Natacha POV
-Amor? -Balancei a cabeça, o olhando. -Está tudo bem? -Luan se virou, limpando algumas lágrimas que haviam escorrido. Coloquei minha mão de encontro à sua.
-Sim. -Funguei, abrindo um sorriso enquanto olhava aquele homem à minha frente. Luan correspondeu. -Eu amo você!
-Eu também te amo, Branquela! -aproximou seus lábios e me olhou nos olhos. -Eu também te amo! -Repetiu.
Desviei meu olhar para Rodrigo, ele olhava na mesma direção que eu olhava segundos atrás. Seus olhos desviaram e focaram em mim, eu sabia, ele também tinha visto o mesmo que eu. Sorrimos cúmplices um para o outro, seguido de uma piscadela da parte dele.
-Obrigado pelas belas palavras, Elisa, tenho certeza que onde quer que ela esteja, ela ficou muito mais feliz ao ouvir isso. -Rodrigo abraçou minha mãe e voltou a se sentar. -Agora sim, acho que podemos começar. Como eu havia dito antes, não é nosso costume convocar uma reunião sem antecedência. O inquérito ainda está correndo na justiça, ao que tudo indica, os donos do local responderão pela imprudência. Mas o foco da nossa reunião de hoje é falar sobre o que nos restou. -Ele suspirou. -Tivemos instrumentos perdidos, todo o cenário e suas estruturas virou pó, o que nos trouxe um grande prejuízo. Mas, o que mais nos preocupa é em relação a nova turnê que estava marcada para o começo do ano que vem.
-Não podemos colocar ela na estrada? -Perguntei aflita. Céus, o que era isso?
-Temo que não. O nosso jogo sempre foi, gravar o DVD e com isso chamar o público para ter vontade de assistir à turnê. Sem o DVD... Ficamos sem o que fazer.
-Não temos como fazer uma nova gravação? -Arnaldo questionou.
-Não temos estrutura para isso, tudo que foi gasto para a gravação do DVD, não teve o seguro de volta. O caso é, teríamos que fazer cortes na empresa, duvido muito que seria o melhor caminho.
-E é ai que eu entro na história! -Pedro levantou assustando a todos nós. O que ele ia aprontar dessa vez. -Bom, estando ciente de tudo que estava acontecendo, uma luz me iluminou e tive uma extraordinária ideia!
-A ideia já foi apresentada a mim. -Minha mãe começou, enquanto Pedro arrumava alguns papeis e mexia no computador que se ligava ao monitor de tela na parede. -Confesso que realmente me surpreendeu e esperamos que surpreenda a todos vocês.
-Bom... -Pedro começou a falar. -Estou sempre tentando me manter atento ao mundo da música, principalmente, lá fora. Muito do que prestei uma grande atenção, foi à forma como suas turnês são feitas, como o jogo de marketing está ligado nisso. Voltando para o que nos rodeia, percebi algo não muito agradável, que é como os fãs se comportam ao relacionamento da Natacha e do Luan.
-O que uma coisa tem a ver com a outra? -Indaguei. Onde ele queria chegar?
-Você vai saber. -Ele piscou para mim. -Percebi como os números de venda diminuíram, fora que encontramos fãs nada satisfeitos com o rumo que tudo vem tomando. -Ele andou pela sala, confiante naquilo que fazia. -Pensando assim me surgiu a ideia de juntar o útil ao agradável. É ai, que o Luan entra, e vocês entenderam o motivo da equipe dele ter sido convocada para essa reunião também. No caso, juntaríamos Natacha Mendonça e Luan Santana em um único jogo.
-O que? Você sugere que formemos uma dupla sertaneja? -Luan perguntou totalmente confuso. Assim como todos nós.
-Iss... Não! Eu vou chegar lá! -Ele bebeu um gole da sua água e voltou a explicar. -Como eu disse, ando sempre atento ao que acontece no mundo lá fora. Algo que me chamou a atenção foi a maneira como eles produzem tal coisa, e porque não usarmos a mesma ideia? Jonas Brothers e Demi Lovato são o exemplo que trago aqui hoje. Como muitos o conhecem, eles estouraram logo depois que se juntaram para fazer o filme da Disney, Camp Rock. Eles se juntaram e fizeram juntos, uma única turnê pela estrada, como podemos ver aqui. -Ele deu play em seu controle e imagens de show na turnê deles eram passadas na tela.
-Como isso poderia ser feito, temos pouco tempo para produzir algo tão grandioso? -Rodrigo perguntou interessado.
-A base da ideia é essa, mas obviamente aperfeiçoaríamos ela para nós. -Pedro pausou as imagens. -A questão do DVD não é tão valorizada lá fora, como aqui. Eles trabalham apenas com álbuns, o CD e isso nós já temos. No caso, acredito que boa parte do fandom não aceita o relacionamento por falta de conhecimento. Os fãs da Natacha não conhecem o Luan e os julgam pelo que a mídia diz que ele é. Vice versa. Com a turnê, ambos juntos, teríamos a oportunidade perfeita para unirmos esses fãs e os fazerem conhecer, ter mais contado com ambas as partes.
