-Como sempre você arrasou. -Juliana me
entregou uma toalhinha.
Caminhei até ela e peguei a toalhinha.
-Obrigada, loira. -Sequei-me. -Onde está Simone?
-Obrigada, loira. -Sequei-me. -Onde está Simone?
-Está no camarim te esperando. -Ela
respondeu.
Seguimos em direção ao meu camarim, logo
que entramos pude perceber uma movimentação dentro dele. Não estava apenas Simone.
Israel, Tuche e seu empresário também estavam, lá junto com Rodrigo.
-Olá gente. -Murmurei envergonhada.
-Olá. -Responderam.
-Oi amor. -Israel veio em minha direção e
selou nossos lábios.
-Natacha, temos uma novidade para você.
-Simone disse.
-Hm... Posso saber qual é? -Perguntei.
-Pode falar, Israel. -Ela sorriu para ele
que estava com os braços em minha cintura.
-Eu fiz uma composição e... -Ele não
continuou e deu aquele ar de suspense.
-E...? -Perguntei incentivando que ele
continuasse.
-E quero saber se você aceita gravá-la
comigo. -Ele respondeu.
-É serio? -Virei-me para olhá-lo.
-É sim, o que você acha? -Ele perguntou
animado.
-Eu acho ótimo! -Sorri.
-Amanhã poderei te mostrar ela e vocês já
poderiam começar a aprendê-la.
-Amanhã? -Perguntei mordendo os lábios.
-Sim, algum problema nisso? -Ele perguntou.
-Não... É que eu havia combinado de
almoçar com os meus pais.
-Se eu falar para você que eu irei almoçar na casa do Luan, tenho certeza que não irá dar muito certo. Pensei.
-Se eu falar para você que eu irei almoçar na casa do Luan, tenho certeza que não irá dar muito certo. Pensei.
-Tenho show em Maringá terça, acredito que
possamos vê-la. -Ele murmurou.
-É parece uma ótima ideia. -Respondi
-Natacha, Segunda-Feira tem reunião para o
projeto do DVD. E pretendemos incluir a música ao seu DVD. -Rodrigo disse.
-Você vai querer ir para o camarote para
assistir o show do Luan Santana? -Simone perguntou quando Tuche e o empresário do Israel
saíram.
-Eu bem que queria, mas eu estou com
uma puta de uma cólica, não estou me aguentando em pé. -Resmunguei, com raiva de mim mesma.
-O pessoal da banda e da equipe estão todos
cansados, então vamos todos para o hotel. -Simone disse.
-Simone, aproveitando que o Israel não está
aqui, eu quero te avisar que eu não vou viajar amanhã no nosso jatinho. -Disse.
-Você pretende voltar como? -Ela perguntou.
-Eu vou ir almoçar amanhã com a família do
Luan e eu irei viajar com ele. -Respondi.
Ela então ficou calada por alguns
segundos, acredito que estava testando o que eu havia falado e então respondeu.
-Tudo bem, só toma cuidado, sim?
-Eu vou tomar. A Juliana não vai ir comigo,
ela irá direto para Maringá.
-Pode deixar que eu a levo e suas malas
também. -Ela sorriu.
-Podemos ir? -Israel entrou
no camarim novamente.
(...)
Chegamos à frente do hotel, estava vazio.
Não demoramos a alcançar nosso quarto.
-Então hoje não vamos fazer
besteirinhas? -Israel perguntou se jogando na minha cama.
-Sinto muito, mas não. -Respondi tirando
meus saltos. -Vou ir tomar um banho.
(...)
-Amor, eu estou indo. -Israel sussurrou me
dando um selinho.
-Você está indo aonde? -Sussurrei acordando.
-Estou indo para o aeroporto, embarco
daqui trinta minutos.
-Que horas são agora? -Sentei-me na cama.
-Oito e meia da manhã. -Ele olhou no
celular.
-Eu vou me levantar.
-Não, está cedo dorme mais um pouco. -Ele disse.
Deitei-me novamente. -Vou indo, fica bem, eu te amo. -Ele selou nossos lábios.
