ele a
equilibrou no meu joelho esquerdo.
-O que é isto? -Minha voz era um sussurro.
-Olha ué. -Ele murmurou, com sua voz forte e alguma emoção sem nome.
Ele estava nervoso.
Pegar a caixinha inofensiva foi mais difícil do que deveria ser, eu
tentei evitar que as minhas mãos tremessem. A superfície era de um cetim preto
macio.
Eu o alisei
com os dedos, hesitando.
-Você não
gastou muito dinheiro, gastou? Minta pra mim, se você gastou.
-Eu não
gastei quase nada. Acredite, eu posso pagar por isso. -Ele me assegurou. Eu peguei a tampa entre o meu polegar e indicador, mas
não a abri. -O testa que me ajudou a escolher, mas logo que bati meus olhos
nela, eu decidi que era essa. -O tom dele estava apologético de
brincadeira enquanto eu levantava a tampa.
Enfiado no cetim preto, duas alianças resplandeceram na luz fraca. A
face era de um pequeno diamante posto em uma faixa de prata delicada.
Eu nunca tinha visto nada parecido. Sem pensar, eu alisei as gemas
brilhantes.
-É tão bonito. -Eu murmurei pra mim mesma, surpresa.
-Você gostou?
-É lindo. -Eu levantei os ombros, fingindo falta de interesse. -O
que há pra não gostar?
Ele riu.
-Veja se cabe.
Eu fui pegar o anel, mas os dedos gordinhos dele
ganharam de mim. Ele se ajoelhou na minha frente e pegou a minha mão
direita na dele. Eu prendi minha respiração.
-E nessa loucura de dizer que não te quero
Vou negando as aparências,
Disfarçando as evidências
Mas para que viver fingindo
Se eu não posso enganar meu coração
Eu sei que te amo,
Chega de mentiras
De negar o meu desejo
Eu te quero mais do que tudo,
Eu preciso do seu beijo
Eu entrego a minha vida
Para você fazer o que quiser de mim
Só quero ouvir você dizer que sim...- Ele cantarolou olhando para mim através daqueles cílios impossivelmente grandes. -Natacha Dorelli Mendonça. -Os olhos dele estavam suaves, mas, de alguma forma, chamuscando. -Você aceita namorar comigo?
Vou negando as aparências,
Disfarçando as evidências
Mas para que viver fingindo
Se eu não posso enganar meu coração
Eu sei que te amo,
Chega de mentiras
De negar o meu desejo
Eu te quero mais do que tudo,
Eu preciso do seu beijo
Eu entrego a minha vida
Para você fazer o que quiser de mim
Só quero ouvir você dizer que sim...- Ele cantarolou olhando para mim através daqueles cílios impossivelmente grandes. -Natacha Dorelli Mendonça. -Os olhos dele estavam suaves, mas, de alguma forma, chamuscando. -Você aceita namorar comigo?
Capítulo postado, bebês!
Primeiramente quero desejar uma feliz páscoa para
as minhas leitoras mais lindas desse mundo, que Jesus ressuscitado seja luz para seus problemas e amor para os
dias tristes!
Para as safadas de plantão ai está um capítulo
meio hot u.u Me digam o que acharam me digam se estou indo rápido demais,se
estou indo devagar demais,critiquem,elogiem,comentem, por favor!
E ai, será que a Na vai aceitar o pedido? O
que vocês acham?
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:o
ResponderExcluirMAIS OQ???? NAO EXISTE MAIS PERFEITO, MUIÉ QUER ME MATAR DE CURIOSIDADE???
ResponderExcluirELA TEM QUE ACEITAR U.U @lsmeuamoor_
Eiiita que esse capítulo deu um calor kkkkk é lógico que ela tem que aceitar o pedido né,uai tá indo rápido demais não nega.Feliz Páscoa lindeza!! @nathydonego
ResponderExcluireitaa! que esse capitulo foi bem HOT kkkkk,perfeito nega,awnn ela tem que aceita esse pedido gente!!
ResponderExcluirFELIZ PÁSCOA PRA VC AMOR!!
@FCLSFascinacao
(Jessica Sales)
MEU DEUS DO CÉEEEEEUUUUUUUUUUUUUUUU
ResponderExcluirQUE CAPÍTULO PERFEITOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!
E ELA TEM QUE ACEITAR NÉ? u_u
continuaaaaaaaaaaa!
OMG q capitulo foi esse o.o kkkkkkkk mais calor do q deu é impossivel...Tem pedido de namoro mais perfeito que esse? É claro q a Nah vai aceitar nao precisa nem pensar duas vezes!!
ResponderExcluirCONTINUAAAAAAAA!
@LuanRafaNaVeia
AAAAAAAAAAAAAAAAA que lindooo, qro maiis
ResponderExcluircapitulo hot.. muito hot haha
ResponderExcluiro pedido de namoro foi muito fofo
posta mais @lsetwamoreterno
muuuito perfeitooo <3 tá td ótimo, e ela tem q aceitar. kkk feliz páscoa p vc tbm! <3 (atrasado)
ResponderExcluirposta maisss
@lrdsmeuar
AMEEEEEEEEEEEEEEEI O CAPITULO...
ResponderExcluirELA TEM QUE ACEITAR...
@LS_FuracaodoAmr
AAAAAAA CARA QUE CAPÍTULO PERFEITO OMG,DEU ATÉ UM CALOR AQUI NA REGIÃO SUL KKKKKK,ELA TEM QUE ACEITAR LOGO CARA AAA POSTA MAIS POSTA?
ResponderExcluir