Abri os olhos, eu estava deitada, abraçada
sobre meu travesseiro e um lençol me cobrindo. Olhei as horas no celular que me
avisaram que eram 17h23min. Levantei-me, minha cabeça estava um pouco
pesada. Caminhei em direção ao banheiro, tomei um banho e logo me troquei.

Prendi meu
cabelo em um coque frouxo. Fui em frente ao espelho e passei uma maquiagem
básica, mas era o suficiente para esconder meu rosto inchado, com olheiras. Desci
as escadas e estavam todos em frente a TV. Um filme estava começando.
-Está melhor, Morena? -Juliana perguntou tombando a cabeça para o lado.
-Eu acredito
que sim. -Me sentei ao seu lado no sofá evitando de olhar para Luan. -Estou com
um pouco de dor de cabeça, mas acredito que logo passa. -Sussurrei.
-Não se esqueça
o que for pra ser, será! -Ela me deu um sorriso tímido.
Coloquei
minha cabeça em seu colo, joguei minhas pernas em cima do colo de Pedro e assim
fiquei vendo Juntos pelo acaso, que estava passando. Olhei em direção a
porta que estava aberta e uma ideia se passou pela cabeça.
-Vamos ir
ver o pôr do sol? -Perguntei voltando a me sentar no sofá. -É tão lindo. -Eu
estava parecendo a Bruna falando dessa forma.
-O Pedro me disse,
estou doida para ver. -Bruna se animou. Viu?
-Então vamos.
-Pedro murmurou pausando o filme.
Fomos andando,
caminhamos por uns cinco minutos e paramos em um lugar, onde tinha a visão do pôr do sol. Era fantástico. Ficamos ali em silêncio olhando o começo do pôr do sol.
Senti braços me rodearem, era Luan abraçando-me por trás, e segurou em minha cintura.
Senti braços me rodearem, era Luan abraçando-me por trás, e segurou em minha cintura.
Não contestei e permaneci ali.
-É lindo não é? -Ele perguntou com os olhos
brilhando.
-Sim, é. -Dei-lhe um sorriso tímido.
Ficamos ali apenas olhando.
O sol se Pôs. Mexi-me para sair dos braços
do Luan para voltar para casa, mas Luan me segurou. Esperou todos entrarem e
então me fez ficar de frente para ele. Ele chegou mais perto de mim, olhou para o
lado e depois olhou dentro dos meus olhos.
-Apenas senti. -ele sussurrou.
Então levou a mão direita na minha nuca,
me provocando arrepios.

Olhando dos meus olhos pra minha boca e de novo para os meus olhos.
Ele foi
chegando perto. Meu coração disparou. Ele parou quando a ponta de nossos
narizes se tocaram.
-Luan... É melhor você parar. -Sussurrei.
-Shh. -Ele
fez baixinho. Olhei-o nos olhos, ele me olhava também. -Só sente.
Ele fechou
os olhos e quase por um instinto, fechei também. Senti a respiração acelerada
dele. Senti meu coração acelerado.
Nossos
lábios estavam prestes a se tocar e então despertei dando-me conta do que
estava prestes a acontecer.
-Luan, eu não posso. -Afastei-me saindo de
seus braços.
Ele abriu os seus olhos que estavam
nublados e intensos, meus olhos se encheram de lágrimas.
-Porque você insiste? -disse na tentativa
de sair de lá. Ele acabou sendo mais rápido e me segurou pelo braço.
-Porque você sempre foge de mim? -Ele
rosnou.
-Eu não fujo de você, mas acontece que eu
não posso... Eu tenho namorado Luan, isso não é certo, eu...O a-amo. -Gaguejei.
-Dá uma chance pra gente? Eu vejo o jeito
que eu deixo você. Porra! Eu sei que eu não sou o único a sentir isso.
-Luan, por favor, não. -Sussurrei.
