18 abril 2013

42º Capítulo.

Cliquem e escute acompanhando o capítulo.
Eu estava muito quente. Luan estava quente. Sua cabeça estava no meu ombro, e ele estava respirando suavemente no meu pescoço enquanto dormia, com as pernas enfiadas nas minhas, o seu braço em volta da minha cintura. Eu hesitei na borda da consciência, consciente de que se eu acordasse totalmente eu ia acordá-lo também, e ele não tinha dormido o suficiente.
Vagamente minha mente vagueou através dos acontecimentos da noite de ontem.
Bebi demais. Estava impressionada que Luan tinha deixado isso acontecer. Sorri quando me lembrei dele me colocando na cama. Isso havia sido doce, realmente doce e inesperado.
Eu fiz um rápido "check up" mental de como eu estava me sentindo. Estômago? Bem. Cabeça? Surpreendentemente, tudo bem, mas difusa. A palma da minha mão ainda estava vermelha da noite de ontem.
-O que aconteceu? -Seus olhos castanhos sonolentos procuraram o meu.
-Nada. Bom dia, amor. -Corri os dedos da minha mão ilesa pelos seus cabelos.
Não, calma, pausa, foi isso mesmo? Pude jurar que ouvi a palavra amor saindo da minha boca.
-Você me chamou de amor... -Ele sorriu, todo bobo. -Você está linda esta manhã. -Disse ele, beijando minha bochecha, e eu acendi por dentro.
-Obrigada por cuidar de mim na noite passada.
-Gosto de cuidar de você. É o que eu quero fazer. -Ele disse calmamente.
-Você me faz sentir amada.
-Isso é porque você é. -Ele murmurou e senti meu coração palpitar mais forte.
Ele apertou minha mão e eu estremeci. Ele me soltou de imediato, alarmado.
-O soco? -Ele perguntou. Seus olhos gelados enquanto ele examinava os meus, e sua voz estava cheia de ira.
-Eu lhe dei um tampa. Eu não bati nele.
-Aquele filho da puta!
-Pensei que nós já tínhamos resolvido isso na noite passada.
-Eu não posso suportar saber que aquele cara tocou em você.
-Ele não me machucou, ele foi apenas inadequado. Amor, eu estou bem. - Amor de novo, estava começando a ficar mais natural agora, mas ainda era algo incomum pra mim. -Minha mão está um pouco vermelha, isso é tudo. -Eu percorri seu rosto com a minha mão machucada, meus dedos acariciando sua mandíbula. Isto o distraiu, e ele pegou a minha mão e plantou um beijo carinhoso. Milagrosamente, a dor desapareceu.
-Por que você não me disse que isso doeu na noite passada?
-Hm...  Eu realmente não senti isso na noite passada. Está tudo bem agora. -Murmurei. -Posso te fazer uma pergunta?
-Manda aí.
-Quem era aquela mulher com quem você estava conversando ontem? -A raiva e o medo de realmente saber quem é ela, me tomaram. Mas eu tentei parecer indiferente o suficiente.
-Eu já te disse, era apenas uma amiga. Esquece isso. -Ele resmungou.
-Eu preciso saber, é importante pra mim. -Eu parecia estar negociando com uma criança. -Qual era o nome dela?
Ele franziu a testa, parecia estar se lembrando de algo.
-É Bar... Be... Beatriz!
-Beatriz? -Então esse é o nome da tal loira platinada. -E você sabe se ela está solteira, namorando... ?
Luan olhou para mim, franzindo a testa e franziu os lábios.
-Solteira. -Ele resmungou. Ele parecia incerto, e imaginei o que ele estava pensando, aonde ela quer ir com isso?
-Então quer dizer que vocês discutiram sobre o status de relacionamento de vocês? -Disparei.
-Estávamos apenas nos conhecendo, apenas conversando. -Ele resmungou.
-Tenho certeza que ela queria mais que uma conversa.
-Ela pode querer tudo o que ela quiser... O difícil é ter esse tudo. Afinal porque isso é tão importante para você?
-Eu só queria saber. Esquece isso. -Desviei meu olhar do seu.
-Não. Você me encheu de perguntas, eu acho que eu mereço no mínimo, que você me diga o porquê disso ser tão importante para você. -Seu tom de voz tentou avisar-me.
Ai merda. Como eu vou esconder isso dele? Eu suspirei e fechei os olhos.
-Era ela que estava na cama com o Israel. Ela é, ou era, a amante dele. -Eu suspirei de novo. E era como se eu tivesse retirado um peso de cima de mim.
