17 fevereiro 2013

11º Capítulo

Os dias... Os meses foram se arrastando, já haviam feito 2 meses que eu e Israel havíamos terminado. Eu estava melhor do que eu merecia. Ainda não havíamos contado para a imprensa que tínhamos terminado.
Com o fim do meu namoro com Israel, eu acabei ganhando um amigo. Eu e Luan ficamos mais próximos um do outro, posso arriscar a dizer que viramos melhores amigos, mas não Luan Santana e Natacha Mendonça e sim Branquela e Moreno.
Eu e Luan iríamos ter show na mesma cidade e acabamos ficando hospedados no mesmo hotel. Eu havia acabado de chegar de um show e estava no quarto do hotel.Tinha acabado de tomar um banho estava deitada na cama, no celular e recebi uma mensagem:
 Branquela, ta acordada? : x ~Moreno
Estou sim, tá sem sono é?~ -Respondi.
Um pouco, tô querendo cafuné, vem aqui no meu quarto?~Moreno
Fala o número do quarto... ~
Quarto 216 :p ~Moreno.
Estou à caminho. ~
Peguei meu celular e fui bater na porta do Luan. Na segunda batida ele abriu.
-Estava esperando mesmo, não é? -Perguntei.
-Entra. -Ele sorriu.
Entrei e notei o violão em cima da cama.
-Estava tocando? -O olhei.
-Você me deixou com uma música do Zezé na cabeça. -Ele sentou na cama e pegou o violão. Sentei perto dele. -Eu vou ficar guardado no seu coração, na noite fria solidão, saudade vai chamar meu nome! Eu vou ficar num verso triste de paixão, em cada sonho de verão, no toque do seu telefone! Você vai ver… - Ele cantarolou acompanhado do violão.
Encaramos-nos algum tempo. Nossos olhares mais uma vez se encontraram. Meu coração disparou, relembrando a letra daquela canção. Aquilo era somente uma música para ele? 
-Então... Você não queria só cafuné quando pediu para que eu viesse aqui. -Murmurei.
-Não. Eu... Estou precisando conversar e acho que posso confiar em você. -Ele olhou o violão na cama e de novo para mim. -Posso?
-Pode. -Dei de ombros. -Se eu puder ajudar.
-Então, é que...
-Shh. -Fiz e levantei. Dei a volta na cama e sentei-me com as pernas cruzadas, encostada na cabeceira. - Vem. -Bati a mão em minhas pernas.
Ele deu um sorriso torto e se arrastou pela cama até perto de mim. Deitou a cabeça devagar em meu colo. Tirei o seu boné e comecei a afagar de leve seus cabelos. Ele fechou os olhos e respirou fundo.
Continuei fazendo cafuné por um longo tempo. Até que ele deu uma espécie de pulo e abriu os olhos e os esfregou. Ri daquilo.
-Dormiu? -Perguntei ainda rindo.
-Não. Só estava descansando os olhos. -Ele murmurou.
-Sei. -Ri baixinho. -Mas o que você queria conversar comigo, Moreno?
Ele olhou pra mim. Meus olhos curiosos. Depois puxou uma mecha do meu cabelo e começou a enrolar e desenrolar em seu dedo.
-Acho que eu estou amando alguém. -Ele sussurrou. Meu coração falhou uma batida, para logo depois acelerar.
- Sério? Quem? -Olhei com cara de desconfiada... E medo. -É sério Luan?
-É, acho que é sim!
- Mas... Por quem? -A minha voz falhou.
 -Acho melhor não falar agora. Tenho medo de estragar tudo, dela não querer nada comigo.
-Então, me diz pelo menos como ela é! -Minha voz havia descido dez graus.
-Ela é linda! Parece um anjo, sabe aquela pessoa, que parece que foi o destino que programou pra que ela entrasse em sua vida no momento certo? Toda vez que a vejo, meu coração dispara! -Ele fixou os olhos em mim. Desviei o olhar e olhei para os meus dedos, sem graça.
-Faz quanto tempo isso? -Perguntei em um sussurro
-Não sei exatamente...
- Sabe Moreno... - Voltei a fazer cafuné nele. -Eu não sou nenhuma especialista sobre o amor, mas dizem que o amar é bom, ainda mais se você é correspondido.
-Você já amou Natacha? -A sua voz havia descido alguns graus, como a minha.
-Já... Eu amei e ainda amo o Israel. -A resposta saiu da minha boca antes que eu pudesse pensar.
-Foi correspondida? -Ele perguntou em um sussurro.
- Às vezes a vida nos surpreende. Nunca sabemos o que há por vir! -Respirei fundo.
-Você é tão linda... E está solteira, como alguém já não te laçou? -Ele riu. Como alguém podia ter uma risada tão gostosa como aquela?
-Ah Moreno, o único que eu achava que havia me laçado, como você diz, você sabe o que aconteceu, ninguém me quer! -Disse e ri.
-Nossa! Se ninguém te quer, então eu estou numa seca braba aqui! Ninguém tá me querendo! -E fez beicinho. Eu ri alto.