Uma lágrima
desceu de seus olhos. Não aguentei presenciar aquela cena. Me soltei de seus
braços. Corri em direção ao meu quarto. Sentei-me na cama e respirei fundo
tentando restabelecer o meu equilíbrio emocional. Eu não queria novamente
chorar, eu não aguentava mais!
Meu celular vibrou, era uma mensagem do Israel.
Meu celular vibrou, era uma mensagem do Israel.
Amor, ta
bem? Te liguei, mas você não me atendeu, liguei pra avisar que estamos a caminho
do Rio de Janeiro, fica bem ta? E até depois de amanhã. Beijos, te amo. ~Israel
Depois de
amanhã iríamos gravar a composição de Israel. Mandei uma mensagem como resposta.
Caminhei em direção ao banheiro, joguei uma água no rosto, respirei fundo e
desci. A sala estava vazia. Fui em direção a cozinha e Alice estava cozinhando.
-Oi tia. -Murmurei.
-Oi, minha linda.
-Ela me deu um pequeno sorriso.
-A senhora
sabe onde estão todos? -Perguntei.
-Eles estão
no jardim. Estão tocando algumas modas. -Ela sorriu. -Marcos se juntou a eles, vá
até lá. Só irei terminar o jantar e me juntarei a vocês.
Caminhei
em direção ao jardim, à noite já havia caído. Quando cheguei havia uma fogueira
que me deixou encantada. Um círculo de toras enormes de madeira que serviam de
banco, no meio o fogo alto crepitando. Estavam todos em volta da
fogueira, inclusive Luan que estava com um violão sobre seu colo. Nossos
olhares, o meu e de Luan, se cruzaram, quando eu olhei seu caminho e os nossos
olhos se fixaram um no outro. Luan olhou para o violão e começou a dedilhar
algumas melodias, e logo começou a cantar uma música que eu conhecia bem, era do
Munhoz e Mariano. Seu olhar perdido, encontrou o meu lhe dando forças para
começar a letra.
-É, não escolhi assimNem você
E quem diria um dia agora o que vou dizer
Não sei se imagina, mas sente eu sei
Percebi você me olhando diferente, como eu te olhei
A gente só tá dando voltas, sem saber o rumo
Ao seu lado, eu me sinto diferente, eu não sei porque
A gente tá se apaixonando sem saber o rumo
Já sou o seu melhor amigo, mas não é isso que eu quero ser
Não é isso que eu quero ser.
Não me peça que eu não te olhe
Não te deseje, nem te adore
Não há segundo em que eu não te queira
Nunca gostei de alguém dessa maneira.
Não me peça que eu não te olhe
Não te deseje, nem te adore
Não há segundo em que eu não te queira
Nunca gostei de alguém dessa maneira.
Sorte que a gente tem a vida inteira.
Sorte que a gente tem a vida inteira.
Sorte que a gente tem a vida inteira.
Sorte que a gente tem a vida inteira.
É, não escolhi assim.
E naquele breve momento, eu estava paralisada, olhando para um homem incrivelmente bonito, que olhava para mim com alguma emoção insondável. Seu olhar quente, queimando em mim, estávamos perdidos por um momento, olhando para o outro. Pelo que eu havia percebido, meu plano de passar despercebida havia dado certo. Ninguém havia notado minha presença, a não ser os olhos Castanhos Escuros.
-Mandou muito bem cara, música boa demais. -Meu tio aplaudia de uma forma exagerada. Luan sorriu e olhava fixamente para mim. Todos olharam na direção em que seus olhos estavam. -Olha quem está ai. Se junta com a gente, Natacha, vem cantar alguns modão conosco. -Meu tio me chamou. Dei-lhes um sorriso forçado e caminhei em direção a eles.
-Senta aqui, Branquela. -Luan bateu na tora de madeira que estava ao seu lado. Não tive escolha, era o único lugar que restava, me sentei.
-Estava ali há muito tempo? -Tio Marcos perguntou.
-Não. -Menti. -Eu cheguei no final da música.