Deitei-me novamente e peguei meu celular,
enviei uma mensagem para o Luan.
Bom dia
Moreno, já está acordado?~
Bom dia minha Branquela, acabei de sair do banho. Tive que madrugar hoje. ~Moreno
Oh que dó haha, queria pedir desculpas por não ter ficado ontem no seu show, eu não estava muito bem, estava passando mal :x ~
Ei Branquela, eu entendo. Eu consegui ver o seu show até a parte da música em inglês, canta bem em inglês pra caramba hein?! Mas o que você tinha? ~Moreno
Olha ouvir isso de você é uma honra! Coisas de mulher... Cólica. Sabe né?~
Rapaz! Quando a piroca tem esse trem ela quase enlouquece o povo de casa. ~Moreno
KKK tadinha, mas nós sofremos muito com isso :x Moreno, que horas vocês irão passar aqui?~
Daqui uma hora no máximo. ~Moreno
Vou ir tomar meu banho então, até daqui a pouco, Moreno ~
Vai lá Branquela, até. ~Moreno
Antes de tomar banho resolvi ligar para o
meu irmão.
~~~Ligação
On~~~
-Fala
pirralha. -Sua voz não negava que ele havia acabado de acordar.
-Hm... Eu
te acordei? -Perguntei
-Magina.
-Ele murmurou. -O que você quer?
-É o
seguinte. Estou indo almoçar na casa do Luan, você quer ir junto?
-Não estou
afim.
-Nem pela
Bruna? -Perguntei e depois de alguns segundos ele respondeu.
-Que horas
é para estar lá em baixo?
Ri.
-Daqui uma hora.
-Daqui uma hora.
-Meu
cunhadinho vai? -A ironia era tão clara...
-Não. Ele
não sabe que eu vou.
-Assim
está melhor. E como nós vamos?
-Iremos ir
no jatinho do Luan. -Respondi.
-Você e o
Luan? Hm... Sempre apoiei esse negócio de amizade colorida.
-Vai se
foder, Pedro! E se você se atrasar você vai ficar aqui!
-T. P. M já
chegou?
-Idiota,
vai se arrumar logo.
-Também te
amo pirralha!
~~~Ligação
Off~~~
Levantei-me e caminhei em direção ao
banheiro. Estava sentindo uma dor insuportável. Todo mês era isso, parecia que cada mês vinha a dor mais forte. Liguei o chuveiro e deixei a
água quente cair sobre meu corpo, isso era muito relaxante.
Depois de alguns minutos ali, saí e fui me
vestir.
Sequei meu cabelo com o secador e deixei-o
solto, caído nos ombros. Passei uma maquiagem clara, com sombra marrom,
esfumada com preto nos cantos dos olhos e um lápis. Na boca um batom nude.
Logo o serviço de quarto entregou meu
café, tomei e eu estava com tanta, tanta fome que eu não estava me
reconhecendo. Estava terminando meu café e ouvi meu celular vibrar.
Ei
Branquela, estamos te esperando aqui embaixo. ~Moreno.
Levantei-me escovei os dentes. Minhas
coisas já estavam arrumadas. Peguei meu celular, abri a porta e Pedro vinha em
direção ao meu quarto.
-E ai pirralha, passou um pouco do
estresse? -Ele perguntou rindo. Eu estava agradecendo que aquele clima chato
entre eu e o Pedro estava passando.
-Eu não estava estressada ok? -Caminhamos
em direção ao elevador.
Logo as portas se abriram. E podemos ouvir
a gritaria do outro lado da porta.
-Terei que ser seu segurança pessoal
hoje? -Pedro olhou em direção à porta.
-Eu acredito que sim... -Rimos.
Caminhamos para fora do hotel e a gritaria
ficou cada vez mais intensa, logo eles se organizaram, se acalmaram e então eu
pude atendê-los.

Terminei de atender os fãs que estavam ali. Pedro puxou minha mão, avistamos uma van preta estacionada em frente ao hotel e assim que nos aproximamos, à porta se abriu. Eu e Pedro entramos e Luan estava lá dentro junto com sua equipe.