-Sendo assim, como isso seria? -Perguntei, até que era muito interessante isso.
-Simples, o tempo que a turnê dura em seu normal, seria divido para os dois em tempos iguais. Ou aumentaríamos o tempo, mas dividiríamos igualmente. O caso é, todos os shows, os dois estariam juntos, na mesma noite. Um poderia participar do show do outro, cantando sucessos juntos, ou até mesmo, composições de vocês dois. Seria uma ótima jogada, o Príncipe se juntaria a Princesa do sertanejo. Um poder inigualável para o marketing. O que me dizem?
A sala toda estava em um profundo silêncio absorvendo toda ideia jogada em nós. Dagmar e Anderson cochichavam entre eles, assim como Rodrigo, Elisa e Arnaldo. Luan e eu olhávamos um perdido para o outro, totalmente sem palavras. Pedro aguardava ansiosamente em pé, a resposta dos principais.
-Isso... É seriamente... A melhor ideia que eu já ouvi em anos. -Rodrigo quebrou o silêncio. Pedro exalou alto. -Falando por todos da nossa equipe, nós aceitamos, sem objeções. Mas e vocês? -Ele olhou na direção de Dagmar e Anderson.
-Bom, concordo com você, a ideia é esplêndida, porém, ainda resta uma dúvida. Turnês precisam de investimentos, como isso será feito?
-Pensamos nisso também. -Minha mãe tomou à frente. -A parceria seria financeira e social, cada um teria 50% dos investimentos e dos seus lucros.
-Sendo assim, nós estamos dentro.
-Nós agora precisamos saber dos principais, Natacha e Luan, o que dizem? -Rodrigo perguntou. Senti Luan apertar levemente nossas mãos que estavam entrelaçadas.
-Me pergunto como não tivemos essa ideia antes. Nossa maior preocupação era com os nossos fãs, se isso é uma garantia de que temos uma chance pra reverter isso, eu estou dentro. -Ele sorriu. -Sem falar que, passarei 24 horas praticamente colado com você. -Ele piscou seu sorriso torto pra mim e posso jurar que ouvi todas mulheres presentes dentro da sala, inclusive as secretárias, suspirarem.
-Filha, só falta você. -Elisa chamou minha atenção e só então vi que todos olhares estavam sobre mim.
Ponderei por um momento toda essa proposta jogada sobre nós. Humpf... A quem eu quero enganar? Tudo o que eu poderia pensar eram nas 24 horas juntos que teríamos, sem tempo para sentirmos saudades um do outro. Sem precisar ficar semanas sem nos vermos. Não tinha o que pensar. Eu já sabia a minha resposta.
-O que estamos esperando para começarmos a trabalhar niss? -Perguntei retribuindo o sorriso do Moreno ao meu lado.
Pedro sorriu vitorioso e Elisa respirou fundo sorrindo novamente a Roberto. Luan beijou minha bochecha. A reunião terminou com uma nota alta, todos satisfeitos e entusiasmados com a direção que tudo tinha tomado.
-Se nos permitem, gostaríamos ajustar alguns detalhes a sós. -Roberto se levantou.
-Mas é claro senhor, além do mais a reunião já está terminada. -Anderson apertou as mãos de Roberto e minha mãe, e saiu acompanhado de Dagmar.
-Eu espero você lá fora, não demore. -Ele beijou-me antes de sair acompanhando sua equipe.
Restando apenas a minha equipe na sala, voltamos para os outros assuntos pendentes, como a agenda de shows, participações na mídia, encontro com fãs e por ai voamos.
(...)
Quando saímos da sala de conferencias, notei a recepção vazia, apenas com Aline trabalhando em sua mesa. Notando minha presença e meu olhar confuso, ela sorriu.
-Todos já se foram, apenas Luan resolveu esperar por você, no seu escritório.
-Hm.. Ok, muito obrigada. -Sorri complacente, seguindo para o elevador e descendo até o andar onde ficava a minha sala.
Aquela sala era pouco usada, poderia contar nos dedos quantas vezes a usei. Achava até desnecessário ela ocupar um andar por inteiro, mas eu não iria contestar, afinal. Chegando na porta da minha sala, bati na porta de leve, embora a sala fosse minha e eu sabia que ele estava lá.
-Pode entrar! -Ouvi sua voz resmungar do outro lado.
Abri a porta e a carranca no rosto dele automaticamente desapareceu, não porque Luan não queria me dar uma careta feia, mas porque seus olhos imediatamente se grudaram nos meus seios.
Homens.
Esperando não parecer uma abobada, tranquei a porta rebolei os quadris enquanto me aproximava da mesa onde ele estava sentado, com toda a atenção dele voltada para mim enquanto me movia.
Ele ali sentado sobre aquela enorme cadeira, atrás daquela mesa, fez minha mente correr pela imaginação.
Earned it - The Weeknd
-Então, Sr. Santana, -sorri maliciosamente para ele, dando a volta na mesa para me inclinar nela, ao lado do "Chefinho". -Como está sua tarde?
Ele levou um minuto para perceber que eu tinha falado, e alguns minutos a mais para processar minhas palavras, então, finalmente soltou, entrando no jogo.