-Ok! Ninguém tá te querendo, só quase milhões de garotas loucas pra conquistar seu coração! Só isso, bem pouquinho né?! -Zombei.
-Mas meu coração pelo visto já tem dona! -Ele sussurrou.
-E posso saber pelo menos o nome dela? Porque até agora você não me deu nenhuma pista! -Resmunguei.
Luan colocou a mão no meu queixo, foi se aproximando do meu rosto, meu coração se acelerava cada vez mais, nossos olhares se encontraram mais uma vez, verde com castanho escuro. Quando percebi, já sentia a respiração dele, seu hálito de menta batia no meu rosto. Olhei para os seus lábios, tão vermelhos e tão chamativos. Ele olhava para os meus.
-Não. -Ele sorriu e deixou-se cair em meu colo novamente. Bufei em frustração por algo que nem eu sabia.
-Luan, está tarde. Amanhã tenho que levantar cedo. -Encarei-o, erguendo uma sobrancelha.
-Hm. -Ele mordeu os lábios enquanto pensava. -Então me faz dormir rápido? -Ele deslizou a mão do meu braço até a minha mão e a apertou. -Por favor? -Ele falou bem baixinho.
-Vem logo. Preciso dormir também senhor Luan Rafael. -Murmurei.
Tirei os vários lençóis e arrumei-os. Escutei um ruído, virei para trás e olhei. Luan estava de costas para mim e havia tirado a camiseta...
Jesus!
Os braços dele estavam grossos, fortes. Os ombros largos. Parei com o travesseiro na mão, e olhando-o com cara de idiota. Quando ele foi virando, despertei. Coloquei o travesseiro na cama e então Luan cutucou minhas costelas. Dei um pulo.
-Luan! -O repreendi, me virando para encará-lo. Acabei perdendo o ar.
O peitoral largo dele, a barriga com um semi-tanquinho delicioso fazendo minha mão coçar para tocá-lo.
-Que foi? Tá sujo? -Luan olhou para baixo também.
-Não! -Falei alto demais. -Não, não. -Sacudi a cabeça. -Já estou dormindo em pé. Vem logo, quero ir dormir também.
Sentei-me na beirada da cama e Luan se jogou nela. Ele segurou em minhas pernas e me puxou para mais perto dele. Que ele não tenha percebido que arrepiei inteira, amém!
-Branquela, chega junto... -Ele sussurrou.
Eu mal tinha me ajeitado e ele já abandonou a cabeça em meu colo.
-Calma menino! -Falei rindo. Arrumei o travesseiro, me encostei e deixei-o deitar também. -Quero ver pra levantar aqui depois e não te acordar.
-Não levanta, uai. -Ele deu o sorriso torto... 
Ele deu um risinho e sossegou. Fiquei fazendo carinho nele um bom tempo. Permitir-me fazer carinho no rosto dele também, desenhando o contorno do nariz, olhos, boca dele. Um pequeno movimento me fez perceber que ele já estava dormindo. 
Eu estava quase dormindo ali também. Aproveitei a deixa e fui erguendo a cabeça dele devagar, colocando no travesseiro. Quando estava conseguindo sair da cama, as mãos dele se fecharam em minha cintura, e quando vi Luan estava agarrado a mim... Dormindo!
-Fica mais um pouquinho. -Ele sussurrou.
Olhei para a janela, as estrelas brilhavam lá fora. Respirei fundo e olhei-o, com uma carinha de bebê, grudado em mim.
-Chega pra lá, Moreno. -Empurrei-o delicadamente para o meio da cama. -Eu vou ficar. Já volto. -Sussurrei. Ele pareceu entender e afrouxou o aperto.
Levantei, fechei a cortina. Peguei meu celular no bolso da calça e coloquei pra despertar às 8 horas. Deixei-o em cima do criado-mudo e voltei para cama. Deitei devagar ao lado do Luan, sem encostar nele. Mas ele pareceu sentir. Virou pra mim e me abraçou, fortemente. Acabei levando um susto.
-O que eu estou fazendo aqui? -Sussurrei, olhando Luan dormir com a cabeça em meu peito.
Mas já que estava ali. Comecei a fazer cafuné nele, e deixei o sono se abater sobre mim.
(...)
 Acordei, passei a mão do lado da cama e não senti o Luan lá. Esfreguei os olhos e olhei ao redor do quarto... Lá estava ele. Olhando pra mim, sentado na poltrona de frente a cama. Sentei-me e vi que do lado dele tinha uma bandeja de café da manhã, parecia deliciosa, observei o quarto inteiro. Um solzinho entrava pela janela.
-Que horas são? Por que você não me acordou? Nossa Luan! -Passei a mão no rosto.
-Uma pergunta de cada vez, Senhorita Mendonça! -E riu. - Bom dia! Primeiro... Eu levantei devagar pra não te acordar. Dormindo você é linda, mais ainda. Sabia? -Ele disse. Corei. - Não estamos atrasados, desliguei seu celular pra ele não despertar.
-Você está ai me observando há quanto tempo?
- Há meia hora mais ou menos. Levanta, vem. Já pedi café da manhã, mas ainda não tomei pois estava esperando você!