-Bom dia gente. -Cumprimentei um pequeno
pessoal da banda do Luan que estava ali dentro.
-Bom dia, Branquela. -Um sorriso
apareceu no rosto do Luan iluminando seus olhos. -Senta aqui ao meu lado. -Sentei-me ao seu lado e para a minha surpresa ele afundou o rosto no meu pescoço
inalando meu cheiro e deixando um beijo no mesmo. Preciso dizer que eu arrepiei?
-Dormiu bem?
-Sim, eu dormi, ao contrário de certas
pessoas... Não é? -Passei a mão delicadamente sobre suas olheiras.
-Senti falta do seu cafuné. -Ele deu de
ombros e me deu um sorrisinho tímido me fazendo ficar toda derretida por dentro.
A van foi seguindo rumo ao aeroporto. Luan
conversando muito e fazendo muitas palhaçadas, eu era a única quieta dentro daquela Van.
Depois de alguns minutos chegamos ao aeroporto.
-Para não causar confusão ou tumulto para
nenhum dos dois, todos descem e Natacha você vai à frente do Luan, pode
ser? -Dagmar disse em um tom autoritário. Isso era característica de assessoras, só pode.
-Iremos passar pelo saguão? -Rober gritou
perguntando.
-Sim, a van não pode estacionar em outro
lugar a não ser aqui, ordens do aeroporto. -Ela respondeu.
A porta da van se abriu e assim fizemos. A
equipe do Luan foi à frente, Pedro desceu junto comigo e Dagmar, em seguida veio Luan atrás de nós. Vários seguranças do aeroporto vieram em nossa direção e
nos seguiram.
Entramos no aeroporto e não demorou a começar o tumulto. Dagmar puxou-me para irmos direto para o jatinho e Luan foi em direção onde as fãs estavam, até que uma fã me gritou:
Entramos no aeroporto e não demorou a começar o tumulto. Dagmar puxou-me para irmos direto para o jatinho e Luan foi em direção onde as fãs estavam, até que uma fã me gritou:
-Natacha, me dá um abraço e tira
uma foto comigo? Por favor!
Olhei pra trás e sorri. Olhei pra Dagmar e
assenti, ela foi comigo e mais cinco seguranças, até onde estavam os fãs e fiz o
que a fã havia pedido.
-Muito obrigada Natacha, eu sou muito sua
fã, assim como sou fã do Luan. -Ela já estava chorando há alguns minutos.
-Oh meu amor, muito obrigada viu. -Sorri
para ela e passei o dedo sobre suas lágrimas.
-Natacha, você poderia tirar uma foto
comigo e com o Luan? -Outra fã gritou em meio às outras.
Olhei para o Luan, ele sorriu assentindo.
-Claro que podemos, meu anjo. -Sorri.
Fui até onde Luan e a menina estavam e
tiramos a foto. Algumas fãs acabaram pedindo para fazer o mesmo, quiseram tirar
foto comigo e com o Luan. Já a outra parte me encaravam e feio!
Terminamos nos despedimos delas. Estávamos
seguindo em direção aonde Dagmar e Pedro nos esperavam, até que uma menina gritou:
-Natacha, sua chupa fama,
aproveitadora!
Olhei para trás assustada, mas não
consegui ver quem havia dito isso. Luan passou o braço pela minha cintura, apressando
o passo e seguimos com muita dificuldade em direção à área onde o jatinho estava,
entrei e me sentei. Eu ainda estava em choque, será que era isso que todos
pensavam de mim?
Logo senti algumas lágrimas quererem
escapar dos meus olhos, mas com muita força consegui mantê-la nos meus olhos.
Luan que estava sentado ao meu lado pegou na minha mão me fazendo olhar para
ele.
-Não deixa isso que ela falou entrar na sua cabeça. -Ele falou seriamente.
-Eu tenho que aprender a me acostumar com
isso. -Forcei um sorriso.
