Olhei fixamente para a tela, estupefata, o sangue escorrendo do meu rosto. Eu reconheci aquele link, era o blog da Fabíola Reipert, o link de entretenimento r7. Havia uma enorme manchete referida a mim e Israel:
"Cantor, Israel Novaes termina seu namoro com a princesinha do sertanejo, Natacha Mendonça?"
Logo em seguida estava o artigo:
Desci as escadas, abri a porta e pude vê-lo. Andei cautelosamente em sua direção. Estava encostado em seu porsche preto, impecavelmente vestido em uma calça e blusa azul, com seu inseparável boné.
The Game of Love - Michelle Branch.
Nossos olhares se encontraram e um sorriso perfeito apareceu em seu rosto, sorri para ele de volta.
-Oi. -Ele ampliou o seu sorriso, deixando suas covinhas aparecerem. -Você está linda. -Seus olhos castanhos estavam queimando, afastados apenas centímetros, e sua respiração estava quente contra meus lábios abertos. Eu podia sentir o gosto do seu cheiro na minha língua.
Então me surpreendi um pouco quando seus dedos se entrelaçaram no meu cabelo, segurando meu rosto com eles. Meus braços se prenderam ao seu pescoço, e eu desejei que fosse mais forte - forte o bastante para mantê-lo prisioneiro aqui.


Uma mão escorregou para as minhas costas, me pressionando mais apertado contra seu peito. Mesmo sob sua camisa a pele dele estava quente o bastante para me fazer tremer -era um tremor de satisfação, de felicidade, mas suas mãos começaram a afrouxar em resposta.
Eu sabia que eu tinha mais ou menos três segundos antes de ele suspirar e me afastar de sua boca. Aproveitando-me ao máximo dos meus últimos segundos, me pressionei mais para perto, moldando-me à forma dele. A ponta da minha língua traçou a curva do seu lábio inferior; era tão perfeitamente macio, e o gosto...
Ele soltou um risinho uma vez, um som baixo, gutural. Seus olhos estavam resplandecentes com a excitação que ele tão rigidamente controlava.
Então eu estava ali, não me preocupando se poderia passar alguém com um celular em sua mão, ou algum fotógrafo, minha única preocupação era tentar esquecer todas as minhas preocupações e matar as saudades nos braços do homem que eu amo.
-Oh amor. -Ele suspirou. -Talvez, devêssemos ir. -Ele sussurrou. Exalei um pouco rápido e concordei com a cabeça.Libertando-me, pegou em minha mão e guiou-me para dentro do carro. Ele abriu a porta do passageiro. Subi e sentei-me calmamente, observando-o caminhar ao redor do carro. Tomou posse do volante e seguimos ao nosso destino.
Luan entrou no tráfego, cantarolando distraidamente com uma música internacional tocando na rádio. A música acabou e Luan sorriu tolamente.
Eu olhei para ele, babando-o enquanto ele dirigia. Ele olhou para mim e apertou minha perna acima do joelho, os dedos acariciando suavemente.
-Como você está? -Ele perguntou com sua voz suave. -Eu vi que a mídia já está sabendo sobre o fim do namoro com o Israel.
-Eu estou me sentindo um lixo! -Sussurrei olhando fixamente para os carros que passavam à nossa frente.
-Oh, Branquela, não! -Luan moveu sua mão do meu joelho e pegou minha mão. -Eu não quero que você se sinta assim, é isso que eles querem. -Ele olhou para mim uma vez em que o farol ficou vermelho. -Promete pra mim que você não vai deixar isso estragar nosso dia?
-Prometo! -Sussurrei.
Ele apertou minha mão e seu polegar acariciou minhas juntas. Após um instante, o semáforo que estava parado ficou verde. Ele balançou a cabeça e aumentou a musica e nossa conversa acabou.
Longos minutos se passaram, outra música começou a tocar, quando ele pegou a rampa, em direção ao norte.
-Aonde vamos? -Perguntei.
-É uma surpresa. -Ele falou divertido enquanto dirigia-se para oeste em direção ao sol.