-A bandeja está linda. -Levantei da cama. -Espera ai que a gente já toma café. Rapidinho! -Fui ao banheiro, me olhei no espelho. Joguei água fria no meu rosto. Fiz um rabo de cavalo, sai do banheiro, e lá estava ele, me olhando... O que será que se passava na cabeça dele?
-Vamos comer? -Ele perguntou.
-Vamos! -Respondi com um sorriso doce.
Era estranho, ele e eu, um sentado na frente do outro, como se já nos conhecêssemos há tanto tempo. 
-Obrigado pelo cafuné de ontem, dormi igual um bebê. -Ele deu um sorriso tímido.
-Mas dormiu mesmo hein? Mal deitou no meu colo, e já apagou. -Ri.
-Bem que você poderia me fazer esse cafuné todo dia, né? É tão bom. -E fez biquinho, rolei os olhos rindo.
-Acho melhor eu ir, tenho que arrumar minhas coisas, me arrumar. E acredito que você também, Senhor Santana!
-Tá, e quando a gente vai se vê? -Ele perguntou.
-Não sei Moreno. -Murmurei. -Antes de eu ir até o aeroporto eu passo aqui.
-Tá - ele levantou, e abriu a porta pra mim. -Já estou com saudades, Branquela.
Eu sorri e sai. Ele me olhou até eu chegar ao meu quarto, e quando ouviu o barulho da porta se fechando, eu o ouvi fechar a porta. Encostei-me à porta, e fui deslizando, até ficar agachada. Meu Deus o que está acontecendo? 
Perdi-me em pensamentos, levantei, e comecei a arrumar minhas coisas. Mas quase nem tinha muita coisa pra arrumar. Tinha tirado poucas peças da mala, guardei tudo. Fui pro chuveiro, tomei um banho rapidinho e troquei de roupa.
 O cheiro dele ainda estava em mim, que delicia que era! Passei uma make, básica, prendi o cabelo e escutei baterem na minha porta. Fui até ela e abri, era Simone.
-Em 10 minutos a van vai sair. -Ela disse.
-Só vou terminar de me arrumar e já estou descendo. -Murmurei
Ela saiu. Terminei de me arrumar, peguei meu celular, fui até o quarto do Luan e bati na porta.
-Vim me despedir de você. -Disse.
-Já vai? -ele perguntou dando passagem pra eu entrar.
-Já sim.
-E quando vou te ver de novo? -Ele tombou a cabeça para o lado.
-Não sei, Moreno. -Murmurei.
-Então vem aqui me dá um abraço. -Ele disse me puxando. -Vou sentir saudades. -Ele disse com o nariz entre meus cabelos.
-Também vou... E muita. -Sussurrei.
Ele apertou minha cintura e beijou meu pescoço, aquilo arrepiou e eu comecei a rir, e de repente senti que não era só um beijo. Puta que pariu! Luan estava me dando um chupão no pescoço.
-Luan que isso? -Disse saindo dos braços dele e o repreendendo.
-Gostou do beijo que te dei no pescoço? Arrepiou né danadinha? -Ele disse malicioso e riu.
-Não acredito que você fez isso. -disse olhando um tom vermelho quase na base do pescoço.
-É pra você não se esquecer de mim - Ele disse rindo.
-Muito bonito isso né? -Murmurei.
-Eu sei que eu sou bonito. -Ele ergue uma sobrancelha.
-E convencido. Preciso ir agora é sério, antes que me deixem pra trás.
-É bem capaz, nem precisam de você. -Ele murmurou.
-Então até o dia em que um de nós estiver de folga. -Disse abrindo a porta.
-Pois é... Até. -Ele sussurrou.
Dei um abraço nele e mordi o pescoço dele de vingança, ele novamente ficou me olhando até chegar ao meu quarto. Peguei minhas coisas. Felipe pegou minhas malas e descemos para o hall do hotel. Encontrei minha equipe ali. Seguimos pra fora.
Falei com os fãs que estavam ali. Entrei na van e seguimos até o aeroporto.
No caminho fiquei em silêncio deixando os pensamentos tomarem minha mente, o que era essas indiretas do Luan, ele estava deixando bem claro o que ele queria... Ou era eu que estava vendo coisas demais? Meus pensamentos foram atrapalhados pela minha amiga.
 -Na? Você está me ouvindo? Natacha. -Ela me sacudiu.
-Oi Ju, eu estou te ouvindo sim. -A encarei.
-Sei, eu estou quase 10 minutos te chamando e você ai com a cabeça nas nuvens. Literalmente. -Ela me encarava com aqueles olhos azuis.
-Não exagera okay? O que você quer loira? -Endireitei-me na poltrona.
-Onde você estava ontem, eu fui ao seu quarto e você não me atendeu.
-E-eu? Um... Eu estava dormindo.
-E hoje de manhã? Eu fui te acordar e nada.
-Eu devia estar no banho. -Dei um sorriso nervoso para ela.
Ficamos conversando mais um pouco. Chegamos no aeroporto, não tinha fãs naquela parte, estranhei aquele fato enquanto seguimos para o Jatinho. Com isso, logo embarcamos.
(...)