-Não, você não tem. Você só tem que aprender
a não deixar isso te atingir. Quem te conhece sabe muito bem que não é isso que
você é. -Ele disse olhando no fundo dos meus olhos, verdes para castanho
escuro. Ele me puxou e me deu um beijo na testa e então descansei minha cabeça
em seu ombro.

O jatinho decolou e antes que percebesse, acabei dormindo no ombro
do Luan.
(...)
-Ela é linda até dormindo né? Rapaz do céu
com essa eu até caso! -Acordei com o Luan dizendo para o Anderson.
Quando ouvi o que ele havia falado, acabei
levando um susto me afastando da poltrona.
-Estava tendo pesadelos? -Ele perguntou e
riu.
-Não. -Sorri amarelo. -Não foi nada.
Olhei para Anderson e ele ergueu as
sobrancelhas para mim, com um meio sorriso. Ergui as sobrancelhas também e
olhei para Luan que sorriu para mim. Olhei em direção a janela e me perdi em
meus pensamentos. Só reparei que estávamos em solo quando Anderson abriu a
porta do avião. Havia um carro esperando por nós. Luan abriu a porta para mim,
fui a primeira a entrar. Quem estava dirigindo ao me ver, sorriu para mim.
-Olá... Gutão não é? -Perguntei apertando a
mão que ele me oferecia.
-Fico feliz em saber que você lembra o meu
nome. -Ele puxou-me e nos cumprimentamos com um beijo no rosto.
Senti o Luan encostando-se a mim. Olhei-o
e ele estava olhando para o Gutão com uma cara fechada.
-E ai cara. -Luan apertou a mão de seu
personal.
Pedro entrou junto com nós no carro.
Dagmar, Rober e Well haviam entrado em outro carro. Gutão então acelerou.
-Cadê meu pai, cara? Achei que ele viesse
buscar a gente hoje. -Luan comentou.
-Ele iria vir, mas de última hora ele
pediu para eu vir. -Ele respondeu.
-Entendi! -Luan respondeu.
Em vinte minutos chegamos ao condomínio que Luan morava. Quando chegamos, reparei que não iria haver apenas nós, havia
alguns carros estacionados em frente à casa dele.
-Minha mãe tá doida para te conhecer.
-Luan falou enquanto andávamos rumo a casa dele. Pedro e Gutão ficaram perto do
carro conversando.
-Sério? -Perguntei surpresa.
-Sim. Ela quer saber se você é tão linda assim, como na televisão. -Ele deu de ombros e deu uma meia risada sem graça.
-Eu a entendo. Vou adorar conhecer sua
mãe. -Sorri encantada.
Entramos na casa e na sala de estar não
havia ninguém.
-Seja bem vinda à minha casa, novamente.
-Luan abriu os braços abrangendo a casa.
-Obrigada. - Ri. -Da outra vez eu não tive
essa recepção calorosa desse jeito.
Ele então tentou conter um sorriso, mas
acabou falhando.
-Vem vamos para o fundo. - Luan segurou minha mão e foi me puxando pela casa. -Oh mãe cheguei! -Luan disse em um tom alto.
-Vem vamos para o fundo. - Luan segurou minha mão e foi me puxando pela casa. -Oh mãe cheguei! -Luan disse em um tom alto.
Logo uma mulher com cabelos longos e
pretos se virou para trás com um sorriso encantador, o seus olhos estavam
brilhando. Ela caminhou até onde nós estávamos e deu um abraço apertado no seu filho.
-Oh meu filho, que saudades de você, meu
menino. -Ela disse com seus olhos cheios de lágrimas.
-Oh Mamusca, chora não. Seu filhão voltou.
-Ele fez graça. -Como a senhora está?
-Eu estou bem meu filho e você, como você
está? Tem se alimentado direito? -Seu rosto estava cheio de preocupação, mas ela
continuava com sua voz suave.
-Oh mãe, eu estou bem e olha, eu tenho me alimentado igual um boi. -Ele disse. Era impossível não rir das perolas que Luan soltava.
-E essa moça linda? -Ela me olhou com o
mesmo sorriso que havia oferecido para Luan.
