28 julho 2015

168º Capítulo.

Luan POV
Tudo bem, certo, ok. Então, claramente, eu tinha que reajustar meus pensamentos, um pouquinho.
Passei oito meses repetindo para mim mesmo que Natacha era um anjo inocente, meu pequeno cordeirinho.
Ela podia ser um anjo, mas também era evidentemente muito mais do que isso. A mulher que me fez entrar em colapso sobre uma mesa de trabalho, depois do melhor boquete da história era uma porra de kriptonita para mim. Ela era todas as tentações do inferno unidas, a porra do fruto proibido. Cada manifestação de luxúria, ganância e avidez, embrulhadas em um só pacote.
Agora, eu estava meio deitado com as minhas calças amontoadas nos tornozelos, a nuca latejando de dor -estou bastante certo de que caí de cabeça sobre a mesa quando meus braços não suportaram mais o meu peso-, meu membro estava débil e saciado, enquanto no rosto eu carregava uma expressão preguiçosa e abestalhada. Natacha estava ajoelhada na minha direção, correndo seus dedos pelo meu quadril e eu tentava simplesmente lembrar meu primeiro nome.
Falando sério mesmo, eu estava acabado.
Natacha Mendonça me tinha comendo na palma de sua mão e eu estava amando cada segundo disso tudo.
Apesar do assustador controle que ela parecia exercer sobre o meu corpo, mente e coração, eu não ia me permitir embarcar de cabeça nessa história na desvantagem, de forma desigual. Eu iria pegá-la de jeito e me apropriar daquela bunda dela também. Tanto no sentido figurado como no literal.
-Como estão as coisas aí, Moreno? -A voz dela enfim me tirou do transe enquanto eu permanecia deitado lá, decidindo que teríamos uma relação de propriedade completamente mútua um do outro, ainda recuperando meus sentidos depois daquele fodastico orgasmo.
 A extremidade do meu membro palpitava levemente, o que não me surpreendia considerando a atenção especial que ela dispensou naquela região. Por Deus, a imagem da Natacha me chupando como se fosse o melhor picolé existente ficaria impressa no meu cérebro pelo resto da minha vida.
-Relaxado pra caralho, considerando que estou pelado da cintura para baixo sobre uma mesa de trabalho às dezesseis horas da tarde. -Fiquei apoiado nos cotovelos meio cambaleante- desabando de novo sobre a mesa-, e vendo o sorriso presunçoso no rosto da Natacha enquanto eu também sorria para o nada, ainda com os movimentos lentos.
-Vou entender isso como um elogio.
-Era para ser um elogio. Agora, acredito que eu tenha que cumprir inteiramente minhas obrigações contratuais como seu empregador e lhe devolver o favor, certo?
Eu vou te possuir, Natacha Mendonça. E não vou te deixar escapar jamais.
-Bem, chefinho todo-poderoso, por favor, não faça nada que não seja da sua vontade. -Natacha me deu um sorriso torto, totalmente provocativo enquanto se inclinava para frente e me ajudava com as calças. Assim que minhas roupas estavam em seus devidos lugares e eu estava apresentável novamente, -tanto quanto era possível, já que estava estampado na minha cara que essa namorada e perfeita havia acabado de me dar uma chupada fenomenal dentro do escritório- sentei sobre aquela cadeira e puxei Natacha para meus braços e comecei a abocanhar o pescoço dela.
T-Wayne - Nasty Freestyle
Ela montou sobre meu colo na cadeira. Seus joelhos estavam em cada lado dos meus quadris. Eu gemi, jogando a cabeça para trás quando ela bateu na minha já latente excitação. O tempo de recuperação da minha ereção quando estava perto dela era fodidamente impressionante. Ela se sentou de joelhos até que sua cabeça ficou mais alta do que a minha e eu fiquei com os olhos na porra do nível dos seus peitos. Eu enterrei meu rosto na minhas meninas, fazendo com que ela risse.
Segurei em suas costas, coloquei minhas mãos mais para baixo e puxei a renda que cobria seus mamilos da minha boca. Ela choramingou e correu os dedos pelo meu cabelo. Eu empurrei para fora a blusa por seus ombros deliciosos, beijando as tiras do sutiã quando sua camisa caiu para os cotovelos. Natacha se moveu um pouco, deixando a roupa cair no chão. Ela sentou-se novamente de joelhos e usou uma mão para desabotoar o sutiã. O sutiã ficou frouxo e ajudei-a a retirar a peça, jogando-a em algum lugar atrás de nós.
Ela bateu os lábios macios nos meus, enquanto ela continuava a esfregar seus quadris contra mim, ganhando um gemido gutural profundo de mim. 
 Suas mãos viajaram do meu cabelo para meu rosto e minha cabeça inclinou ligeiramente para dar um acesso mais profundo dentro da minha boca. Minhas mãos apertaram sua bunda firme, orientando seus movimentos para alimentar o meu desejo de estar profundamente dentro dela.
