Ao entrar no quarto fui para a minha mala
procurar algo para vestir. Olhando minhas roupas, vi algumas coisas que não me
pertenciam, mas que por coincidência tinham exatamente o mesmo
número que eu usava. Bruna definitivamente havia invadido meu armário em algum
momento e colocado isso aqui quando estávamos ainda na Flórida. Optei por um
mini-vestido florido e bem feminino, sua saia era volumosa com alguns babados.
Era a minha cara, tinha que admitir. Agradeci pelo dia mesmo depois da chuva
continuar com o clima gostoso.
Após escolher a calcinha e sutiã que
usaria, peguei minha toalha e segui em direção ao banheiro. Tomei um banho
demorado, sentindo o aroma agradável do sabonete e dos shampoos caros que
estavam ali. Escovei os dentes e me penteei sentindo meu braço latejar.
Sai do banheiro, com a toalha enrolada no
corpo. Luan estava tomando banho no outro banheiro. Fui em direção a minha cama
e me arrumei.
Coloquei uma maquiagem básica sequei o
cabelo com o secador e saí do quarto. Luan veio em minha direção e me entregou
uma munhequeira com tala e me ajudou a colocar no antebraço esquerdo.
Depois de longos minutos perdidos em
frente ao espelho na tentativa de deixar o cabelo mais rebelde do que o normal,
Luan pegou o Iphone e saímos em direção ao hall do hotel.
Robson -Formigão- estava dentro do carro e
estava no volante, Dagmar esperava do lado de fora e com o celular grudado no ouvido.
A van estava logo atrás com a banda apenas esperando para seguir o carro.
Nós entramos no banco traseiro e Dagmar ia
se juntar a nós, mas Luan pediu que ela sentasse na frente, ao lado do
Formigão.
Os 10 primeiros minutos foram torturantes.
O carro estava em silêncio, Dagmar não parava de mexer no celular, e Luan e eu
trocávamos apenas alguns carinhos.
Formigão, talvez notando nosso
desconforto, ligou o rádio e procurou uma estação que estivesse tocando alguma
música que fosse de seu interesse. Escolheu uma rádio excelente, que tocava
músicas antigas e atuais, de acordo com os pedidos que os ouvintes faziam. O
tempo pareceu passar um pouco mais rápido e eu estava até cantarolando algumas
músicas.
Mais alguns quilômetros à frente, o tédio
já estava tomando conta de mim e Luan, sendo ele mesmo, resolveu que estar no
carro com a sua assessora e seu segurança era o lugar perfeito para começar a
me provocar.I wanna sex you up. (Eu quero te excitar) All night. (A noite inteira)
Ele estava fazendo de propósito, era
óbvio. Conforme ele ia cantando a música, o pé dele ia passando na minha perna
e eu tentava permanecer quieta, como se não me importasse nem um pouco com o
que ele estava fazendo, mas era em vão, minhas bochechas coraram
quando Formigão olhou para nós dois pelo retrovisor.
O programa do qual Luan participaria era
um Talk show chamado 5 Para a Meia-Noite apresentado pelo divertido Pedro
Fernandes e apesar do nome, o programa não ia para o ar às 5 para a meia-noite.
O nome deve-se ao fato de serem cinco apresentadores, que vão para o ar por
volta da meia noite.
Como Luan era um dos últimos a dar a
entrevista, fomos para o camarim - onde ele fez uma pequena mudança de roupa e
conversou com Dagmar sobre algumas coisas que deveriam sem falta ser ditas
durante a gravação.
Quando o momento do Luan ser entrevistado
chegou, tudo ocorreu na mesma linha dos programas anteriores. Ele falava sobre
a turnê, a empolgação dos fãs em receber o ídolo no seu país, o começo da
carreira, a carreira em si, sobre o novo disco, o novo relacionamento
comigo e detalhes simples da vida pessoal. Dançou com uma senhora de idade com
direito a música romântica. Divertiu a todos com a lerdeza de consegui entender
o idioma do apresentador e consequentemente as piadas do mesmo. Respondeu algumas
perguntas enviadas por alguns fãs, cantou com eles e abraçou um deles.