Grossos arbustos e árvores com os troncos cobertos de verde substituíam os gramados e as casas. Nós dirigimos em silêncio enquanto eu contemplava a paisagem que se aproximava.
-O que você está pensando? -Ele perguntou impacientemente depois de alguns minutos.
-Só imaginando para onde estamos indo.
-É um lugar aonde eu gosto de ir quando o clima está bom. -Nós dois olhamos para as nuvens que estavam afinando depois que ele falou.
-Aonde vamos? -Perguntei novamente como viramos em uma estrada. Eu peguei uma sina de estrada, a única certeza que tinha é que estávamos no Paraná.
-Surpresa. -Ele disse e sorriu misteriosamente. -Nós vamos até onde o asfalto terminar.
-E onde é que dá, quando o asfalto acaba? -Eu imaginei.
-Em uma trilha.
Eu olhei para fora da janela enquanto seguimos em frente. As árvores eram verdes, mas um sussurro de outono que estava chegando era evidente aqui e ali nas pontas amareladas das folhas.
E então a estrada acabou, sendo seguida por uma fina trilha, marcada por um pedaço de madeira. Ele parou no acostamento e olhou ansioso para mim. Descemos do carro. Estava mais quente agora, mais quente do que já esteve em Londrina.
-Nós vamos fazer uma caminhada? -Olhei para a pequena floresta que estava ao lado do porsche.
-Isso é um problema? -Parecia que ele esperava que fosse.
-Não. -Dei de ombros.
Luan contorceu a boca com um riso e abriu o porta-malas do carro. Dentro havia uma cesta de piqueniques e um coberto xadrez.
-Um piquenique? -Perguntei não podendo conter a surpresa em minha voz.
-Eu pensei que você gostaria de comer ao ar livre.
-Claro. -Eu sorri.
-Por aqui. -Ele disse, olhando pra mim por cima do ombro. Ele começou a entrar na pequena floresta.
-A trilha? -O pânico começou a tomar conta da minha voz enquanto eu dava a volta no porsche correndo para acompanhá-lo.
Ele olhou pra mim, desconcertado com minha expressão de tortura.
-Você que voltar pra casa? -Ele perguntou baixinho, uma dor diferente da minha saturando a voz dele.
-Não. -Eu caminhei até ficar ao lado dele, ansiosa pra não desperdiçar nem um segundo do tempo que tinha com ele.
-Qual é o problema? -Ele perguntou sua voz gentil.
-Eu não sou muito boa em caminhadas. -Eu disse estupidamente. -Você vai ter que ser paciente.
-Eu posso ser paciente se eu fizer um grande esforço. -Ele sorriu, prendendo o meu olhar, tentando me tirar do meu abatimento inexplicado, repentino. -É melhor você tirar as sandálias. -Ele olhou para os meus pés e fez uma careta pra mim. Rolei meus olhos. Apoiando-me nele, retirei as sandálias ficando com os pés descalços sobre a terra. -Venha. -Ele disse, levando a cesta e um cobertor em uma mão e me dando a outra, me guiou para a floresta.
Era tão ruim quanto eu temia. O caminho era quase todo plano e ele segurou as samambaias e trepadeiras pra que eu passasse. Na maior parte do caminho, nós caminhamos em silêncio. Ocasionalmente, ele me perguntava algo do cotidiano que ele havia deixado passar. Ele estava perfeitamente calmo, confortável no labirinto verde, parecendo nunca ter dúvidas em relação á direção. Então, alguns metros mais à frente, eu definitivamente podia ver uma luminosidade atrás das árvores, um brilho que era amarelo e não verde. Eu apertei o passo, minha ansiosidade crescendo a cada passo. Ele me deixou guiar o caminho agora, seguindo silenciosamente.