-Eu sequer sonharia em fazer algo que eu não tivesse vontade, Srta. Mendonça. -Assegurei, falando contra a pele perfumada dela, no melhor tom distante, calmo e recatado, próprio de um chefe. Eu já havia decidido que era o melhor modo de me dirigir a ela para o que eu tinha planejado a seguir.
-Okaaay, vou morder a isca, então, o que você quer fazer? -Natacha perguntou, correndo suas mãos pelo cabelo e apanhando a isca que eu tinha deixado à disposição dela. 
Bom peixinho obediente.
Em resposta, deslizei minhas mãos dos ombros dela ao mesmo tempo em que comecei a erguer a cabeça. Então, em perfeita sincronia, dei um agarrão no bumbum dela enquanto fitava intensamente seus olhos. Natacha assustou-se num sobressalto, arregalando os olhos verdes, mas eu estava satisfeito em enxergar o desejo fluindo ali prontamente.
Perfeito.
Meu anjo tinha um verdadeiro demônio interno, que morria para vir à tona, se libertar para brincar, e eu iria estimular essas duas naturezas nela. Além disso, quando chegasse ao cabo dos meus planos, Natacha iria implorar para que eu tomasse posse dela. Algo que eu, sem qualquer sombra de dúvida, estava decidido em fazer.
-O que eu quero... -Respondi, baixando meu tom de voz e plantando um beijo leve, superficial em seus lábios. -É que você levante sua saia e se debruce sobre a minha mesa, por favor.
Ela me fitou, apreensiva, antes de se levantar e ficar diante da mesa. Então a maldita provocadora me lançou um olhar tímido e sexy como o inferno sobre seu ombro, lentamente abaixando o zíper lateral de sua saia.
E como, pelo amor de tudo o que é mais sagrado, eu vou conseguir aguentar até o fim quando apenas um olhar dela fazia com que eu quisesse implorar?
A saia caiu na altura de seus tornozelos, expondo o seu virginal fio-dental aos meus olhos famintos. Quando Natacha se inclinou sobre a mesa, empinando seu traseiro, deixei escapar um gemido de desejo que eu sabia ter sido ouvido por ela. 
Inclinei-me arrogantemente na cadeira de modo que seus quadris estavam bem diante do meu rosto. Eu sabia que Natacha tinha ouvido o guincho do couro quando me mexi, mas ela não se virou ou ficou tensa. Entendi isto como um sinal de que ela não estava nervosa, embora tenha aprendido o suficiente sobre Natacha para saber que ela não demonstraria mesmo se estivesse.
-Mmm... Você gosta de ficar nesta posição tanto quanto eu gosto de te ver assim? -Perguntei a ela na minha voz mais grossa. Natacha fez menção de virar sua cabeça, sem dúvida para me dar uma reposta sarcástica e totalmente incendiária, mas eu ordenei bruscamente. -Não se vire, por favor.
Bastaria apenas um olhar em meu rosto, e ela perceberia na hora o quanto eu estava desesperado para tê-la, e eu precisava manter pelo menos a ilusão de um homem controlado. Surpreendentemente Natacha seguiu minha ordem, mantendo sua cabeça virada para frente enquanto respondia suavemente a minha pergunta.
-Eu tenho o pressentimento de que você está aproveitando tudo isso mais do que eu, senhor Santana.
Safada perceptiva.
-Você pode estar certa, Amor. -Concordei sombriamente, porque sem chance de alguém neste planeta ter alguma vez apreciado uma vista tanto quanto eu estava adorando esta aqui. -Mas mais uma vez, nós não estamos aqui para o seu prazer.
-E-eu achei que nós estivéssemos aqui para você retornar o favor? -Natacha gaguejou, o seu corpo inteiro estremecendo com o excitamento. Aproximei-me e comecei a correr minha mão para cima e para baixo de sua coxa, indo do seu joelho até bem abaixo do seu centro.
-Dificilmente. -Bufei, embora aquilo fosse exatamente o que eu iria fazer. -Nós estamos aqui para eu punir você.
Os seus dedos se apertaram nas bordas da mesa quando me levantei abruptamente, me certificando de que ela ouviria a batida da cadeira contra a janela.
-Por quê? -Ela arfou, suas costas subindo e descendo rapidamente conforme sua respiração acelerava no que poderia ser excitação ou apreensão. 
-E eu preciso de um motivo? -Perguntei-lhe em uma voz de desdém. -Que tal por você ter me atormentado antes do trabalho? Dizendo para eu manter minhas mãos para mim mesmo. -Soltei um muxoxo, descendo minha mão gentilmente por sua espinha, o que contrastou diretamente com a dureza do meu tom de voz. -Como se alguma ordem conseguisse me manter longe de você. Peça desculpas por tentar me torturar, por tentar me seduzir com o seu corpo e por me deixar insatisfeito. Desculpe-se. Agora. E talvez eu não lhe castigue.
Eu quase fiz uma dancinha feliz quando Natacha entendeu a minha jogada, e ainda melhor, quando ela começou a fazer parte da brincadeira com entusiasmo.