-Mãe, essa aqui é a minha Branqeula. -Ele
me ofereceu a sua mão, a peguei e caminhei em direção onde eles estavam. -Branquela, essa
aqui é a minha Mamusca, Marizete.
-Prazer, Marizete. -Sorri.
-Oh minha linda, o prazer é todo meu. -Ela
me puxou para um abraço caloroso. -Quando Luan disse que você iria vir aqui eu
quase não acreditei, mas a que mais pulou de felicidades foi a Bruna. -Ela olhou
para Bruna que entrava na cozinha e logo me olhou com os olhos
arregalados. Acabei rindo. -Ela vive cheia de músicas suas no
celular, computador...
-Oh mãe! -Bruna a repreendeu.
-Você não contou que você é fã dela? -Marizete ainda segurava uma das minhas mãos. Luan riu.
-Não! -Bruna disse sem graça.
-Eu não acredito que você é minha fã e
nunca me disse. -A olhei fingindo estar brava.
Ela deu de ombros e se sentou em um dos
banquinhos do balcão ao lado do Luan.
-Eu fiquei... Com vergonha de te contar.
-Vergonha? -A olhei ainda em pé.
-Sim, você poderia achar que eu só teria
me aproximado de você por ser sua fã, sei lá. -Ela estava corando.
-Oh Bru, eu nunca iria achar isso. Eu
realmente iria gostar muito mais se você tivesse me contado. Mas você está desculpada. -Sorri.
Ela sorriu se levantou animada e me
cumprimentou com um abraço caloroso.
-E esse ai... -Marizete olhou para Pedro
que entrava na cozinha e parou ao meu lado. -Não é o seu namorado, afinal você
namora o Israel Novaes, certo?-Ela perguntou e Luan olhou para ela revirando os
olhos.
-Não, esse aqui é o Pedro meu irmão.
-Sorri. Eles se cumprimentaram.
-Eu vejo que essa beleza vem de família, não é mesmo? -Ela disse olhando de mim para Pedro.
-Eu vejo que essa beleza vem de família, não é mesmo? -Ela disse olhando de mim para Pedro.
-Eu digo o mesmo. Olhando para vocês assim
reunidos, tenho certeza. -Confessei percebendo a troca de olhares entre Bruna e Pedro.
-Olha rapaz, até que enfim confessou que eu
sou bonito! -Luan disse parecendo surpreso. Ri incrédula dele.
-Então essa é a famosa Natacha? -Uma voz
surgiu atrás de mim. Virei-me e logo vi quem falava era um homem que aparentava
estar na casa dos quarenta, cinquenta. Logo ele sorriu para mim e me ofereceu
sua mão, a apertei e nos cumprimentamos. -Eu sou o Amarildo, pai do Luan.
-Oh... Prazer, Amarildo, Natacha. -Sorri.
-Oh prazer é todo meu, fique à vontade. Se
sinta em casa viu? -Ele disse, concordei com a cabeça. -E ai filhão. -Eles se
cumprimentaram com um abraço. -Convencido como sempre hein? -Ele riu.
-Oh pai, apenas colocando em prática o que
o senhor me ensinou. -Eles riram.
-Vim te chamar para vim me ajudar a ligar
a churrasqueira. -Amarildo disse olhando para Luan.
-Demorou, você vai ficar bem ai
Branquela? -Luan me olhou tombando a cabecinha para o lado.
-Vou sim Moreno, tenho certeza que ficarei
muito bem em relação às companhias. -Disse.
-Vamos lá, Pedrão? -Luan o chamou. Pedro aceitou.
-Eu volto rápido, juro.-Luan falou atrás de mim, logo segurou em minha cintura, deu-me um beijo gostoso na bochecha e seguiu para fora da cozinha com Pedro.
Marizete olhou para Bruna e sorriu, fiquei
apenas ali sem entender.
-E você minha linda como você
está? -Marizete perguntou concentrada nas panelas.
-Só com uma cólica chata, mas estou bem.
-Murmurei.