-Bem que a Natacha poderia cantar uma moda com o Luan, o que vocês acham? -A Sininho sugeriu.
-Uma ótima ideia. -Minha tia descansou seu braço em volta do ombro do meu tio.
-Não é uma má ideia. -Luan sorriu. -O que você acha?
-Acho ótima a ideia. Escolhe ai, Moreno. -Sugeri.
-Borá de Evidências? -Ele perguntou. Apenas assenti. -Você começa e eu te acompanho.
Logo ele deu a introdução da música, encontrei meu tom e comecei.
-Quando eu digo que deixei de te amar
É por que te amo
Quando eu digo que não quero mais você,
É por que te quero
Eu tenho medo de te dar meu coração
E de confessar que estou nas tuas mãos
Mas não posso imaginar
o que vai ser de mim
Se eu te perder um dia
Quando eu digo que não quero mais você,
É por que te quero
Eu tenho medo de te dar meu coração
E de confessar que estou nas tuas mãos
Mas não posso imaginar
o que vai ser de mim
Se eu te perder um dia
Ele então começou. -Eu me afasto e me defendo de você,
mas depois me entrego
Faço tipo, falo coisas que eu não sou,
Mas depois eu nego
Mas a verdade
é que eu sou louco por você
E tenho medo de pensar em te perder
Eu preciso aceitar que não dá mais
para separar as nossas vidas
Puxei a estrofe junto com ele. -E nessa loucura de dizer que não te quero
Vou negando as aparências,
disfarçando as evidências
Mas para que viver fingindo
Se eu não posso enganar meu coração
Eu sei que te amo,
chega de mentiras
De negar meu desejo
Eu te quero mais do que tudo,
eu preciso do teus beijos
Eu entrego a minha vida
para você fazer o que quiser de mim
Só quero ouvir você dizer que sim
Todos começaram a nos acompanhar. Em momento algum os olhos de Luan deixavam o meu. Verdes para Castanho Escuro. Eu não tinha força alguma para desvia-los. -Diz que é verdade, que tem saudade
Vou negando as aparências,
disfarçando as evidências
Mas para que viver fingindo
Se eu não posso enganar meu coração
Eu sei que te amo,
chega de mentiras
De negar meu desejo
Eu te quero mais do que tudo,
eu preciso do teus beijos
Eu entrego a minha vida
para você fazer o que quiser de mim
Só quero ouvir você dizer que sim
Todos começaram a nos acompanhar. Em momento algum os olhos de Luan deixavam o meu. Verdes para Castanho Escuro. Eu não tinha força alguma para desvia-los. -Diz que é verdade, que tem saudade
Que ainda você pensa muito em mim
Diz que é verdade, que tem saudade,
Que ainda você quer viver pra mim
Diz que é verdade, que tem saudade,
Que ainda você quer viver pra mim
-Necessitamos que vocês gravem uma música juntos.
-Meu tio disse sorrindo.
-Já temos uma música escrita, só falta
gravá-lá, mas essa ai. -Luan apontou com o queixo para mim. -Só está me
enrolando. -Ele riu.
Eu ri envergonhada. -Eu não lembrava mais
da música. -Dei de ombros. -Vamos combinar e a gravamos.
-Vamos cantar mais algumas modas? -Pedro
perguntou.
Cantamos mais algumas modas, bem raízes. Terminei
de jantar e subi em direção ao meu quarto. Comecei a arrumar minha mala. Eu
não sabia se estava preparada para voltar à minha rotina.
Troquei-me, e me deitei na cama. Eu
realmente não estava acreditando que eu havia compartilhado com Juliana, tudo o
que eu estava passando. Só tome cuidado para não se arrepender no futuro... Isso
se recitava a todo momento em minha mente. Esse era o meu maior medo.
Cobri-me com meu edredom e tudo se apagou.
(...)
Meu celular despertava debaixo do meu travesseiro.