-Nem que o céu caia, eu vou pedir desculpas a você. -Ela me respondeu em uma voz desafiadora, jogando seus gloriosos cabelos castanhos por sobre um ombro e rebolando aquela doce bunda para mim. -Faça melhor, infeliz. Eu não tenho medo de você.
Porra, como eu amo esta mulher!
 Aproximei-me por trás, sentindo o calor irradiando da sua pele nua.
-Oh, Natacha. -Sussurrei baixinho em seu ouvido, em um falso tom de desculpas. -Você realmente não deveria ter dito isso.
Então levei minha mão bruscamente até a sua nádega esquerda, provocando em grito seu e uma palpitação em meu membro. O grito foi seguido por rosnado quando bati nela mais uma vez.
Eu já havia tentando vários níveis de joguinhos sexuais com as mulheres ao longo dos anos, mas dar uns tapas no traseiro da Natacha, enquanto ela estava debruçada sobre uma mesa me excitava mais do que nunca. Mas bem, em justiça a todas as outras mulheres, Natacha até mesmo fazendo porra nenhuma era capaz de me excitar mais do que qualquer outra já conseguiu.
-Você gosta disso, sua provocadorazinha? -Grunhi para ela, mal me controlando para não roçar em sua perna como um cachorro. Eu precisava me lembrar de que isto não tinha como objetivo me dar prazer; isto era sobre ela. Sempre sobre ela. -Esfregando este corpinho apertado contra mim e não me deixando tocá-lo. Que maldita provocadora você é, não? Me responda!
-Vá se foder, seu idiota. -Natacha devolveu insolentemente. Passei para o outro lado de seu traseiro e bati levemente mais uma vez, amando o som da minha mão atingindo a sua carne. Eu estava sendo incrivelmente cuidadoso com a quantidade de pressão em sua pele, mas no caso de ela não estar gostando do meu tratamento, levei minha outra mão até entre suas pernas para me certificar de que isto estava deixando-a excitada.
Oh, sim. Aquilo estava definitivamente funcionando.
Meus dedos voltaram pegajosos, e Natacha relutantemente deixou escapar um gemido.
-Haha! -Gargalhei desagradavelmente para ela, dando mais uma palmada de leve. -Você arruinou essa sua calcinha de rendas, minha provocadorazinha. Dada a sua atual condição, você não acha que deveria estar implorando para eu foder você ao invés de mandar eu me foder?
-Por favor. -Ela riu, mas a risada estava deformada pelo desejo. -Eu acho que consigo encontrar alguém melhor qualificado que você para me aliviar.
Eu rudemente agarrei seus cabelos, puxando sua cabeça para trás para poder sussurrar minha reprimenda contra seu ouvido delicado. 
-Maldita. Resposta. Errada.
Eu estava perdendo o controle com rapidez, então não foi minha culpa quando praticamente rastejei para cima dela, meu peito colado às suas costas. Só um pouco, prometi a mim mesmo.
-Feche os olhos, vire a cabeça e abra a sua boca. -Natacha tremeu sob mim, mas obedientemente fechou seus olhos e virou cegamente a cabeça em minha direção.
No segundo que sua boca se abriu minha língua já estava em sua garganta, prendendo-a no lugar com uma mão na base do seu pescoço. Natacha me beijou de volta com vigor, gemendo em volta da minha língua intrusiva. Quando senti suas unhas arranharem meu cabelo, relutantemente me afastei.
-Você vai implorar. -Respirei em seu rosto, contente por seus olhos ainda estarem fechados. -Somente quando eu estiver satisfeito darei o que você quer.
A deixei absorver minhas palavras e dei um passo para trás. O som do meu cinto sendo aberto fez Natacha vacilar, sua respiração alta e irregular. Meus olhos estavam fixos na curva do seu agora corado bumbum, então eu facilmente percebi quando ela tentou discretamente esfregar as pernas uma na outra.
Meu cinto se desprendeu completamente bem no momento em que vi Natacha tentando aliviar a sua excitação, que escorria por suas pernas. Enrolei a tira de couro em meu pulso uma vez, então eu conseguiria controlar melhor a velocidade e força, e a estalei levemente contra o interior de sua coxa. A intenção não era provocar dor, e sim o choque do couro contra a pele desprotegida.
-Pernas abertas. -Avisei. -Isto é, a menos que você implore para mim. Neste caso, você pode envolvê-las em meu pescoço enquanto eu lambo você to-di-nha.
Natacha grunhiu em frustração e separou suas pernas minimamente. Não o suficiente.
-Mais. -Ela as separou um pouco mais, e eu brandi meu cinto em seu traseiro como forma de aviso. -Mais abertas! O máximo que você aguentar.
Ela obedeceu, expondo mais de sua calcinha branca arruinada, e eu não pude conter um gemido alto diante daquela visão. Natacha deu uma risada quando me ouviu gemer, fazendo-me mais uma vez amaldiçoar minha falta de auto-controle.