-Eita, meu anjo. Você tomou
remédio? -Marizete perguntou preocupada.
-Não, eu ia tomar antes de viajar, mas
acabei saindo correndo do hotel. Acabei esquecendo. -Confessei.
-Eu tenho um remédio ótimo para cólica.
Vamos lá buscá-lo no meu quarto? -Bruna perguntou. Olhei para Marizete e ela sorriu.
-Vai lá minha linda, eu posso dar conta aqui sozinha.
-Vai lá minha linda, eu posso dar conta aqui sozinha.
Sorri de volta. Bruna pegou um copo com
água e me puxou em direção às escadas. Entramos em seu quarto que era todo
delicado, cada coisinha em seu lugar e longe de ser um quarto infantil. Muito
bonito, constatei. Olhei encantada para ele. E logo vi uma coisa que chamou minha
atenção.
-Então você é minha fã? -Peguei meu CD que
estava perto do seu notebook. Ela deu um sorrisinho tímido. -A quanto tempo
você é minha fã?
-Há três anos. -Ela sorriu e me entregou o
copo e um comprimido. O bebi.
-O que é isso?
-O que é isso?
-Atroveran. -Ela se sentou em uma poltrona.
-Obrigada. -disse. -Espero que isso
funcione.- Sentei-me na ponta da cama. -Já foi em algum show meu?
-Apenas em dois. -Ela respondeu. -O
primeiro foi ano retrasado, em São Paulo. -Ela parou parecendo que estava se lembrando
de algo. -O segundo foi no final do ano passado aqui em Londrina.
-O Luan foi junto? -Perguntei sem pensar.
-Não, nos dois que fui ele tinha compromisso. -Ela
respondeu.
-Você ficou na grade?
-Não. -Ela riu. -Nos dois eu fui no
camarote.
-Oh... Claro. -Mordi o lábio inferior, é claro que ela iria de camarote. -Tentou alguma vez entrar no camarim?
-Tentei uma vez, por sorteio e outra
dizendo que eu era irmã do Luan, mas nenhuma das duas deu certo. -Ela mordeu os
lábio. Ela me olhou querendo falar alguma coisa, mas logo desviou o olhar. Logo percebi o que ela queria.
-Vem
aqui? -Disse ao me levantar e abri os braços para ela, que não pensou duas vezes
e voou para os meus braços. Acabei sorrindo.
-Eu não acredito que eu acabei de realizar
um dos meus sonhos. -Ela disse manhosa.
-O outro eu posso ajudar? -Ergui uma
sobrancelha. Ela pegou o iPhone e o balançou. -Eu já devia ter imaginado
isso. -Sorri.
Ela me puxou para frente de um espelho me
deu o iPhone e fizemos careta para o celular. Tiramos uma no meu e outra no dela.
-Ficou muito boa! -Olhei a foto no
meu celular.
-Demais. -Ela sorria.
-Vou postar no twitter. -Disse. Ela me
olhou com os olhos arregalados.
Entrei e postei a foto: (Imaginem que
sejam elas)


aaaaaaaaaaaaawn que meigoooooos
ResponderExcluiramei amei amei
acredita que eu fico acordada até agora só esperando vc postar a fic? asduhsaduhsa
continue *-*
Awwwwwwnnn que perfeicão mulher,que coisa mais linda eles dois,posta a foto sim eu quero ver ;) posta mais?
ResponderExcluireu quero uma foto sua :3
ResponderExcluirtô amando amor, como sempre <3 posta mais *-* hehe
@lrdsmeuar
Nega que coisa mais linda ... Assim eu acho q o Israel devia descobrir q a Na "mentiu" pra ele e eles discutirem e terminarem, ou a Na descobrir q ele ta traindo ela e o Lu ir confortar ela e tals, e na boa prefiro a segunda opcao u.u mais confia no q vai fazer, bjs @lsmeuamoor_ posta logo u.u
ResponderExcluirquero maiiiiis
ResponderExcluirHaha ta d mais amor.só acho que ela deve ficar com o luan sabe só acho haha amando tudo
ResponderExcluir