-Longa.
-Oh, pobrezinho. -Falei numa voz doce, enquanto meus dedos massageavam e pele exposta por causa das mangas enroladas até o cotovelo de seu antebraço, apoiado no descanso lateral da cadeira. -E tem sido dura, também?
Luan estava trêmulo sob meu toque, fazendo-me ficar maravilhada mais uma vez com o efeito que eu causava nele. Seus olhos dançavam entre meus dedos em seu braço e meus lábios, enquanto ele se inclinava na minha direção em sua cadeira, parecendo que estava prestes a dar o bote, lambendo seus próprios lábios.
-É.- Ele falou num tom rouco para mim. -Tem, hum, sido uma tarde muito dura.
Nós dois começamos a rir por causa de como era clichê que nós fizéssemos isso no meu escritório.
-Bem, como sua secretária, Sr. Santana, sinto que é meu dever aliviar um pouco desse seu estresse. Você gostaria que eu fizesse isso? -Eu já estava me aproximando dele, inclinando-me na direção de sua boca.
-Eu penso que é meu dever como seu empregador, lhe retribuir o favor, Srta. Mendonça. -Luan me respondeu, de prontidão, mais focado agora que um objetivo estava claro em sua mente. Seus olhos estavam fixos nos meus lábios e suas mãos tremiam.
Afastei-me dele abruptamente, antes que pudesse ser distraída do meu objetivo com um beijo, e Luan fez biquinho para mim como se alguém tivesse acabado de queimar a árvore de Natal iluminada e todos os seus brinquedos novinhos em folha debaixo dela, junto.
-Eu quero que você se sente na mesa. -Expliquei para ele, organizando a logística dos meus próximos movimentos mentalmente, enquanto retirava meu blazer.
Eu esperava que ele me desse um olhar inexpressivo e um sermão dizendo que não o controlo, mas ao invés disso, Luan saltou da cadeira, derrubou o teclado no meio do caminho e se empoleirou sobre a mesa, sentando de frente para mim. A perna dele balançava para cima e para baixo impacientemente e ele começou a me questionar ansioso.
-Você vai me beijar? Eu realmente acho que você deveria me beijar. E, vai ficar entre as minhas pernas? Você se sentiria ótima se esfregando em mim assim. Talvez, devêssemos ir para o sofá, aí você pode deitar em cima de mim...
Enquanto ele tagarelava, eu subi na cadeira e sentei de joelhos, deixando minha cabeça na mesma altura da cintura do Luan. Quando terminei de me acomodar, estendi o braço e coloquei um dedo sobre os lábios dele, parando seus devaneios. Também tive que ignorar o modo como a língua dele deu uma escapadela para lamber meu dedo ali.
-Luan. -Falei em tom de aviso, olhando diretamente naqueles olhos castanhos exageradamente empolgados enquanto ele chupava meu dedo para dentro de sua boca. -Eu não vou fazer nenhuma dessas coisas.
A velocidade na qual a decepção se registrou no rosto dele foi incrivelmente cômica, mas tendo aborrecido o pobre homem suficientemente, rapidamente dei as boas notícias para ele.
-Eu não vou fazer nenhuma dessas coisas, mas, eu irei te chupar bem gostoso assim que abrir esse zíper aqui.
Luan gemeu meu nome com a boca ao redor do meu dedo, fechando os olhos com força a medida que o som das minhas palavras o atingia, e em seguida abrindo-os num estalo quando me sentiu colocando outro dedo dentro de sua boca.
-Sabe. -Falei para ele, fascinada e ansiosa por prolongar a tortura. -Você sugando meus dedos assim é uma sensação surpreendentemente boa. Eu fico só imaginando a delícia que vai ser a minha boca ao redor de você.
Ele devia estar muito excitado já, porque seus quadris estocaram o ar por puro instinto quando falei, embora, logicamente, ele devesse saber que não havia nenhum tipo de fricção possível ali.
-Não vai demorar muito agora, eu prometo. -Sorri benevolente para ele, e usei minha mão livre para acariciar o joelho dele, apesar de que isso só o deixou ainda mais desesperado. -Mas, antes de começarmos, eu realmente acho que você deveria me mostrar como é essa sensação. Chupe meus dedos como você quer me sentir te chupando.
Luan soltou um gemido estrangulado e agarrou minha mão, fechando sua boca ao redor dos meus dedos e sugando com firmeza. Enquanto ele fazia isso, eu comecei a deslizar minha outra mão do joelho dele, subindo delicadamente pela coxa. Luan continuou a escorregar meus dedos para dentro e fora de sua boca, e seus quadris acompanhavam com pinotes ritmados no ar.
Eu finalmente cheguei ao cinto dele, surpreendendo a mim mesma por conseguir desfazer a fivela com apenas uma mão, e Luan permanecia gemendo e enroscando sua língua em torno dos meus dedos. Eu sabia que ele queria falar, provavelmente para dizer qualquer coisa combinando com a palavra "porra", e eu compadeci da aflição dele ao abrir o botão de sua calça.
No segundo em que meus dedos escaparam dos lábios do Luan, ele arfou.