Eu olhei para cima, e seus olhos brilharam com apreensão.
-Oh... -Ele pareceu muito desconfortável. -Isso ainda mexe com você? -Ele perguntou baixinho, com medo da resposta. Eu franzi a testa para a sua pergunta.
-Não. Claro que não! -Eu mordi meu lábio inferior. -Eu estou apenas com medo.
Medo, e aqui estava essa palavra pequena, mas tão forte entre nós.
-Eu encontrei essa mulher na cama do Israel. Ele estava me traindo com ela. -Eu abafei um soluço. -E então, eu encontro essa mulher conversando com você, se aproximando de você... -Eu não consegui terminar.
Ele me puxou, me arrastando pela cama, até ele. Envolvi meus braços em seu pescoço enquanto ele enrolava os braços envolta de mim e esmagava-me.
-Você está com medo. -Ele sussurrou. -Eu entendo.
-Eu não sei o que ela quer, e ela se aproximando de você... Eu tenho medo de te perder. Eu amo você, Luan, desesperadamente e o pensamento de te perder... -Lágrimas brotaram dos meus olhos.
Gentilmente ele tomou minha cabeça entre as mãos e enxugou minhas lágrimas com seus polegares. Ele me olhou nos olhos, castanhos com verde, e tudo que eu via era o seu medo refletido no meu.
-Eu também te amo. Desesperadamente. -Ele respirou. Sua voz aflita e angustiada. E ele me beijou docemente, com ternura. -Eu só quero que você entenda, eu não sou o Israel. Eu não vou fazer o mesmo que ele fez. Eu esperei a minha vida inteira por você e não será nenhum amigo seu de infância ou ela que irá me fazer perder você.
Nós nos sentamos, com os nossos braços em volta um do outro. Eu me aconcheguei em seus braços, descansando minha cabeça na curva do seu pescoço. Ele gentilmente acariciava minhas costas. Virei à cabeça e pressionei meus lábios contra seu pescoço, buscando e oferecendo consolo. Eu suspirei o cheiro dele, ele cheirava divinamente, meu perfume favorito no mundo inteiro. Ele apertou os braços em volta de mim e beijou meu cabelo.
-Hoje você está de folga, certo? -Ele perguntou.
-Sim. -Franzi a testa e me afastei de seus braços para olhá-lo. -Como você sabe?
-Eu tenho meus meios. -Ele sorriu. -Acho que agora que nós estamos namorando, e você está de folga, eu acho justo você ir a alguns shows comigo.
-Não é muito arriscado de verem a gente juntos? -Levantei a cabeça.
-Até é, mais pelos nossos fãs do que a imprensa, mas uma hora nós vamos ter que assumir né? E sinceramente eu não quero esconder isso delas por muito tempo. Na imprensa a gente sempre dá um jeito de fazer com que eles calem a boca e outra, eles são a ultimas coisas na qual eu me importo. Agora minhas fãs são minhas prioridades.
-E você acha que eles não são prioridades para mim também? -Perguntei um pouco chateada.
-Eu sei que eles são amor, olha, vamos resolver isso depois com a Dag e a Simone ok? -Ele perguntou e eu concordei com a cabeça. -Mas então, você vem hoje comigo?
-Eu posso pensar muito bem no seu caso. -Brinquei. Ele estreitou os olhos entrando na brincadeira.
-Eu tenho certeza que eu mereço! -Ele abafou o riso. -Nós não vamos poder nos ver direto, por isso que hoje eu quero ficar o dia todo com você, ai a gente aproveita... -ele deu uma risadinha safada. Dei um tapa no seu ombro. Ele se afastou. Seus olhos suavizaram e sua boca entortou. -Como você está se sentindo?
-Melhor do que eu mereço.
-Você tem absolutamente um braço direito muito bom.
-Acho bom você se lembrar disso.
-Sério? -Ele rolou de repente, de modo que ele estava totalmente em cima de mim, pressionando-me no colchão, segurando meus pulsos acima da minha cabeça. Ele olhou para mim. -Dominar você na cama é uma fantasia minha. -Ele beijou a minha garganta. -Eu gostaria de alguma resistência sua. -Ele murmurou, seu nariz contornando a minha mandíbula.
Resistência? Não me movi. Ele parou, liberando minhas mãos, e inclinou-se nos cotovelos.
-Você quer que eu lute com você? Aqui? -Eu sussurrei, tentando conter minha surpresa. Ele balançou a cabeça. -Agora?