Apertei na função soneca, abracei meu travesseiro e fechei os olhos... Ele despertou
novamente, o peguei praguejando Deus e o mundo. Passavam das 07:40. Passei a mão
no cabelo, pulei da cama e cambaleei até o banheiro. Havíamos começado o dia
muito bem, eu estava mais que atrasada.
Vinte minutos depois, sai enrolada na toalha.
Caminhei até minha mala, peguei minha roupa e me troquei.
Juntei-me a todos na mesa. Terminei meu
café. Escovei meus dentes e logo coloquei minhas malas no porta-malas.
-Irei te esperar mais vezes. -Minha tia
disse segurando minha mão.
-Eu prometo que tentarei vir mais vezes. Mas
a senhora sabe como é corrido não é?! -Lamentei.
-Sim eu sei. Mas faz um esforcinho, eu irei
te esperar. -Nos abraçamos.
Despedi-me de meu tio e Guilherme. Acredito
que ele não havia apenas vindo para se despedir de mim.
-Posso te pedir apenas uma coisa? -Luan
pediu enquanto estávamos afastados de todos. -Pensa no que eu te pedi. -Franzi a
testa. -Você sabe do que eu estou falando. -Seus olhos penetraram no meu e logo
eu me lembrei... Dá uma chance pra gente? Oh...
-Luan, por favor...
Ele me interrompeu. -É apenas isso que eu
estou te pedindo. -Ele tombou a cabeça para o lado. -Promete pra mim? -Ele pediu.
Desviei o olhar olhando para o chão e
olhei para ele novamente.
-Isso já é demais, Luan. -Respirei fundo. -Eu preciso ir. -Olhei para Pedro que parecia nem sem importar com a hora, ele não era o único. Juliana estava derretida pelas palavras de Guilherme.
-Isso já é demais, Luan. -Respirei fundo. -Eu preciso ir. -Olhei para Pedro que parecia nem sem importar com a hora, ele não era o único. Juliana estava derretida pelas palavras de Guilherme.
Ele fechou os olhos. Sua mão ainda
segurava a minha. Seus olhos se abriram novamente e seu olhar estava caído.
-Eu vou sentir sua falta. Se cuida.
-Eu vou sentir sua falta. Se cuida.
-Eu tenho que
confessar que também sentirei a sua, mas agora é serio, eu preciso ir. Se cuida, por favor. -Fui na
intenção de lhe dar um beijo na bochecha e ele claro, desviou.
Ele apenas riu. Covinhas,covinhas.
Luan e Bruna iriam
seguir caminho em direção a Londrina. Entrei no meu carro. Pedro e Juliana
entraram logo em seguida. Buzinei e logo acelerei em direção à estrada. Depois de
duas horas, deixei Juliana em sua casa.
Estacionei o carro
em frente a minha casa, descemos do carro e pegamos as nossas malas.
-Oh, até que enfim
vocês chegaram. -Minha mãe tomava seu café sobre a mesa com meu pai lhe
acompanhando.
-Bom dia, mãe, pai.
-Sorri. -Sentiram nossa falta?
-Bom dia, filha. -Meu
pai me deu um beijo na testa. -O que vocês acham? -Ele perguntou. Pedro revirou
os olhos rindo.
-Me contem como
foi lá? -Minha mãe pediu.
-Oh mãe... -Logo
algumas lembranças me vieram na cabeça, as afastei focando em algo que eu diria
para minha mãe. Nossa conversa foi interrompida pelo meu celular tocando. Simone
havia me ligado para avisar que em meia hora estava passando na minha casa para
irmos até o aeroporto. Minha rotina havia voltado mais cedo do que eu imaginava.
Pedro e eu subimos
em direção ao quarto e comecei a arrumar minhas coisas. Trinta minutos
depois, Simone buzinou em frente a minha casa. Despedi-me dos meus pais com um
aperto no meu coração. Eu ainda não havia me acostumado com isso.
-O que aconteceu
com seu celular, mocinha? -Simone perguntou logo em que entrei no carro. -Te
liguei várias vezes desde antes de ontem e nada de você me atender. -Seu tom
havia voltado para o habitual tom de dominadora.