-Amor, você está... Isso é uma porra de tortura.
Sorri torto para ele enquanto rapidamente desci o zíper.
-E eu nem comecei ainda.
Luan ergueu os quadris de modo que eu pudesse abaixar suas calças, e ofegou rispidamente quando puxei as boxers de forma brusca, sem tomar cuidado com a rigidez de seu membro. Eu me certifiquei de que ele estava observando quando levantei minhas duas mãos até a boca e lambi as duas palmas.
-Je-sus. -Os braços dele cederam, e ele se apoiou nos cotovelos, inclinando o corpo para trás sobre a mesa, com a cabeça jogada também para trás, para que não tivesse que passar pelo suplício de assistir tudo o que eu faria. Ele já estava grosso e trepidando; eu tinha a impressão de que se ele tivesse que assistir todo meu desempenho, a brincadeira acabaria numa questão de três segundos.
Sem perder tempo, me inclinei sobre ele e fechei uma mão ao redor da base de seu membro, massageando seus testículos com a outra.
-CARALHO! PORRA! -Luan gritou alto, deixando-me particularmente feliz que meu escritório do nos oferecia uma boa barreira de som das outras pessoas do edifício.
Eu comecei a acariciar as bolas dele com a minha mão, puxando levemente. A mão que estava envolvida na ereção dele não fez qualquer movimento, e eu podia sentir um gemido rosnando através do peito dele, enquanto resistia à necessidade urgente de ou rebolar contra o meu punho fechado ou gritar imprecações para mim.
Chegando ao ponto da verdadeira tortura, usei o aperto mantido na base do membro dele para deixá-lo firme no mesmo ponto enquanto tomava sua cabeça sensível com a minha boca. Ela já estava umedecida por um liquido esbranquiçado e eu suguei tudo, estalando a língua bem alto e de forma pomposa, pressionando-a na aberturinha da extremidade dele para tirar um pouco mais do leite do Luan. Em seguida, comecei a lamber a ponta uma vez após a outra, ocasionalmente revirando a língua em volta daquela pele sensível.
Mmm... Você tem um sabor tão gostoso... -Gemi com a minha boca ocupada em torno da ereção quase explodindo dele, falando nada mais do que a verdade, mas, principalmente, porque eu sabia que isso acrescentaria um toque a mais à tortura.
Àquela altura, Luan já estava à beira da insanidade, com a cabeça caída para trás, ofegando num ritmo alucinante. Quando dei uma passada particularmente caprichada com a língua, ele engasgou nas próprias palavras.
-Por favor, por favor... -Ele mal sussurrava. -Por favor, Branquela... Por favor...
Eu libertei a ponta do membro duro dele, tirando-o do calor úmido da minha boca e tirei minhas mãos dele também. Luan gemeu em protesto à perda do nosso contato, como se tivesse acabado de perder uma parte do próprio corpo ou algo igualmente vital.
-Diga-me o que você quer. -Eu disse para ele, usando minha voz adocicada novamente.
Com a cabeça ainda para trás e de peito arfante, ele me ordenou claramente.
-Me. Chupa. Agora. -Luan resfolegou impacientemente e acrescentou num tom mais quieto. -Por favor.
Sim, Sr. Santana. -Eu sorri de lado, antes de mergulhá-lo novamente entre meus lábios, até senti-lo tocando o final da minha língua. Engasguei um pouquinho, sabendo que ele adoraria a sensação de ter o fundo da minha garganta tampando a cabeça da sua extensão, e engoli ao redor de seu membro na tentativa de relaxar minha garganta para levá-lo um pouco mais além.
-Porra, porra, PORRA! -Luan gemia, claramente não esperando que eu o engolisse por completo daquela maneira. Eu o deixei aproveitar a sensação de ter seu membro todo envolvido pela minha boca, e quando senti a saliva aumentar excessivamente, movimentei minha cabeça para cima e para baixo. Mantive um nível consistente de sucção enquanto me movia, revirando minha língua ao redor da extensão dele, particularmente na extremidade.
Os cotovelos do Luan cederam, entraram em colapso sobre a mesa, mas ele pareceu não perceber quando a sua nuca fez um contato bruto com o tampão da mesa. Eu tive que me inclinar mais para frente para conseguir manter meus esforços enquanto Luan gemia e resmungava e arfava, sob um fôlego acelerado.
-A porra da sua boca... Molhada... Tão quente... Amor... Preciso tanto de você...
Eu podia sentir que ele estava perto, então adicionei meus dentes à receita, arranhando toda a extensão a cada passada. Foi a gota d'água. Antes que eu pudesse pensar, as mãos do Luan se tornaram punhos fechados nos meus cabelos enquanto ele estocava dentro da minha boca, e eu sentia seu membro grande atravessando meus lábios para dentro e para fora enquanto eu chupava o mais forte que podia.
Ele começou a uivar, fazendo-me desejar ter espaço suficiente para tocar meu clitóris agora, porque este som desesperado, combinado com o modo que ele sulcava na minha boca, como um animal, me deixava com mais tesão ainda.