Ele encolheu os ombros e eu vi voar a ideia em sua mente. Ele me deu um sorriso tímido e acenou mais uma vez, lentamente.
Ele estava deitado em cima de mim, e sua ereção crescente estava cavando tentadoramente em minha carne macia querendo me distrair. Minha deusa interior tem seu quimono de karatê, e ela estava com novos golpes.
-Não morda seu lábio. -Advertiu. Complacente, eu liberei meu lábio.
-Eu acho que você me tem em desvantagem, Moreno. -Eu bati meus cílios e contorci-me provocativamente abaixo dele. Isso poderia ser divertido.
-Desvantagem?
-Eu já estou em baixo de você.
Ele sorriu e apertou sua virilha na minha mais uma vez.
-Você está certa. -Ele sussurrou e rapidamente beijou meus lábios. De repente ele mudou e levou-me com ele, assim que eu estava sentada de pernas abertas.
Eu peguei suas mãos, prendendo-as ao lado de sua cabeça, e ignorei o protesto de dor na minha mão. Meu cabelo caiu em um véu de cascata em torno de nós, e eu movi minha cabeça para que os fios acariciassem seu rosto. Ele empurrou o rosto, mas não tentou me parar.
-Então você quer jogar duro? -Perguntei, deslizando sobre a virilha dele.
Sua boca se abriu e ele respirou fortemente.
-Sim. -Ele sibilou e eu o soltei.
-Espera. -Eu peguei o copo de água ao lado da cama. Luan devia ter deixado aqui na noite passada.
Enquanto eu tomava um longo gole, Luan arrastava os dedos em pequenos círculos até minhas coxas, deixando minha pele formigando em seu rastro enquanto viajava atrás do meu pescoço nu. Ele colocou as mãos em concha e apertou-me. Hmm.
Tomando uma folha do seu repertório impressionante, eu me inclinei para frente e o beijei, despejando água fria em sua boca.
-Muito saborosa. -Ele murmurou, ostentando um sorriso infantil e brincalhão.
Depois de colocar o copo na mesa de cabeceira, eu removi suas mãos da minha parte traseira e as fixei por sua cabeça mais uma vez.
-Agora se supõem que eu não devo estar disposta? -Eu sorri.
-Sim.
-Eu não sou muito boa atriz.
Ele sorriu.
-Experimente.
Eu me inclinei para baixo e o beijei castamente.
-Ok, eu vou jogar. -Eu sussurrei, arrastando meus dentes ao longo de sua mandíbula.
Luan fez um som baixo, sexy em sua garganta e moveu-se, jogando-me na cama ao lado dele. Eu gritei de surpresa, então ele estava em cima de mim, e eu comecei a lutar enquanto ele tentava agarrar minhas mãos. Rudemente, eu coloquei minhas mãos sobre seu peito, empurrando-o com todas as minhas forças, tentando movê-lo, enquanto ele se esforçava para mover minhas pernas com o joelho.
Eu continuei empurrando seu peito. Caramba, ele era pesado. Ele tentava agarrar meus pulsos, e finalmente, capturou um, apesar das minhas tentativas valentes para deixá-los novamente livres. Era a minha mão ferida, assim me rendi a ele, mas agarrei seu cabelo com a minha outra mão e puxei com força.
-Ah! -Ele puxou a cabeça livre e olhou para baixo para mim, seus olhos selvagem e carnal. -Selvagem. -Ele sussurrou, sua voz misturada com deleite obsceno.
Em resposta a esta palavra sussurrada, explodi a minha libido, e eu parei de atuar. Mais uma vez eu me esforcei em vão para libertar minha mão do seu agarre. Ao mesmo tempo, eu tentei juntar meus tornozelos, e tirá-lo de cima de mim. Ele era muito pesado. Gah! Era frustrante e quente.
Com um gemido, Luan captou minha outra mão. Ele possuía dois pulsos meus na mão esquerda, e sua mão direita viajava agradavelmente-insolentemente, quase que pelo meu corpo todo, acariciando e sentindo à medida que avançava, beliscando meu mamilo no caminho.
Eu gritei em resposta, o prazer cravando brevemente, afiado, e quente do meu mamilo à minha virilha. Eu fiz outra tentativa inútil de resistir, mas ele era demais para mim.
Quando ele tentou me beijar eu empurrei minha cabeça para o lado para que ele não pudesse. Prontamente suas mãos insolentes moveram-se da barra da minha camiseta até meu queixo, me segurando no lugar enquanto ele corria os dentes ao longo da minha mandíbula, imitando o que eu fiz para ele antes.