Eu alcancei a borda da piscina de luz e entrei pelas últimas samambaias no lugar mais adorável que já tinha visto. A clareira era pequena, perfeitamente redonda, e cheia de flores selvagens- violetas, amarelas e de um branco macio. Em algum lugar próximo, eu podia ouvir o som borbulhante de um rio. O sol estava bem á frente, enchendo o círculo com uma incandescente luz amarela. Eu caminhei lentamente, abobalhada, através da grama macia, das flores e do ar morno, convidativo. Eu dei uma meia volta, e ele estava a alguns centímetros de distância atrás de mim me observando com olhos cuidadosos. Eu percebi que estava segurando minha respiração com reverência.
-Oh meu Deus Moreno, aqui é perfeito! -Eu sorri empolgada e o convidei com a mão.
Em alguns passos ele estava atrás de mim. Envolvendo sua mão em minha cintura, ele descansou o queixo em meu ombro e apertou minha mão direita.
-É não é? -Ele sussurrou em meu ouvido. -Quando eu tenho vontade de desistir de tudo, vontade de fugir da minha própria vida, eu fujo pra cá.
Soltando sua mão, eu me sentei sobre a grama cruzando minhas pernas. Luan se sentou ao meu lado, tirou os sapatos e as meias, e me observou, com os braços ao redor dos joelhos.
Eu me deitei, estendendo-me na toalha de piquenique, e olhei para as figuras nas nuvens. Eles eram macias demais, uniformes demais. Sem figuras, só um cobertor macio, cinza. Luan deitou ao meu lado e segurou minha mão.
Nós dois, cercado pela alta dourada e verde grama, longe, bem longe do barulho do tráfico de Londrina e Maringá e escondidos dos olhos curiosos da mídia. Estávamos em nosso próprio refúgio paradisíaco.
Nós dois, cercado pela alta dourada e verde grama, longe, bem longe do barulho do tráfico de Londrina e Maringá e escondidos dos olhos curiosos da mídia. Estávamos em nosso próprio refúgio paradisíaco.
(...)
Ele me alimentou com outro morango, eu mastiguei e suguei com agradecimento, olhando para os seus olhos ansiosos.
-Gostoso? -Ele sussurrou.
-Muito.
-Teve o bastante?
-De morangos sim.
Seus olhos brilharam perigosamente, e ele sorriu.
-Dona Marizete preparou um piquenique delicioso. -Ele disse desviando o assunto.
-Sim, ela o fez. -Eu sussurrei.
-Gostoso? -Ele sussurrou.
-Muito.
-Teve o bastante?
-De morangos sim.
Seus olhos brilharam perigosamente, e ele sorriu.
-Dona Marizete preparou um piquenique delicioso. -Ele disse desviando o assunto.
-Sim, ela o fez. -Eu sussurrei.
De repente, Luan me pegou pelo pulso e me puxou para o peito dele. E logo ele alisou o meu cabelo.
-Mês que vem é o aniversário da minha mulher... -As mãos dele estavam no meu cabelo, os lábios dele se movendo suavemente, mas muito seriamente, contra o meu pescoço e intercalando entre meus cabelos.
Oh... Eu parei de respirar.
Oh... Eu parei de respirar.
-E eu estava pensando, como ela não pôde comemorar o meu aniversário ao meu lado, eu gostaria de comemorar o dela, ao lado dela. -Ele continuou a me provocar. -É claro, se ela quiser...
-Eu tenho certeza que ela não vai pensar duas vezes na sua proposta. -Sussurrei.
Ele me deu um sorriso de menino.
-Poderíamos alugar algum salão em Maringá, ou fazer alguma festa na sua casa. Eu acho que a minha sogrinha não iria se importar.
-Festa? -Eu torci a boca. A ideia não me parecia muito boa.
-Sim. -Ele me olhou com cautela. -Eu acho que Bruna e Juliana iriam gostar de ficar com a parte da organização.
-Sim elas adorariam. -Sussurrei.
Ele mudou de posição embaixo de mim, enquadrando os ombros.
-Qual o problema? -Ele dobrou uma mecha de cabelo atrás da minha orelha.
-Eu tenho certeza que ela não vai pensar duas vezes na sua proposta. -Sussurrei.
Ele me deu um sorriso de menino.