Não demorou até que Luan enfim empurrou minha cabeça totalmente para baixo, fazendo meus lábios tocarem exatamente a base de seu membro enquanto sua extremidade entrava parcialmente na minha garganta. Ele me segurou daquele jeito enquanto gozava, soluçando meu nome alto com seu corpo enrijecendo os músculos a cada espasmo.
Enquanto Luan arfava, tentando tragar oxigênio suficiente para seus pulmões, ele libertou o aperto doloroso que manteve nos meus cabelos, acariciando minha nuca suavemente, antes de suas mãos caírem debilmente nas laterais de seu corpo. Eu passei minha língua por ele, limpando-o completamente de qualquer resíduo do seu gozo e o retirei da minha boca com um estalo, inclinando-me para trás na cadeira para admirar meu trabalho bem realizado.
Luan tinha um verdadeiro lençol de suor na testa, suas bochechas estavam coradas e ele encarava o teto da sala com olhos vazios e rosto inexpressivo.
Eu acabei de, neste momento, chupar verdadeiros absurdos, até o cérebro de Luan Santana. Uma lobotomia através de um boquete.
-Então. -Sorri, quando ele finalmente voltou a se apoiar sobre os cotovelos. -Acho que você mencionou algo a respeito de retribuir o favor?
EITAAAA QUE A COISA ESQUENTOU AQUI MEU JESUS! ESQUENTOU AI TAMBÉM? HAHA
Queria que ficassem na ideia que foi lançada pra proposta de parceira entre a Na e o Luan, mas acho meio difícil pra vocês isso né? Kkkkkk está ai o hot que vocês tanto esperavam! E querem saber mais? No próximo, continua hehe
Vamos focar na parceria, o que acharam? Gostaram da ideia? Isso vai dar em uma aventura danada, imagina só, esses dois, juntos uma turnê inteira? O que acham que vai sair? Ai ai
Sobre essa fantasia que eles realizaram no escritório... Me fez realmente imaginar um Luan todo chefe poderoso, quem sabe não pode ser idéias para o futuro não é mesmo?
Espero que tenham gostado, só postei antes do tempo pq fizeram um multirão no grupo da Fanfic pra que eu postasse! Acreditam nisso? E como eu sou uma escritora muito boa, não aguentei e resolvi postar. Mas confesso que também estava ansiosa pra saber o que vocês iam achar.
Então espero vocês comentarem muito, o comentário de vocês é meu combustível lembram?
Antes de encerrar, quero saber, preferem o Luan com ciúmes ou a Na? Informações para os próximos capítulos.
Por hoje é só, obrigada pelos comentários anteriores, estão acomulando, mas ainda vou responder kkkk beijos, amo vocês! <3
Ponderei por um momento toda essa proposta jogada sobre nós. Humpf... A quem eu quero enganar? Tudo o que eu poderia pensar eram nas 24 horas juntos que teríamos, sem tempo para sentirmos saudades um do outro. Sem precisar ficar semanas sem nos vermos. Não tinha o que pensar. Eu já sabia a minha resposta.
-O que estamos esperando para começarmos a trabalhar niss? -Perguntei retribuindo o sorriso do Moreno ao meu lado.
Pedro sorriu vitorioso e Elisa respirou fundo sorrindo novamente a Roberto. Luan beijou minha bochecha. A reunião terminou com uma nota alta, todos satisfeitos e entusiasmados com a direção que tudo tinha tomado.
-Se nos permitem, gostaríamos ajustar alguns detalhes a sós. -Roberto se levantou.
-Mas é claro senhor, além do mais a reunião já está terminada. -Anderson apertou as mãos de Roberto e minha mãe, e saiu acompanhado de Dagmar.
-Eu espero você lá fora, não demore. -Ele beijou-me antes de sair acompanhando sua equipe.
Restando apenas a minha equipe na sala, voltamos para os outros assuntos pendentes, como a agenda de shows, participações na mídia, encontro com fãs e por ai voamos.
(...)
Quando saímos da sala de conferencias, notei a recepção vazia, apenas com Aline trabalhando em sua mesa. Notando minha presença e meu olhar confuso, ela sorriu.
-Todos já se foram, apenas Luan resolveu esperar por você, no seu escritório.
-Hm.. Ok, muito obrigada. -Sorri complacente, seguindo para o elevador e descendo até o andar onde ficava a minha sala.
Aquela sala era pouco usada, poderia contar nos dedos quantas vezes a usei. Achava até desnecessário ela ocupar um andar por inteiro, mas eu não iria contestar, afinal. Chegando na porta da minha sala, bati na porta de leve, embora a sala fosse minha e eu sabia que ele estava lá.
-Pode entrar! -Ouvi sua voz resmungar do outro lado.
Abri a porta e a carranca no rosto dele automaticamente desapareceu, não porque Luan não queria me dar uma careta feia, mas porque seus olhos imediatamente se grudaram nos meus seios.
Homens.
Esperando não parecer uma abobada, tranquei a porta rebolei os quadris enquanto me aproximava da mesa onde ele estava sentado, com toda a atenção dele voltada para mim enquanto me movia.