-Ô Branquela, luta comigo. -Ele murmurou.
Eu torci e me contorci, tentando me livrar de seu poder impiedoso, mas era impossível. Ele era muito mais forte do que eu. Ele gentilmente mordeu meu lábio inferior quando a língua tentava invadir minha boca. E eu percebi que eu não queria resistir. Eu o queria, agora, como sempre fiz. Eu parei de lutar e fervorosamente retornei o seu beijo. Eu não me importava que eu não tivesse escovado os dentes. Eu não me importava que deveríamos estar jogando algum jogo. Desejo, quente e duro, surgiu através de minha corrente sanguínea, e logo estava perdida. Destravei meus tornozelos, envolvi as minhas pernas em volta de seus quadris e usei meus calcanhares para empurrar a calça do seu pijama para baixo sobre seu traseiro.
-Amor. -Ele suspirou, e me beijou por toda a parte. E não éramos mais lutadores, apenas mãos e línguas, e de toque e gosto, rápido e urgente. -Tire a roupa. -Ele murmurou com voz rouca, sua respiração ofegante. Ele me arrastou para cima e puxou a minha camiseta em um movimento rápido.
-Você. -Eu sussurrei, enquanto ficava em pé, porque era tudo que eu podia pensar em dizer. Eu agarrei a frente do pijama para arrancá-lo para baixo, liberando sua ereção. Eu agarrei e apertei. O ar assobiou através de seus dentes, ele inalou bruscamente, e me deleitei em sua resposta.
-Porra. -ele murmurou. Ele se inclinou para trás, levantando minhas coxas, inclinando-me para baixo em cima da cama, enquanto eu puxei e espremi firmemente, correndo a minha mão para cima e para baixo sua dura ereção.
Sentindo uma gota de umidade em sua ponta, eu esfreguei ao redor com o polegar. Quando ele me desceu ao colchão, eu deslizei meu dedo na minha boca para saboreá-lo enquanto suas mãos viajavam até o meu corpo, acariciando meus quadris, meu estômago, meus seios.
-Bom o gosto? -Ele perguntou pairando sobre mim, os olhos brilhando.
-Sim, toma. -Eu empurrei meu polegar em sua boca, e ele sugou e mordeu. Eu gemi, segurei sua cabeça, e puxei-o para mim para que eu pudesse beijá-lo. Embalei minhas pernas em volta dele, empurrei o pijama fora de suas pernas com os meus pés, então cravei minhas pernas em volta da sua cintura. Seus lábios se arrastaram do meu peito para meu queixo, beliscando suavemente.
Quê? Eu estava ofegante, confusa, querendo, esperando agora. Eu pensava que dessa vez iria ser rápido.
-Amor... -Eu ouvi o apelo calmo na minha voz e o alcancei prendendo minhas mãos em seu cabelo.
-Shh. -Ele sussurrou e circulou meu mamilo com a língua antes de puxá-lo e chupá-lo.
-Ah! -Eu gemi e me contorci, inclinando minha pélvis para tentá-lo. Ele sorriu contra a minha pele e voltou a sua atenção ao meu outro seio.
-Impaciente, Senhorita Mendonça? -Ele então sugou com força no meu mamilo. Puxei seu cabelo. Ele gemeu e olhou para cima. -Eu vou amarrar você. -Ele advertiu.
-Me faça sua! -Eu implorei.
-Tudo há seu tempo. -ele murmurou contra a minha pele. Sua mão percorreu a uma velocidade irritantemente lenta para meu quadril, enquanto ele adorava meu mamilo com a boca. Eu gemi alto, minha respiração curta e superficial, e eu tentei mais uma vez seduzi-lo dentro de mim, balançando contra ele. Ele estava grosso, duro e pronto, mas ele estava brincando comigo.
Merda. Eu lute e torci, determinada a lhe tirar de cima de mim novamente.
-O que...
Agarrando minhas mãos, Luan me prendeu na cama, meus braços abertos, e apoiou o peso corporal total em mim, completamente dominando-me.
-Você queria resistência. -Eu disse, ofegante. Ele se ergueu sobre mim e olhou para baixo, as mãos ainda presas em volta dos meus pulsos. Eu coloquei meus calcanhares em seu traseiro e empurrei. Ele não se moveu. Aargh!
-Você não quer jogar limpo? -Ele perguntou surpreso, os olhos brilhantes.
-Eu só quero que você faça sexo comigo, Luan. -Poderia ser mais clara? Primeiro nós estávamos lutando e lutando, então ele era todo terno e doce. Era confuso. Eu estava na cama com o Senhor Volátil. -Por favor! -Eu pressionei meus calcanhares contra seu traseiro mais uma vez. Ardentes olhos castanhos escuros me buscaram. O que ele estava pensando? Ele me olhou momentaneamente perplexo e confuso. Ele liberou minhas mãos e se sentou sobre os calcanhares, puxando-me em seu colo.
-Ok, nós vamos fazer isso do seu jeito. - Ele foi até sua carteira, pegando o envelope prateado. Ele me pegou pela cintura levantou e abaixou lentamente nele, fazendo com que eu montasse nele.
-Ah! -Era isso. Isto era o que eu queria. Isto era o que eu precisava. Passei meus braços em volta do seu pescoço, eu torci meus dedos em seu cabelo, glorificando no sentimento dele dentro de mim. Eu comecei a me mover. Assumindo o controle, levando-o no meu ritmo, a minha velocidade. Ele gemeu, e seus lábios encontraram os meus, e com isso, estávamos perdidos.