-Acha isso engraçado? -Me virei, onde encontrei o ângulo perfeito, e me certifiquei de que tinha o cinto firme em minhas mãos. -Veremos quem vai estar rindo quando eu terminar. -A acariciei por cima de sua calcinha, sentindo-a praticamente pulsando sob meus dedos. Natacha soltou um soluço estrangulado, e eu soube que ela estava mordendo seu lábio. -Você mexeu com o cara errado. Agora eu tenho que mostrar a você o que acontece quando se brinca comigo.
Levei a tira de couro até ela rapidamente, não contra seu traseiro, mas entre suas pernas, de maneira que ela raspou de leve seu clitóris. Novamente não o suficiente para machucá-la, e sim o bastante para causar uma pitada de prazer.
-DEUS! -Natacha guinchou, batendo com suas mãos na mesa e trazendo um sorriso aos meus lábios. Eu poderia dar uma de presunçoso, se não fosse pela dor latejante em minha virilha. 
-Qual vai ser, Natacha? Luan ou Deus? Você pode me chamar por qualquer um dos nomes, desde que isso seja acompanhado pelo doce som da vitória das suas súplicas por mim.
Continuei estalando o cinto contra ela, tomando o cuidado de acertar em cheio seu centro nervoso. Como previ, Natacha foi descuidada lá pela terceira pancada, balançando seus quadris na esperança de criar maior fricção tanto quanto tentava escapar da deliciosa tortura. O couro preto do meu cinto estava úmido com seus sucos, e vê-lo brilhando daquela forma me deixou ofegante como um demente.
-Implore. -Ordenei a ela, esperando que ela desistisse e então eu poderia me enterrar dentro dela. -Porra, peça!
-N-não! Eu não vou implorar! -Sua voz era de longe a desafiadora de antes; ela estava desesperada; a um passo de dar o braço a torcer.
-Você é minha e você vai fazer o que eu estou dizendo. -Falei claramente, abandonando o cinto e brincando com seu clitóris com meus dedos. -Eu quero que você se desculpe por me provocar e exija que eu te possua.
Desista logo, amor. Eu não sei quanto tempo mais consigo brincar desse jogo. Eu preciso tanto de você...
Natacha deu um soco em sua mesa, derrotada, me fazendo ranger os dentes com a ideia de ela se machucar.
-POR FAVOR! -Ela gemeu alto, empurrando seus quadris em minha mão. -Me desculpe por provocar você, por favor, por favor, me fode.
Música para os meus ouvidos. A virei de frente para mim assim que as palavras deixaram sua boca, sem ter forças para me vangloriar por enquanto. Natacha tinha cedido primeiro, mas eu estava prestes a esquecer a necessidade de tê-la implorando e apenas dar a nós dois o que tanto queríamos, necessitávamos.
Quando ela estava cara a cara comigo eu agarrei firmemente seu traseiro e forcei suas pernas a se enrolarem em minha cintura, grunhindo quando o seu ponto úmido fez contato com minha ereção. Nossas bocas se uniram em um beijo tão feroz que eu pude sentir o gosto de sangue. A princípio não soube dizer se o sangue era meu ou dela, mas depois que permiti aquele gosto preencher minha boca faminta, o sabor adocicado me deu a absoluta certeza de que o sangue era dela.
Enquanto nos forçávamos e empurrávamos e nos atirávamos contra o outro, eu nos movi, então agora Natacha estava com suas duas mãos sobre a mesa outra vez. Eu puxei sua calcinha totalmente encharcada e gemi. Enfiei dois dedos sobre sua fenda.
-Oh Deus, Branquela, você está tão molhada. -Eu ofeguei enquanto puxava sua saia para cima e apertava seus quadris para trazê-los para perto de mim. -Baby, se apoie nos cotovelos. -Disse antes de me empurrar forte dentro dela. Natacha caiu em seus braços a partir da força que eu usei.
-Porra, Luan. -Ela engasgou, empurrando contra mim para me encontrar em meu impulso. Eu grunhi em resposta.
-Você é tão apertada desse jeito, porra. -Eu gemi quando ela empurrou para trás mais forte. Eu me inclinei pra frente e peguei um punhado de cabelos na minha mão, enquanto a outra ainda agarrava em seus quadris.
-Sim, porra sim! -Ela gritou, enquanto arquejava forte. Eu a puxei um pouco mais enquanto movia a minha outra mão e revirava seus mamilos com os dedos. Nossos corpos estavam se movendo em ritmo perfeito e estavam cobertos pelo brilho luminoso do suor.
-Ugh... Natacha... Porra. -Eu arfei chegando perto. Porra. Eu levei a minha mão ao seu mamilo duro e viajei para o sul encontrando seu clitóris inchado e rígido. Eu esfreguei freneticamente contra ele, apertando e puxando na esperança de que ela atingiria seu orgasmo em breve. Eu não iria durar muito mais tempo.
-Eu vou... Vou... Oh Deus! -Natacha ofegou entre respirações e suas paredes me agarraram com tanta força que eu não consegui parar de segui-la. Continuei empurrando para prolongar nossos orgasmos. Nossos nomes se misturavam no ar junto com as calças e o cheiro de sexo. Natacha se empurrou contra mim e caí com ela no meu colo em uma cadeira atrás de mim.
Meus braços se enrolaram em torno de seu corpo pequeno e nós dois tentamos recuperar o fôlego.