Haviam passado alguns dias. Hoje, sábado teríamos show em Londrina. Avisei ao Luan e ele disse que se desse iria vir me ver, pois não sabia se estaria na cidade.
Pfttt
Estava no quarto do hotel arrumando-me para irmos até o local do show e escutei batidas na minha porta.
-Já vai. -Caminhei em direção a porta e abri. No mesmo momento meu coração falhou uma batida, minhas mão suaram. Os mesmo sintomas quando eu via ele. -Moreno! -Pulei no pescoço dele.
-Isso tudo é saudades? -Ele passou os braços em volta de mim.
-Seu besta, porque você não disse que vinha? -disse dando passagem para ele entrar.
-Queria fazer surpresa. -Ele desceu seu olhar pelo meu corpo descaradamente. -Você tá linda! -Ele segurou minha mão me fazendo dar uma leve voltinha.
-Obrigada. -Olhei para os meus dedos. -Tem show hoje?
-Não, vou ficar em casa com a família.
-Ah... -Virei-me para frente do espelho e continuei me arrumando.
Ele veio até mim, me abraçou por trás e me virou fazendo com que eu ficasse de frente pra ele. Ele então se aproximou de mim, rápido. Não deu tempo de refreá-lo ou me afastar. Em um ato, a testa dele estava colada na minha, sua respiração acelerada em meu rosto, seu hálito de menta sempre presente. A mão dele foi até a minha nuca, prendendo-me a ele, fazendo um costumeiro arrepio sair da minha espinha.
-Natacha... -Ele sussurrou.
Eu não tinha como e nem queria escapar dos braços dele.
-Luan, não... -Sussurrei, sem conseguir negar realmente.
-Shh. -Ele colocou um dedo em meus lábios. -Só um pouquinho, me deixa sentir você? -E depois, com esse dedo, desenhou o contorno do meu lábio inferior. Fechei os olhos ao seu toque. Senti meu coração disparar cada vez mais.
Luan então tirou o dedo de meus lábios, foi deslizando-o levemente pelo meu pescoço, pelo meu braço, apertou minha mão. Retribuí o aperto com a mesma intensidade.
Senti a respiração dele mais próxima, podia quase sentir os lábios dele nos meus... E então...