-Poderíamos alugar algum salão em Maringá, ou fazer alguma festa na sua casa. Eu acho que a minha sogrinha não iria se importar.
-Festa? -Eu torci a boca. A ideia não me parecia muito boa.
-Sim. -Ele me olhou com cautela. -Eu acho que Bruna e Juliana iriam gostar de ficar com a parte da organização.
-Sim elas adorariam. -Sussurrei.
Ele mudou de posição embaixo de mim, enquadrando os ombros.
-Qual o problema? -Ele dobrou uma mecha de cabelo atrás da minha orelha.
-Não gosto muito de festas. -Dei de ombro.
Seu olhar caiu.
-Vinte um só se faz uma vez na vida! -Ele justificou.
-Como se os outros pudessem ser repetidos, não é mesmo? -Perguntei brincando e ele riu juntamente comigo.
Seu olhar caiu.
-Vinte um só se faz uma vez na vida! -Ele justificou.
-Como se os outros pudessem ser repetidos, não é mesmo? -Perguntei brincando e ele riu juntamente comigo.
-Temos muito tempo para decidir isso ainda. -Ele acariciou seus lábios contra os meus.
As mãos dele estavam no meu cabelo, os lábios dele se movendo suavemente, mas muito seriamente, contra os meus.
Luan olhou pra mim, os olhos escurecendo cada vez mais. Seus lábios se separaram enquanto ele inalou e, em um movimento deliberado, ele subiu sua mão pela minha coxa e a apertou.
Puta merda! O desejo detonou como um dispositivo incendiário inflamando minha corrente sanguínea. Eu agarrei sua cabeça, os meus dedos tecendo em seu cabelo, e puxei tão forte que meus lábios encontraram o seu.
Ele suspirou, surpreendido pelo meu ataque, dando
passagem a minha língua dentro de sua boca. Ele gemeu e me beijou de volta, seus
lábios e língua com fome de mim, e por um momento nós nos consumimos, perdidos em
línguas, lábios, respiração e a doce, doce sensação enquanto nós nos
redescobrimos.
Oh, eu queria aquele homem. Eu o queria ali, ao ar livre, naquele prado.
-Branquela... -Ele respirou, em transe, e suas mãos roçaram sobre as minhas costas para a barra da minha saia. Eu me apressei para desabotoar a sua camisa, todos os dedos e polegares. -Branquela, para. -Ele foi para trás, sua mandíbula apertada, e pegou minhas mãos.
-Não. -Meus dentes apertaram suavemente em torno de seu lábio inferior e eu o puxei. -Não... -Murmurei outra vez, olhando para ele. Eu o soltei. -Eu quero você.
Ele inalou drasticamente. Ele estava dividido, sua indecisão estampada em seus olhos.
-Por favor, eu preciso de você. -Todos os poros do meu ser estavam implorando.
Ele gemeu em derrota, enquanto sua boca encontrou a minha, moldando meus lábios nos dele. Uma mão em minha cabeça enquanto a outra roçava pelo meu corpo em minha cintura, e ele me deitou em minhas costas e estendeu-se ao meu lado, nunca rompendo o contato com a minha boca.
Ele se afastou pairando sobre mim e olhando para baixo. Minha saia curta agora agrupada em torno de meus quadris. Suas mãos deslizaram sobre a parte superior das minhas coxas.
-Você é tão linda, Branquela.
Eu acariciei seu lindo rosto.
-E você também, Moreno.
Ele gemeu, mais uma vez, e sua boca captou a minha, me empurrando para a grama macia debaixo do cobertor.
-Eu senti sua falta. -Ele sussurrou, e seus dentes mordiscaram o meu queixo. Meu coração se elevou.
-Eu senti sua falta também. Luan... -Eu coloquei uma mão em seu cabelo e agarrei seu ombro com a outra.
Fomos interrompidos pelo toque alto do meu celular. Ele abriu os olhos alarmados, quando ameaçou se afastar eu o puxei com mais força.
-Deixa tocar. -Eu resmunguei entre seus lábios.