JE-SUS! AS CALCINHAS DE VOCÊS ESTÃO COMO? QUERO UM SR. SANTANA DESSE NA MINHA VIDA, AINDA MAIS SE FOR FAZER O QUE ESSE HOMEM FAZ! O que acharam do capítulo de hoje? Não levo todos os créditos sozinha, contei com uma inspiração de outra Fanfic que li, e como prometi, os créditos virão ao final. Mas bem, o que dizer desse capítulo puramente -que não tem nada de puro- sensual? Vou até evitar de falar muito por aqui hoje e deixar as palavras com vocês. 
Espero de coração que tenham gostado! E se leram junto com a música, o clima ficou muito melhor! 
Para quem chutou que eles fariam coisas no escritório, acertouuuu! Hahaha tava tão óbvio assim? 
Sabe o que me deu ideia esse capítulo? Uma fanfic onde o Luan seja um empresário, engravatado que emane poder... Idéias à mil aqui! O que me dizem?
Estou sentindo falta dos comentários pessoal, não queria voltar com isso, mas estou totalmente tentada à voltar com as metas, espero não precisar disso. Não é uma ameaça, mas é só uma troca justa, conto com vocês.
Não vou enrolar muito hoje, até pq estou sem fôlego junto com eles hehe
Comentem o que acharam, estou devendo as respostas, mas vou responder, alguma hr consigo, sabem como é a escritora de vocês né kkkk
Antes de qualquer coisa, quero agradecer a todas que mandaram Feliz dia do escritor, para mim. Me senti tão honrada, vocês não tem ideia! Realmente me senti importante!
Amo vocês, até o próximo! <3