-Bom dia pra você
também, Simone. -Revirei meus olhos. -O sinal na chácara é horrível, custei para
achá-lo. -Murmurei.
-Só estão
desculpados por isso. -Ela relaxou visualmente.
-Você avisou a
Juliana? -Perguntei quando já estávamos na metade do caminho.
-Sim eu avisei. Ela
disse que o pai dela a levaria, ou ela iria com o próprio carro. -Simone
respondeu e logo se focou na estrada.
Entramos no
estacionamento reservado para minha equipe. Descemos do carro, e nos
direcionamos para a pista de pouso. Cumprimentei o pessoal da minha
equipe, entramos no jatinho e logo ele decolou e seguimos viagem para São
Paulo. Eu me deitava de todas as posições possíveis, mas o sono não vinha. Percebi
Pedro distraído nas nuvens, me levantei e me sentei ao seu lado.
-Porque quando
estamos apaixonados, ficamos bobos? -Mordi os lábios e segurei a risada.
-Não consigo
entender o que você está falando. -Ele segurou o riso.
-Qual é o seu
lance com a Bruna? -Resolvi ser direta.
Ele sorriu olhou
pra janela e então me respondeu.
-Acho que dessa vez eu sossego. -Um sorriso
tímido brincou em seus lábios.
-Você está falando
serio? -Ergui uma sobrancelha surpresa.
-Mais serio impossível.
-Ele sorriu. -Eu acho que agora sei o verdadeiro significado do amor. -Ele deu um
suspiro. -Estou cansado de ficar apenas na pegação.
-Eu juro que se me
contassem que você estava falando isso eu não iria acreditar. -Ri pelo
nariz. -Meu irmão...O maior galinha que eu conheço, falando que está cansado de
pegação! -Murmurei. -É inacreditável.
-Galinha não pô, eu
apenas gostava de viver a vida do meu jeito, mas agora eu cansei.
-O que você sente
pela Bruna?
-Eu acho que estou
apaixonado por ela. -Seus olhos estavam brilhando. -E eu não quero saber de
enrolação com ela ou apenas ir pra cama garantir minha noite. Você me entende?
-Você está
pensando em...? -Deixei que ele completasse.
-Isso mesmo que
você está pensando. -Ele sorriu.
Acomodei-me ali na
poltrona ao seu lado, coloquei meus fones e dormi.
(...)
O avião posou. Descemos
e seguimos em direção ao saguão de desembarque. Fui atender os inúmeros fãs que
estavam ali.
Acabei sendo recebida com um carinho imenso.
Fomos para a van que nos esperava e seguimos para o hotel, onde não haviam fãs.
Já no andar do meu quarto, fui parada no corredor antes que eu entrasse no
quarto.
-Toma um banho, relaxa. Daqui três horas te chamo. -disse Simone.
-Ok. -Respondi. Entrei no meu quarto, me
joguei na cama e apaguei.
Acordei com meu celular despertando, eu
tinha meia hora para me arrumar. Tomei um banho de vinte minutos, sai e me
troquei. Eram oito e meia da noite, Simone bateu na porta do meu quarto, abri na segunda
batida. Seguimos para o elevador, e encontramos a equipe lá embaixo. Entramos na
van. Depois de quase vinte minutos, chegamos ao local do show.
- Ingressos esgotados, Natacha. Deixei
para falar só agora, mas os organizadores haviam me informado. Duzentas mil pessoas. -Simone
sorriu seguindo meu olhar.
-Serio? -Isso não era de se acreditar.
Eu estava bem mais animada agora. E
pensando, em como o amor dos meus fãs me deixava feliz. A van entrou pelos
fundos do estádio. Descemos perto do camarim e entramos. Simone fez as
organizações dos repórteres, e então entrou acompanhando o primeiro até o
camarim. Tinham quatro repórteres de emissoras diferentes. Primeiro, era a
repórter do Fantástico que estava fazendo uma matéria sobre mim. Ela me
entrevistou, em seguida a Rede Record. As duas últimas, eram da região. Ao acabar
de dar entrevista, posei para as fotos e logo eles saíram.