O celular parou de tocar. Seus lábios se moveram para a minha garganta, deixando beijos macios em seu rastro, e os dedos seguiram, habilmente desfazendo o zíper do meu colete. Meu celular voltou a tocar. Ele se afastou alguns centímetros de mim e os olhos dele não fizeram nada além de ajudar na minha resolução. Eles eram um fogo negro. Eles estavam chamuscando. Respirei fundo, passando a mão sobre meus cabelos.
Alcancei o celular e rolei os olhos ao atender, poxa mãe, logo agora?
-Não. -Meus dentes apertaram suavemente em torno de seu lábio inferior e eu o puxei. -Não... -Murmurei outra vez, olhando para ele. Eu o soltei. -Eu quero você.
Ele inalou drasticamente. Ele estava dividido, sua indecisão estampada em seus olhos.
-Por favor, eu preciso de você. -Todos os poros do meu ser estavam implorando.
Ele gemeu em derrota, enquanto sua boca encontrou a minha, moldando meus lábios nos dele. Uma mão em minha cabeça enquanto a outra roçava pelo meu corpo em minha cintura, e ele me deitou em minhas costas e estendeu-se ao meu lado, nunca rompendo o contato com a minha boca.
Ele se afastou pairando sobre mim e olhando para baixo. Minha saia curta agora agrupada em torno de meus quadris. Suas mãos deslizaram sobre a parte superior das minhas coxas.
-Você é tão linda, Branquela.
Eu acariciei seu lindo rosto.
-E você também, Moreno.
Ele gemeu, mais uma vez, e sua boca captou a minha, me empurrando para a grama macia debaixo do cobertor.
-Eu senti sua falta. -Ele sussurrou, e seus dentes mordiscaram o meu queixo. Meu coração se elevou.
-Eu senti sua falta também. Luan... -Eu coloquei uma mão em seu cabelo e agarrei seu ombro com a outra.
Fomos interrompidos pelo toque alto do meu celular. Ele abriu os olhos alarmados, quando ameaçou se afastar eu o puxei com mais força.
-Deixa tocar. -Eu resmunguei entre seus lábios.
O celular parou de tocar. Seus lábios se moveram para a minha garganta, deixando beijos macios em seu rastro, e os dedos seguiram, habilmente desfazendo o zíper do meu colete. Meu celular voltou a tocar. Ele se afastou alguns centímetros de mim e os olhos dele não fizeram nada além de ajudar na minha resolução. Eles eram um fogo negro. Eles estavam chamuscando. Respirei fundo, passando a mão sobre meus cabelos.
Alcancei o celular e rolei os olhos ao atender, poxa mãe, logo agora?
~~~Ligação On~~~
-Oi mãe. -Murmurei.
-Oi filha, como você está? -Ela perguntou.
-E-eu estou bem. -Minha respiração estava aos poucos voltando ao seu normal.
-Eu liguei apenas para avisar que eu não irei dormir em casa hoje. Estou chegando aqui em Ponta Grossa, seu pai pegou uma dessas gripes comum e eu vim cuidar dele. Liguei para o Pedro e ele está em Curitiba, na casa de um amigo dele e voltará apenas amanhã. Você ficará bem, eu quero dizer, sozinha?
-Um... -Olhei para o Luan que estava me olhando com uma sobrancelha erguida. -Claro, eu posso pedir para Juliana ir dormir lá em casa.
-Ótimo, assim não ficarei preocupada com você. Preciso desligar, o jatinho vai pousar. Te ligo mais tarde, meu anjo.
-Não se preocupe mãe, eu ficarei bem. Cuide bem do meu pai, espero que ele melhore rápido.
-Pode deixar, meu anjo, beijo.
~~~Fim de ligação~~~
-Terei que passar essa noite sozinha. -Murmurei. Seu sorriso se tornou zombeteiro.
Bem nessa hora a chuva começou a pingar das nuvens, algumas gotas esporádicas faziam leves thuds quando atingiam a grama. Eu olhei para o céu.