12 comentários:

  1. MEU DEUS QQ FOI ISSO O.O
    O que eu achei??? É obvio que foi MARAVILHOSAMENTE PERFEITO,E COM MUUUUITA SAFADEZA TAMBÉM NÉ HÁHA.
    Estou precisando de um Luan desse também kkkkk..
    Te amamos tbm... agr tem que continuar ne hahaha bjs MELHOR ESCRITORA DO NEVERSO ♥♥♥

    ResponderExcluir
  2. Meus sinceros puta que pariu! Nat sua puta estou umidificada, impactada e tudo que tiver ada haha - cade um Sr. Santana desse na minha vida??? Não tem - apenas quero o próximo capítulo obrigado!

    ResponderExcluir
  3. Que porra de capitulo sa porra raaaza Nat do seu. Esse Sr.Santana molhador de calcinhas kkk mdss eu preciso de um desses pra mim .. orra melhor hot pqp sem palavras .. e poste o outro logo beiju

    ResponderExcluir
  4. Q cap foi esse omg!!
    Sr. Santana venha mim aq em casa poor favoor (kkk)
    conttt Na amoo vc tbm bjokaas

    ResponderExcluir
  5. A garota me escreve umas coisas dessas e pergunta como que estão as calcinhas? -__- 👌

    Natacha eu vou te bater se você não continuar.
    Cara ta um hot perfeito, (minha cara 👌😏 do jeitinho que eu gosto) e esse senhor Santana? Preciso de um desse na minha life pra ja!!

    Poste mais! Logo!

    Beijus gata da sua leitora mais linda de todas u_u
    Wendyzinha 💃

    ResponderExcluir
  6. O que foi esse capítulo?! Meu pai amado, nada a declarar, estou me recuperando ainda. Só digo que está de PARABÉNS. PERFEITO. MARAVILHOSO. Adorei a idéia de uma próxima fic com um Luan Grey, kkkkkk. Quero o próximo o mais rápido possível viu. Beijão!

    Nayara.

    ResponderExcluir
  7. Ah Natacha essa era minha fanfic preferida e agora eu reli ela pela milésima vez, é tão chato ver que você não ta postando sempre sabe? Lembra que antes tinha 20 comentários agora não tem mais, pq as pessoas (assim como eu) cansaram de esperar p ver um capítulo à cada dois meses entende? Eu amo muito a sua fanfic, muito mesmo!!! Desculpa por essas palavras é que eu realmente precisava falar isso ���� volta a ser como era antes pfvr

    ResponderExcluir
  8. Uauuuuu
    Você lacraaaa
    Safadaaammmm
    Quero mais
    Miih

    ResponderExcluir
  9. MDS... Que capítulo foi esse, vc sem dúvidas é a melhor. Queroo mais.
    Betty

    ResponderExcluir
  10. Que capítulo foi essse muie do céu ameii preciso new falar neh meu Deus arrasando sempre nos capítulos

    Regina (reh)

    ResponderExcluir
  11. Sem comentários para esse Hot. MDS! QUE FOI ISSO? GZUISS AMADO. Necessito de um Sr. Santana pra mim haha! Foi perfeito. Necessito de mais.

    ResponderExcluir
  12. Eu tô aqui em 2018. Mas não quero sair ,vou atrás do primeiro post.Maravilhoso

    ResponderExcluir