Ele ali sentado sobre aquela enorme cadeira, atrás daquela mesa, fez minha mente correr pela imaginação.
Earned it - The Weeknd
-Então, Sr. Santana, -sorri maliciosamente para ele, dando a volta na mesa para me inclinar nela, ao lado do "Chefinho". -Como está sua tarde?
Ele levou um minuto para perceber que eu tinha falado, e alguns minutos a mais para processar minhas palavras, então, finalmente soltou, entrando no jogo.
-Longa.
-Oh, pobrezinho. -Falei numa voz doce, enquanto meus dedos massageavam e pele exposta por causa das mangas enroladas até o cotovelo de seu antebraço, apoiado no descanso lateral da cadeira. -E tem sido dura, também?
Luan estava trêmulo sob meu toque, fazendo-me ficar maravilhada mais uma vez com o efeito que eu causava nele. Seus olhos dançavam entre meus dedos em seu braço e meus lábios, enquanto ele se inclinava na minha direção em sua cadeira, parecendo que estava prestes a dar o bote, lambendo seus próprios lábios.
-É.- Ele falou num tom rouco para mim. -Tem, hum, sido uma tarde muito dura.
Nós dois começamos a rir por causa de como era clichê que nós fizéssemos isso no meu escritório.
-Bem, como sua secretária, Sr. Santana, sinto que é meu dever aliviar um pouco desse seu estresse. Você gostaria que eu fizesse isso? -Eu já estava me aproximando dele, inclinando-me na direção de sua boca.
-Eu penso que é meu dever como seu empregador, lhe retribuir o favor, Srta. Mendonça. -Luan me respondeu, de prontidão, mais focado agora que um objetivo estava claro em sua mente. Seus olhos estavam fixos nos meus lábios e suas mãos tremiam.
Afastei-me dele abruptamente, antes que pudesse ser distraída do meu objetivo com um beijo, e Luan fez biquinho para mim como se alguém tivesse acabado de queimar a árvore de Natal iluminada e todos os seus brinquedos novinhos em folha debaixo dela, junto.
-Eu quero que você se sente na mesa. -Expliquei para ele, organizando a logística dos meus próximos movimentos mentalmente, enquanto retirava meu blazer.
Eu esperava que ele me desse um olhar inexpressivo e um sermão dizendo que não o controlo, mas ao invés disso, Luan saltou da cadeira, derrubou o teclado no meio do caminho e se empoleirou sobre a mesa, sentando de frente para mim. A perna dele balançava para cima e para baixo impacientemente e ele começou a me questionar ansioso.
-Você vai me beijar? Eu realmente acho que você deveria me beijar. E, vai ficar entre as minhas pernas? Você se sentiria ótima se esfregando em mim assim. Talvez, devêssemos ir para o sofá, aí você pode deitar em cima de mim...
Enquanto ele tagarelava, eu subi na cadeira e sentei de joelhos, deixando minha cabeça na mesma altura da cintura do Luan. Quando terminei de me acomodar, estendi o braço e coloquei um dedo sobre os lábios dele, parando seus devaneios. Também tive que ignorar o modo como a língua dele deu uma escapadela para lamber meu dedo ali.
-Luan. -Falei em tom de aviso, olhando diretamente naqueles olhos castanhos exageradamente empolgados enquanto ele chupava meu dedo para dentro de sua boca. -Eu não vou fazer nenhuma dessas coisas.
A velocidade na qual a decepção se registrou no rosto dele foi incrivelmente cômica, mas tendo aborrecido o pobre homem suficientemente, rapidamente dei as boas notícias para ele.
-Eu não vou fazer nenhuma dessas coisas, mas, eu irei te chupar bem gostoso assim que abrir esse zíper aqui.
Luan gemeu meu nome com a boca ao redor do meu dedo, fechando os olhos com força a medida que o som das minhas palavras o atingia, e em seguida abrindo-os num estalo quando me sentiu colocando outro dedo dentro de sua boca.
-Sabe. -Falei para ele, fascinada e ansiosa por prolongar a tortura. -Você sugando meus dedos assim é uma sensação surpreendentemente boa. Eu fico só imaginando a delícia que vai ser a minha boca ao redor de você.
Ele devia estar muito excitado já, porque seus quadris estocaram o ar por puro instinto quando falei, embora, logicamente, ele devesse saber que não havia nenhum tipo de fricção possível ali.
-Não vai demorar muito agora, eu prometo. -Sorri benevolente para ele, e usei minha mão livre para acariciar o joelho dele, apesar de que isso só o deixou ainda mais desesperado. -Mas, antes de começarmos, eu realmente acho que você deveria me mostrar como é essa sensação. Chupe meus dedos como você quer me sentir te chupando.
Luan soltou um gemido estrangulado e agarrou minha mão, fechando sua boca ao redor dos meus dedos e sugando com firmeza. Enquanto ele fazia isso, eu comecei a deslizar minha outra mão do joelho dele, subindo delicadamente pela coxa. Luan continuou a escorregar meus dedos para dentro e fora de sua boca, e seus quadris acompanhavam com pinotes ritmados no ar.