-Posso liberar a entrada das fãs? -Simone
perguntou.
-Claro. -Sorri.
Ela chegou com a primeira da fila que logo
entrou chorando, correndo para os meus braços... Todos os fãs haviam entrado no
camarim, estava quase na hora de começar o show. Com a ajuda de Juliana, me
arrumei.
Começou a
contagem regressiva, a energia do público era contagiante. O resto do show
passou tão rápido! Sai do palco e Simone estava me esperando perto do acesso ao
palco, me entregou uma toalhinha.
-O contratante do
show quer uma foto com você, Na. -ela disse apontando para um homem que devia
estar na casa dos cinquenta.
Fui até ele e
tiramos a foto. Depois da foto seguimos para van, e mais seguranças do
local impediam os fãs de chegar perto de mim. Fui falar com eles rapidinho, com
Felipe e Pedro colados em mim. Logo me despedi deles e entrei na van, sentando-me no último banco e Juliana se sentou ao meu lado, me passando uma garrafinha de
água. A van estacionou e um segurança do hotel abriu a porta. A equipe toda
desceu e eu saí por último.
-Ué cadê os
fãs? -Olhei a porta do hotel que estava vazia.
-Parece que estão
em outro hotel, Natacha. -Um segurança me respondeu. -Acho que o contratante que
falou que você ficaria lá. -Fiz uma carranca e segui a equipe.
No último andar
descemos eu, Simone e Felipe.
-Amanhã dez horas
venho te chamar. -Simone disse e eu fiz uma careta. -Amanhã iremos para a
gravadora. -Ela justificou.
-Oh sim, eu havia
me esquecido completamente. -Murmurei.
-Descansa, amanhã
venho te chamar. -Ela se despediu com um beijo na testa.
Uma vez no meu quarto,
corri em direção ao banheiro. Tomei um banho demorado, saí e me troquei.

Joguei-me na cama,
olhei meu celular e havia apenas algumas mensagens da Bruna e da minha mãe. Respondi. Coloquei
o celular debaixo do travesseiro e fechei os olhos, logo dormi.
Capítulo postado bebês.
Espero que gostem. Muito obrigada por cada comentário, eu realmente acho que
temos algumas coisas ligadas por telepatia. Eu estava muito preocupada sobre o
que vocês estão achando da fanfic e vocês me vem com esses
comentários, elogios. Obrigada mesmo, mas eu peço que vocês continuem comentando
pra eu saber o que estão achando okay? Vou contar um segredo pra vocês, essa
semana a vida da Natacha vai dar uma reviravolta, só posso contar isso u.u E eu
volto a dizer, cadê meus antigos leitores? Poxa não me abandonem, por favor :/
Posto depois de no mínimo 3 comentários.







AAAAAAH ELA VAI METE O PÉ NA BUNDA DO ISRAEL E FICAR COM O LU NÉ HAHAHA OIA EU TENTANDO ADIVINHAR,TÁ CADA DIA MELHOR A FIC AMOR. @nathydonego
ResponderExcluirA cada dia mais amo sua fic *-* espero que ela dê uma chance pro Luan... posta mais amr bjs :* @LoketesDoLuan
ResponderExcluirmais nega.
ResponderExcluir#tocuriosa kkkk' Bjos
@FCLSFascinacao
(Jessica Sales)
eita, me deixa curiosa mesmo... haha
ResponderExcluirsó por sua fic q eu fico acordada até tarde e sempre acordo atrasada u-u tô amando!
@lrdsmeuar
como assim reviravolta? Ela vai da uma chance pro Luan? Ai meu deus to curiosa haha posta mais @LSeTWamoreterno
ResponderExcluir:d to amando
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