A entrevista chegava ao fim com Luan se
sentindo em sua própria casa, até que o Pedro indagou sua última e famosa
questão: qual seu talento inútil? Luan, provavelmente já sabendo que o
apresentador faria tal pergunta, tinha sua resposta pronta. Ele afirmou que
desde criança era muito envolvido com música e que tentava compor melodias com
os mais inusitados objetos, graças a isso, ele era capaz de tocar algumas
canções com um sino ou até mesmo com uma campainha de casa.
Pedro Fernandes não perdeu a chance de ver
o cantor fazer algo desse tipo e tratou de arrumar imediatamente dois sinos.
Assim que Luan colocou a mão nos objetos, a melodia conhecida de "Brilha
Brilha Estrelinha" era facilmente escutada, divertindo a todos.
O programa encerrou com o agradecimento do
apresentador e uma caneca de presente para o convidado. Luan ficou algum tempo
falando com alguns fãs até o momento em que fomos embora.
Quando estávamos na metade do
caminho de volta, tive uma ideia. Peguei meu celular e redigi uma mensagem para
o número dele.O celular dele apitou ao meu lado e ele checou imediatamente, dando um sorriso e escrevendo uma resposta.
Muitas coisas. ~ Moreno.
O quê, por exemplo? ~
Você. Eu deveria gravar os sons que você faz toda vez que minhas mãos estão em você. ~ Moreno.
Minhas bochechas coraram na hora e ele exibia um sorriso de felicidade por ter conseguido me constranger. Idiota. Ele queria brincar? Então era isso que ele ia ter.
Aposto que você gostaria de gravar isso para depois tocar outra coisa.~
Prefiro não me pronunciar sobre tal comentário. ~ Moreno.
Ele guardou o celular e manteve o sorriso. Por um acaso pensava que eu tinha terminado com minhas mensagens? Escrevi rapidamente mais uma.
Sabe o que eu sempre quis fazer?~
O quê? ~ Moreno.
Sexo oral dentro de um carro.~
Quando
notei as palavras eu que tinha escrito, meu rosto começou a ferver, porém a
reação dele foi exatamente a que eu esperava. Seus olhos se arregalaram e olhou
para mim imediatamente, como se duvidasse que eu houvesse escrito aquilo. Seus
dedos foram para o teclado virtual do aparelho e não demorou muito para o meu
começar a vibrar.
Branquela... ~ Moreno.
Eu começaria lambendo só a cabeça, bem devagar...~
Ele leu a mensagem e fechou os olhos imediatamente, eu estava o observando de canto de olho e queria rir, pois sentia que estava começando a ganhar pela primeira vez um desses joguinhos de provocação que a gente tanto fazia.
Estou, sinceramente, divido entre querer que você continue e que você pare. ~ Moreno.
Você quer que eu pare logo agora? Poxa, a próxima coisa que eu faria seria passar minha língua bem devagar, descendo milímetro por milímetro até chegar no seu saco.~
Ok. Continua. ~ Moreno.
Claro. Que tal minha boca em volta da cabeça agora? Te sugando com vontade, minha mão massageando seu saco. Você gostaria de segurar meus cabelos e foder minha boca?~
Meu rosto provavelmente já estava da cor de um tomate, mas todo o constrangimento valia a diversão que era ver Luan nesse estado. Só espero que ele nunca peça para eu falar algo do tipo em voz alta. O som que ele soltou foi como um urro, eu não aguentei e dei um breve riso por sua reação. Formigão e Dagmar olharam para nós e tentamos nos comportar como se nada tivesse acontecido. Alguns segundos depois meu celular vibrou.
Você quer brincar, né? Agora, graças as suas mensagens, eu estou sentado aqui com uma puta ereção. ~ Moreno.
Que pena que o carro está cheio, né? Eu te chuparia com vontade.~
Na verdade sabe o que eu queria? Era meu pau dentro de você, mas infelizmente chamaria muita atenção. Acho que me contento se forem meus dedos. ~Moreno.
Assim que li essa mensagem em meu celular, senti a mão do Luan em minha coxa. Eu olhei para frente na mesma hora, tentando notar se alguém estava vendo o que ele fazia, mas Formigão estava focado na direção e Dagmar no celular. Os dedos do Luan foram subindo, até que chegaram próximo a minha virilha. Eu estava tentando manter um ritmo normal de minha respiração e me preparar para o que imaginava que ele fosse fazer, mas de repente, os dedos dele deixaram minha pele.
Finge que vai mexer no rádio. Não deixa eles olharem para trás. Eu vou tirar a sua calcinha. ~ Moreno.