-Eu vou te levar pra casa. -Ele limpou as pequenas gotículas de água das minhas bochechas.
-Chuva não é um problema. -Eu sorri timidamente para ele.
Suas mãos estavam, de repente, mergulhadas no meu cabelo e sua boca na minha.
Com um dos seus movimentos leves, ele ficou de pé. Ele segurou sua mão pra mim, um gesto inesperado. Ele sorriu quando viu minha hesitação, e veio meu pegar. Meu coração reagiu. Envolvi meus braços em volta de seu pescoço enquanto uma de suas mãos estavam em volta das minhas coxas e a outra em volta das minhas costas.
-Eu ainda sei andar sabia? -Eu avisei.
-Hah. -Ele zombou e revirou os olhos. Então me colocou em pé sobre a grama.
Pegando minha mão e a cesta que desta vez estava vazia, ele me guiou de volta para a trilha. Chegamos até onde estava o porsche.
-Vamos para sua casa. -Ele abriu a porta de passageiros para mim.
Apesar de toda felicidade, ainda existe um medo, que no momento se encontrava bem escondido, ele não deixou de existir. Acredito que ele conseguirá matar essa insegurança e esse medo também, porque ele o conhece, até melhor do que eu. Essa felicidade, medo e insegurança nenhuma vai me roubar, pelo menos não enquanto estiver bem escondido, já que ainda vive aqui dentro, até que ele o mate, eu só preciso me preocupar em escondê-lo, e quando ele finalmente se for, tudo vai ser bem mais claro do que já está agora, mas sinto que a cada beijo dele, o medo e a insegurança morrem um pouco, isso já me basta. Agora o meu dia está mais claro, não sinto mais nenhum tipo de nevoa que me encobre, e ele faz cada dia ser mais vivo, e apenas um pouco mais feliz, a cada manhã que posso ver nascer.
Bebês, capítulo postado!
Aeee eu voltei, sentiram saudades? Eu confesso, eu
senti.
Não, eu não desisti da fanfic, eu estava apenas com
problemas na minha internet, consegui que ela voltasse ontem, mas ai o blogger
resolveu me trollar não querendo postar, mas graças a Deus consegui resolver o
problema dele.
Indicando: Ei, você que também é belieber e curte fanfic, leiam essa
fic http://beliebersonhadoraforever.blogspot.com.br/ da linda da @meu_lindinho e você que não é, mas gosta leiam ta linda!
Bem, espero que gostem desse capítulo, eu tentei
caprichar o máximo que pude. Posto outro depois de no mínimo 9 comentários.







PERFEITA D+ ESSA WEB *----*
ResponderExcluir@LS_FuracaodoAmr
Nega tu que vai apanhar de chinelo pow,num some assim hein hahaha a fic tá perfeita,ooh nojo dessa desocupada da Fabiola viu afs.. @nathydonego
ResponderExcluirAinw sera q o Luane a Nah vão dormir juntos na casa dela?? postaaa maaais!!
ResponderExcluirque bom que ela ja assumiu que terminou com o Israel.. posta mais @lsetwamoreterno
ResponderExcluirpoxa tava morrendo de saudades da web
ResponderExcluirPuta vontade de dar na cara dessa Fabíola,até nas fanfics ela enche o saco? Táquipariu u.u
ResponderExcluirOWwwwnn que lindo cara,o Luan e ela no prado,poxa,muito fofo cara,posta mais,quero saber se vai rolar o tche tche tche na casa dela rsrs
Mais nega ... Bom pelo menos acabou finalmente o namoro pra midia o// quero só ver agr vem agr u.u @lsmeuamoor_
ResponderExcluirtava com sdd. haha posta mais *-*
ResponderExcluir@lrdsmeuar
Haha amei amor,de mais ,nossa que raiva dessa mulher,mais como o luan e ele ficam lindos juntos...obrigada por divulgar a fic
ResponderExcluir@meu_lindinho
Perfeito cara, lindo demais *-*
ResponderExcluirQueroseuamrLS