Percebi que vocês gostam quando eu chamo vocês de bebê, é verdade? :c 
Bebês, mais um capítulo postado, consegui cumprir a promessa de postar mais cedo, agora pretendo cumprir a promessa de postar mais capítulos por dia. Nesse capítulo eu me inspirei em um dos capítulos da  fanfic "Por 1001 motivos" Então gostaria de deixar os créditos aqui pra elas, antes que chegue alguém aqui e comece a dizer coisas que não devem, espero que gostem do capítulo. Posto outro depois de no mínimo 3 comentários.

10 comentários:

  1. OMG QUE LINDOOOOOOOOOO CARA,ELES DORMIRAM JUNTOS,TÁ MAIS QUE NA HORA DELES SE BEIJAREM POXA U.U ELE TA APAIXONADO POR ELA AWWWWWNNNNNN *--*

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  2. posta maaaaais nega ta mt foda!

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  3. AWWWWNNNNN Q LINDOS O LU E A NA DORMINDO JUNTOS!! O LU VAI DEMORAR MUITO PRA DIZER POR QUEM ELE TA XONADOO??
    FC: @LuanRafaNaVeia

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  4. amei esse capitulo!!!! mas agora gostava que acontece o beijo *-* beijos maria @luans_prt

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  5. BEIJA BEIJA BEIJA, NAMORA NAMORA NAMORA, CASA CASA CASA, sou dessa seguinte opinião u.u @lsmeuamoor_

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  6. awwn ti lindo eles dormiram juntos,o Lu é um bebezão mesmo hahaha já tá na hora desse beijo acontecer né. @nathydonego

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  7. mais amor,to morrendo de curiosidade nega.dessa vez tem que rolar kkk'

    @FCLSFascinacao
    (Jessica Sales)

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  8. own, que lindo <3 dessa vez eles vão se beijar né?! haha
    @lrdsmeuar

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  9. ahhh to amando sua ficc *-* comecei a er ontem e nãoconsegui parar hahaa
    - "podia quase sentir os lábios dele nos meus… E então." "E então" o que?? '-' tava doidinha pra eles se beijarem poxaa :/
    posta mais negaaa ><
    @isisthayna

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