Eu finalmente cheguei ao cinto dele, surpreendendo a mim mesma por conseguir desfazer a fivela com apenas uma mão, e Luan permanecia gemendo e enroscando sua língua em torno dos meus dedos. Eu sabia que ele queria falar, provavelmente para dizer qualquer coisa combinando com a palavra "porra", e eu compadeci da aflição dele ao abrir o botão de sua calça.
No segundo em que meus dedos escaparam dos lábios do Luan, ele arfou.
-Amor, você está... Isso é uma porra de tortura.
Sorri torto para ele enquanto rapidamente desci o zíper.
-E eu nem comecei ainda.
Luan ergueu os quadris de modo que eu pudesse abaixar suas calças, e ofegou rispidamente quando puxei as boxers de forma brusca, sem tomar cuidado com a rigidez de seu membro. Eu me certifiquei de que ele estava observando quando levantei minhas duas mãos até a boca e lambi as duas palmas.
-Je-sus. -Os braços dele cederam, e ele se apoiou nos cotovelos, inclinando o corpo para trás sobre a mesa, com a cabeça jogada também para trás, para que não tivesse que passar pelo suplício de assistir tudo o que eu faria. Ele já estava grosso e trepidando; eu tinha a impressão de que se ele tivesse que assistir todo meu desempenho, a brincadeira acabaria numa questão de três segundos.
Sem perder tempo, me inclinei sobre ele e fechei uma mão ao redor da base de seu membro, massageando seus testículos com a outra.
-CARALHO! PORRA! -Luan gritou alto, deixando-me particularmente feliz que meu escritório do nos oferecia uma boa barreira de som das outras pessoas do edifício.
Eu comecei a acariciar as bolas dele com a minha mão, puxando levemente. A mão que estava envolvida na ereção dele não fez qualquer movimento, e eu podia sentir um gemido rosnando através do peito dele, enquanto resistia à necessidade urgente de ou rebolar contra o meu punho fechado ou gritar imprecações para mim.
Chegando ao ponto da verdadeira tortura, usei o aperto mantido na base do membro dele para deixá-lo firme no mesmo ponto enquanto tomava sua cabeça sensível com a minha boca. Ela já estava umedecida por um liquido esbranquiçado e eu suguei tudo, estalando a língua bem alto e de forma pomposa, pressionando-a na aberturinha da extremidade dele para tirar um pouco mais do leite do Luan. Em seguida, comecei a lamber a ponta uma vez após a outra, ocasionalmente revirando a língua em volta daquela pele sensível.
Mmm... Você tem um sabor tão gostoso... -Gemi com a minha boca ocupada em torno da ereção quase explodindo dele, falando nada mais do que a verdade, mas, principalmente, porque eu sabia que isso acrescentaria um toque a mais à tortura.
Àquela altura, Luan já estava à beira da insanidade, com a cabeça caída para trás, ofegando num ritmo alucinante. Quando dei uma passada particularmente caprichada com a língua, ele engasgou nas próprias palavras.
-Por favor, por favor... -Ele mal sussurrava. -Por favor, Branquela... Por favor...
Eu libertei a ponta do membro duro dele, tirando-o do calor úmido da minha boca e tirei minhas mãos dele também. Luan gemeu em protesto à perda do nosso contato, como se tivesse acabado de perder uma parte do próprio corpo ou algo igualmente vital.
-Diga-me o que você quer. -Eu disse para ele, usando minha voz adocicada novamente.
Com a cabeça ainda para trás e de peito arfante, ele me ordenou claramente.
-Me. Chupa. Agora. -Luan resfolegou impacientemente e acrescentou num tom mais quieto. -Por favor.
Sim, Sr. Santana. -Eu sorri de lado, antes de mergulhá-lo novamente entre meus lábios, até senti-lo tocando o final da minha língua. Engasguei um pouquinho, sabendo que ele adoraria a sensação de ter o fundo da minha garganta tampando a cabeça da sua extensão, e engoli ao redor de seu membro na tentativa de relaxar minha garganta para levá-lo um pouco mais além.
-Porra, porra, PORRA! -Luan gemia, claramente não esperando que eu o engolisse por completo daquela maneira. Eu o deixei aproveitar a sensação de ter seu membro todo envolvido pela minha boca, e quando senti a saliva aumentar excessivamente, movimentei minha cabeça para cima e para baixo. Mantive um nível consistente de sucção enquanto me movia, revirando minha língua ao redor da extensão dele, particularmente na extremidade.
Os cotovelos do Luan cederam, entraram em colapso sobre a mesa, mas ele pareceu não perceber quando a sua nuca fez um contato bruto com o tampão da mesa. Eu tive que me inclinar mais para frente para conseguir manter meus esforços enquanto Luan gemia e resmungava e arfava, sob um fôlego acelerado.
-A porra da sua boca... Molhada... Tão quente... Amor... Preciso tanto de você...
Eu podia sentir que ele estava perto, então adicionei meus dentes à receita, arranhando toda a extensão a cada passada. Foi a gota d'água. Antes que eu pudesse pensar, as mãos do Luan se tornaram punhos fechados nos meus cabelos enquanto ele estocava dentro da minha boca, e eu sentia seu membro grande atravessando meus lábios para dentro e para fora enquanto eu chupava o mais forte que podia.