Capítulo postado, bebês!
Sim, eu voltei \o/ Estou mortaaa de saudades de vocês! 
Não meus amores, eu não resolvi abandonar a fic. Como eu já disse: eu não estou louca a esse ponto! kkk
Bem, eu precisei desse tempo, pois eu estava muito incerta pelo caminho que a fic estava indo, eu estava com dúvida em algumas coisas e precisei de um tempo para poder buscar mais ideias, e sim, resolveu.
Precisei começar a ler outras coisas, livros, outras fanfics-principalmente de beward- e com isso consegui muitas ideias para a fanfic. Posso garantir pra vocês que os próximos capítulos vai "abalar corações" 
Mas me diz aí, o que vocês acham que essa loira platinada realmente quer? 
Posto outro depois de no mínimo 9 comentários.

7 comentários:

  1. Eiiita que deu calor hein hahaha que saudades muié num some mais tá,ansiosa pelos próximos,é bom essa vaca loira nem chegar perto do Luan hein haha. @nathydonego

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  2. porque você coloca o meu nome bem na vilã da história? AUHUAHUHAUHAUHAUHA também me chamo Beatriz u_u
    do resto, tudo PERFEITO *-------* precisa nem falar que você arrasa né? e se sumir de novo, vou te bater, faz mais isso não muie!
    quero o próximooooooo!

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  3. capitulo hot kkk gostei kk
    posta mais @lsetwamoreterno

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  4. já tava com saudade amor...
    essa loira m pode nem encostar no luan u-u haha
    posta mais *-*
    @lrdsmeuar

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  5. essa loira ta querendo o luan,,, :l

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  6. Só espero q essa loira ñ estrague o relacionamento deles....
    @LS_FuracaodoAmr

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  7. Só falta essa loira estragar tudo : / Posta maaaaais amor :) - @fcluanSmeumundo

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