Tive que reler a mensagem para absorver o que Luan estava falando. Sabia que ele não ia me forçar a fazer nada, a escolha era minha. Deixando-me levar pelo momento - e talvez pelo fato que meu pequeno lado devassa quisesse se aflorar -, apoiei os braços nos bancos frontais e coloquei a cabeça entre os dois que estavam na frente. Eu estava com as pernas esticadas e Luan teria fácil acesso para fazer o que bem entendia.
- Vocês se incomodam se eu ligar o rádio? - questionei esticando o braço para apertar o botão do aparelho.
Luan colocou as mãos por baixo do meu vestido puxando rapidamente a minha calcinha e a deixando caída em cima de meus pés. Eu os movi e ele sumiu com a peça de roupa. Fingi mudar de estação e deixei em uma rádio que estava tocando músicas dos anos 80, sentando-me novamente.
Meu celular piscou, indicando que uma mensagem me aguardava.
Diz que tá sentindo frio. ~ Moreno.
-Nossa, tá frio né? - falei.
- Você deveria ter colocado uma roupa mais
quente, pelo que parece quando cai à noite aqui em Portugal o frio aumenta. -Dagmar
murmurou no banco da frente.
- A senhorita deseja que diminua o ar?
-Formigão questionou.
- Deixa que eu empresto meu casaco pra
ela, se diminuir o ar eu vou ficar com calor. -Luan disse pegando o casaco que
trouxe e colocando em cima do meu corpo, como um cobertor.
Luan pegou minha bolsa e colocou entre
nossos corpos. Olhou para frente e senti sua mão entrar em contato, mais uma
vez, com minha coxa, porém desta vez o casaco dele e minha bolsa tampavam a
visão do que estava fazendo.
Ele não me provocou como sempre gostava de
fazer, até porque a troca de mensagens já foi tentação suficiente. Desta vez,
sua mão entrou rapidamente em contato com meu sexo. Acariciou meus lábios e
penetrou-me com um dedo, sentindo que eu já estava excitada somente com nossas
simples brincadeirinhas.
Seu dedo, molhado pela evidência de minha
excitação, acariciou vagarosamente meu clitóris, como se tivéssemos todo tempo
do mundo. Eu tentava controlar minha respiração e meus punhos estavam cerrados
sobre o estofado de couro do carro. Ele fazia lentos círculos, me deixando mais
estimulada e desejando que tivéssemos liberdade suficiente dentro do carro para
que não só seu dedo me tocasse, mas que também seu vultoso membro me
penetrasse.
Aplicou um pouco mais de pressão e
involuntariamente, um gemido saiu de meus lábios, mas rapidamente consegui
disfarçá-lo fingindo que estava tossindo. Ele desceu um pouco o dedo e me
penetrou novamente, movendo o dedo para dentro e para fora com a mesma calma de
antes. Joguei meus quadris para frente, tentando dar-lhe mais acesso e ele logo
em seguida usou mais um dedo.
Eu cutuquei a perna dele e pedi que ele
lesse meus lábios. "Mais rápido", supliquei. Ele apenas sorriu e
aumentou quase imperceptivelmente o ritmo das investidas que dava. Era como se
eu estivesse sendo torturada, mas da forma mais deliciosa possível.
Coloquei uma mão na coxa dele e apertei
com força, fazendo com que minhas unhas provavelmente fossem deixar marcas em
sua calça. "Por favor", pedi tentando dar o meu olhar mais
concupiscente. Devo ter sido bem sucedida com minha tentativa, pois ele
apressou no exato instante os movimentos. Seus dedos entravam e saiam de mim
com agilidade. Eu não mais me ligava no que Formigão ou Dagmar estavam vendo ou
não, apenas fechei os olhos e mordi os lábios, aguardando a chegada de meu
orgasmo.
Luan retirou os dedos de dentro de mim e
acarinhou o ápice de meu sexo, dessa vez com muito mais fervor do que antes. Eu
podia sentir meu orgasmo perto, intenso e forte. Porém, quando estava quase lá,
Luan parou por completo seus movimentos, deixando meu sexo implorando por
alívio.
Se olhares pudessem matar, o mundo inteiro
estaria agora lamentando a perda de um incrível e jovem cantor chamado Luan
Santana. Sua mão ainda estava sobre a minha parte que mais desejava atenção,
fazendo um leve afago, porém nada que fosse melhorar minha situação.