Ele começou a uivar, fazendo-me desejar ter espaço suficiente para tocar meu clitóris agora, porque este som desesperado, combinado com o modo que ele sulcava na minha boca, como um animal, me deixava com mais tesão ainda.
Não demorou até que Luan enfim empurrou minha cabeça totalmente para baixo, fazendo meus lábios tocarem exatamente a base de seu membro enquanto sua extremidade entrava parcialmente na minha garganta. Ele me segurou daquele jeito enquanto gozava, soluçando meu nome alto com seu corpo enrijecendo os músculos a cada espasmo.
Enquanto Luan arfava, tentando tragar oxigênio suficiente para seus pulmões, ele libertou o aperto doloroso que manteve nos meus cabelos, acariciando minha nuca suavemente, antes de suas mãos caírem debilmente nas laterais de seu corpo. Eu passei minha língua por ele, limpando-o completamente de qualquer resíduo do seu gozo e o retirei da minha boca com um estalo, inclinando-me para trás na cadeira para admirar meu trabalho bem realizado.
Luan tinha um verdadeiro lençol de suor na testa, suas bochechas estavam coradas e ele encarava o teto da sala com olhos vazios e rosto inexpressivo.
Eu acabei de, neste momento, chupar verdadeiros absurdos, até o cérebro de Luan Santana. Uma lobotomia através de um boquete.
-Então. -Sorri, quando ele finalmente voltou a se apoiar sobre os cotovelos. -Acho que você mencionou algo a respeito de retribuir o favor?
EITAAAA QUE A COISA ESQUENTOU AQUI MEU JESUS! ESQUENTOU AI TAMBÉM? HAHA
Queria que ficassem na ideia que foi lançada pra proposta de parceira entre a Na e o Luan, mas acho meio difícil pra vocês isso né? Kkkkkk está ai o hot que vocês tanto esperavam! E querem saber mais? No próximo, continua hehe
Vamos focar na parceria, o que acharam? Gostaram da ideia? Isso vai dar em uma aventura danada, imagina só, esses dois, juntos uma turnê inteira? O que acham que vai sair? Ai ai
Sobre essa fantasia que eles realizaram no escritório... Me fez realmente imaginar um Luan todo chefe poderoso, quem sabe não pode ser idéias para o futuro não é mesmo?
Espero que tenham gostado, só postei antes do tempo pq fizeram um multirão no grupo da Fanfic pra que eu postasse! Acreditam nisso? E como eu sou uma escritora muito boa, não aguentei e resolvi postar. Mas confesso que também estava ansiosa pra saber o que vocês iam achar.
Então espero vocês comentarem muito, o comentário de vocês é meu combustível lembram?
Antes de encerrar, quero saber, preferem o Luan com ciúmes ou a Na? Informações para os próximos capítulos.
Por hoje é só, obrigada pelos comentários anteriores, estão acomulando, mas ainda vou responder kkkk beijos, amo vocês! <3
Ai meu caralho que cap. Foi esse ??? Na arrasou no garganta profunda kkkk mdsss Nat do ceu de onde voce tira essas ideias ? Mulherr se esquentou aqui ? Slc esquentou ate demais e eu nao tenho um Luan pra apagar meu fogo kkk e continua logo.
ResponderExcluirOh meu Deus - apenas não sei o que dizer - essa parceria vai render muitas brigas e muito amor também - e esse hot? Nossinhora não sei o que dizer - nat continua loira
ResponderExcluirOMG, que cap foi esse mds, acho que essa parceria vai ter muitas brigas, desavensas e muito amor também.
ResponderExcluirSobre o que você perguntou do ciumes, eu prefiro a Na com ciumes.
Continua esse hot, pq mds qq foi isso em kkk
E tbm queria pedir pra me colocar no grupo da fic, vou deixar meu n° aqui --> +5511956304471
Continua, estou muito anciosa, demora pra postar não porfavorzinho ta.
Ah esqueci de avisar, sou leitora nova e estou amando sua fic ta, bjinhos
Pode continuar kiridinha
ResponderExcluirQue hot hein,aliás que boquete foi esse?!
Miih
Omg q foi isso?
ResponderExcluirConttt logo Na
E o Luan coom ciumes eu ia amar!
SUA VACA QUE FOI ISSO?
ResponderExcluirAmei já quero mais! Esse capítulo ta do jeito que eu gosto, e já pode postar mais ta 2 bjs.
Eu adorei a ideia da turnê deles juntchenos. Só via dar coisa boa! Só coisa boa e,e
Leitora novaa tou amandoo ja vicieii akii muie..
ResponderExcluirSe tiver algum grupo de finic pode me por (81) 9987-2657
Regina (reh)
Ameii a parceria desses dois. Nao vai dar nada que preste isso sim.kkk vai rolar muito HOT assim espero haha! E esse boquete que a Na fez no Luan? Que foi isso Gzuiss cristinho. Quero continuação dessa safadeza logo. Esses dois são fogozos demais, pensee. . . Mas eu amo assim mesmo. Bjos!
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