"Luan", disse com meus lábios novamente não emitindo som algum com
medo que as duas pessoas à nossa frente vissem o que se passava no banco de
trás. "O que?", ele perguntou com falsa inocência, mas o evidente
sorriso em seus lábios deixava claro que ele sabia muito bem do que eu estava
falando. Eu apenas o olhei com raiva e sentindo que eu estava frustrada, ele
retornou os dedos para dentro de mim para finalmente me levar ao almejado
prazer que eu merecia.
O meu primeiro orgasmo foi difícil
controlar. Mordi meu lábio inferior com tanta força que fiquei surpresa de não
ter criado uma ferida. Achei que as coisas acabariam aí, porém ele tinha outras
ideias. Luan, ao contrário de antes, não cessava o movimento de sua mão, levando-me
assim, apenas alguns minutos depois, ao meu segundo orgasmo. Dessa vez, não
consegui controlar-me e soltei um pequeno gemido, que fez com que Dagmar se
virasse e tentasse ver o que se passava comigo.
- Bati com o pé aqui. - falei abaixando um
pouco para que ela não visse muito do meu corpo e do Luan. Comecei a gemer um
pouco de novo, fingindo estar com dor.
Dagmar estreitou os olhos e olhou para
frente, questionando Formigão se faltava muito para chegarmos ao hotel. Ele
respondeu que não mais do que 40 minutos.
Posicionei-me novamente como antes e senti
o dedo do Luan voltar a mover sobre meu clitóris. Meu sexo estava inchado e
sensível, tornando cada toque um prazeroso suplício.
Uma de minhas mãos foi para a perna dele,
caminhando até chegar à volumosa ereção que estava presa no confinamento de
suas calças. Se tinha duas coisas que eu mais queria nesse exato momento era
tê-lo dentro de mim e seus lábios sobre os meus, mostrando o quanto me
desejava.
Acariciei a ereção dele, deixando-o num
estado semelhante ao meu quando ele começou com essa torturante preliminar em
que o maior desafio era permanecer calado. Ele, por sua vez, tocou-me de forma
mais firme e decidida, querendo me deixar louca.
-Luan, amanhã você tem as entrevistas duas
horas antes do primeiro show da noite. -Dagmar disse do banco da frente,
olhando para o espelho retrovisor, mas sendo capaz de ver somente o rosto do
Luan e não saber da forma que eu estava manipulando o corpo dele.
- Eu sei, Dagmar. - ele afirmou, sua fala
saía de forma trêmula.
-Você também tinha me dito que se lembrava
da gravação de hoje. -disse ironicamente.
- Não irei... esquecer...de novo - falou
tentando controlar o timbre de sua voz.
Nós continuamos a nos provocar até o
caminho do hotel. Quando vimos que estávamos próximos demais do nosso destino,
Luan retirou a mão do meio de minhas pernas e eu removi minha mão de cima de
sua excitação, arrumando meu vestido discretamente e aguardando o momento que
pudéssemos sair do carro e terminar o que havíamos começado.
Assim que Formigão parou com o carro no
estacionamento do hotel, Luan arrumou uma forma de despedir-se rapidamente
deles e entrou agilmente no elevador, seguindo meus passos para o nosso andar.
Não tivemos nem tempo de chegar à cama. Eu
o empurrei para a cadeira que ficava no nosso quarto e abri as calças dele,
libertando finalmente sua ereção.
Sentei-me no colo dele, nem pensando em
remover minhas roupas, apenas guiando sua ereção para dentro de mim. Ele
segurou meu quadril e eu apoiei meus braços no encosto da cadeira, movendo-me
com facilidade e sentindo seu membro sair quase completo de dentro de mim para
depois preencher-me inteiramente.
Luan apertou meus seios com vontade, mesmo
tendo o tecido do vestido os cobrindo. Eu abaixei meu rosto e beijei os lábios
dele, com saudades de tê-los tocando os meus. Ele retribuiu de forma carinhosa
e um pouco de nosso frenesi diminuiu, dando lugar a algo mais calmo, doce.
Ele sorriu para mim e passou as mãos pelo
meu rosto, colocando uma mecha de cabelo que caia sobre minha face atrás de
minha orelha.
- Você é tão linda. - falou me deixando
tímida. - Em tudo.
- Você também. Seus olhos... - disse
fixando meu olhar no dele. - A maneira que você me olha agora... hmm... Eu não
quero esquecer isso nunca.
Nosso ritmo era compassado e ele
permitindo que eu guiasse, puxou meu vestido, jogando a peça de roupa no chão e
logo em seguida meu sutiã, deixando-me completamente nua. Removi a blusa dele e
por não querer separar nossos corpos, Luan acabou permanecendo com a calça.
Ele beijou meu pescoço e seus lábios
desceram até meu seio, lambendo sua parte mais sensível e depois chupando
devagar, provocando a mais deliciosa sensação em meu corpo.
- Eu nunca quis tanto alguém assim.
-confessei enquanto ele continuava suas carícias. - De todas as formas...
Segurei o rosto dele em minhas mãos e o
beijei novamente, querendo passar de alguma outra maneira tudo que ele me fazia
sentir.
Após alguns minutos mantendo o mesmo ritmo
e trocando longos beijos, me movi mais rápido, afastando nossos rostos apenas
para poder olhar nos olhos dele.
Nossa respiração ficava ofegante e
tentávamos prolongar a sensação o máximo possível, porém toda tentação no carro
e a intensidade do momento, fez com que Luan chegasse a um ponto em que não
aguentasse mais segurar seu orgasmo.
Ele foi com a mão até meu sexo,
provavelmente com a intenção de fazer com que eu também tivesse um orgasmo, já
que não havia o atingido.
-Não precisa. -falei segurando a mão dele.
- Mas você não...
- Não tem necessidade. E se a gente parar
pra contar, você já me deu dois hoje. Eu ainda te devo um. - disse dando uma
piscadela meio sem graça.
- Eu achei que você não fosse topar fazer
aquilo, fiquei surpreso.
- Só você? Eu até agora não acredito que
aceitei fazer algo daquele gênero. Só você para me convencer de fazer as
coisas.
- Sério? Eu tenho esse poder de persuasão?
- Odeio admitir, mas sim.
-Interessante. - falou dando seu marcante
sorriso torto. - Quer dizer então que eu poderia te convencer a fazer as mais
diversas loucuras?
- Acho que sim. - comentei tímida e
rolando os olhos ao ver que ele ficava com um sorriso cada vez maior.
Ele se levantou, voltando completamente nu
com uma cueca na mão. Eu o observei se vestir sem tentar ao menos ser discreta,
guardando cada detalhe em minha mente.
- Você costumava me olhar da mesma forma
desde os primeiros dias. - ele falou rindo, puxando-me pela mão.
- Claro que não. - debochei colocando
minhas mãos ao redor da cintura dele.
- Nem adianta tentar me enganar, Baby. Eu
sempre soube... Desde o começo. A única pessoa que se enganou foi você, achando
que ia conseguir se livrar de mim.
-Não fala isso. Faz com que eu me
arrependa de não ter te beijado no momento em que você colocou seus pés no meu
camarim.
- Eu definitivamente não iria reclamar,
ainda mais se você deixasse as meninas de fora que nem agora. - falou dando
um leve beliscão em meu mamilo, me fazendo dar um gemido.
- Você algum dia vai parar de chamar meus
seios de meninas?
- Provavelmente não. - falou dando um riso.
- Toda vez que eu uso o termo você rola os olhos, acho que você nem percebe que
faz isso. É adorável, acabo fazendo de propósito.
- Só para me provocar. - disse fazendo um
bico e ele riu as minhas custas.
Fui até a mala do Luan e peguei emprestado
uma de suas largas camisas para dormir - eu faria isso até o dia que ele
começasse a reclamar. Antes de deitar-me na cama retirei meu vestido do chão e
o sutiã, os colocando em cima da cadeira, porém, quando fui procurar minha
calcinha, lembrei que ela estava com o Luan.
- Minha calcinha ficou com você.
- Ih, eu esqueci no carro!
- Como assim você esqueceu? Luan! E se a
Dagmar ver aquilo? Ah meu Deus e se o Formigão ver? Como irei olhar para ele
todos os dias?
- O quão puta você vai ficar se eu falar
que estava brincando?
-Muito.
-O quão puta você vai ficar se eu falar
que é verdade e que esqueci no carro?
-Muito mais.
-Ok, então era brincadeira mesmo. Tá
dentro do meu bolso da calça. -ele falou e eu dei um tapa no braço dele,
abaixando-me para conferir se era verdade o que ele havia dito. Era.
Deitamos-nos juntos na cama, as luzes
apagadas e somente a fraca claridade dos programas que eram projetados na tela
à nossa frente iluminavam o quarto. Na verdade, não sei nem porque ele havia
ligado a TV, já que nós mal prestávamos atenção no que estava passando.
Ele me abraçou e eu o abracei de volta. Querendo
que o dia de hoje durasse pra sempre. Que pudéssemos ficar assim, juntinhos sem
ninguém nos perturbar, até que as pessoas começassem a nos chamar de doentes de
amor. Era difícil acreditar que tudo isso, essa companhia, essa convivência,
iria terminar amanhã.
- Eu não quero te deixar. - falei sentindo
as lágrimas caindo de meus olhos.
- Você não vai me deixar. - ele disse
apertando-me ainda mais em seus braços. - A gente vai fazer tudo dar certo. Não
importa que a gente não consiga se ver todo dia ou que nós só vamos conseguir
nos ver uma semana a cada mês.
- Eu tenho medo. - admiti. Suas mãos
limparam as lagrimas que continuavam a cair livremente em meu rosto.
- Vai dar certo. Tem que dar certo, meu
amor. Não chora, minha Branquela.
- Me promete que você não vai desistir de
mim.
- Prometo quantas vezes você quiser. Não
chora, ok? Por favor. - falou dando um doce beijo em meus lábios.
- Me dá tchau agora. - pedi. - Eu não vou
conseguir fazer isso amanhã. Vamos aproveitar que eu já estou chorando.
- Até mais, minha Natacha. - falou dando
um beijo em minha testa.
- Até mais, Luan.
- Vamos parar de chorar? Daqui a pouco
quem vai chorar sou eu e isso não vai fazer muito bem para minha masculinidade.
- ele disse me fazendo dar um sorriso. - Viu? Assim é bem melhor. Não importa o
que acontecer daqui pra frente, ok? O que importa é que a gente está junto.
Quando você sair por aquela porta amanhã, você está saindo como minha namorada
e assim vai permanecer até o dia que você notar que não tem paciência para me
aturar.
- Nunca.
- Não diga isso, eu posso ser bem chato.
- Eu sei. -falei dando uma risada e rindo
mais ainda quando ele fez uma cara de ofendido e resolveu atacar minha barriga
fazendo cócegas.
- Não vai voltar a chorar, hein? - ele
disse quando me tinha aninhada em seu corpo.
- Eu estou tentando o máximo que posso
segurar. - admiti, mas aquele nó ainda estava preso em minha garganta. Amanhã,
nesse horário, eu estaria dormindo sozinha em casa, sem ele ao meu lado. Era
difícil entender isso e não parecia fazer sentido.
Ele encostou os lábios em meu ouvido e
começou a cantarolar a familiar canção que havia composto para nós. Aquilo não
ajudou e meus olhos começaram a lacrimejar novamente. Eu molhei seu ombro com
minhas lágrimas e ele não pareceu se importar, passando seus dedos por meu
cabelo e de vez em quando, beijava minha testa.
Meus olhos tentavam ver que horas o
relógio marcava, mas por estarem embaçados, tive dificuldade de distinguir os
números vermelhos. Quando finalmente consegui focar, vi que já se passava da
meia noite. Menos um dia. Menos de um dia.
Tentei me agarrar a ele e permanecer
acordada o máximo que poderia, mas eu me sentia tão desgastada emocionalmente
que no momento em que meus olhos fecharam, não mais consegui os abrir.
Meu conforto era saber que ao acordar, seus
abraços ainda estariam ao meu redor.
Desculpem-me a demora em postar o capítulo
de hoje, mas o que importa é que está postado!
Como me pediram em um dos comentários
anteriores ai está, um HOT diferente e "perigoso”. Como prometido eu me
esforcei no máximo que pude.Espero que tenham gostado.
Mas nem tudo são flores não é mesmo? Nossa
Branquela vai voltar pro Brasil e nosso nego vai ficar para seguir com mais
duas semanas de turnê Internacional. O que vocês imaginam que vai
acontecer?
Bem, eu não poderia deixar de comentar
sobre os comentários anteriores. Eu me pergunto diariamente se a intenção de
você é querem me ver derretendo em lágrimas -virei filosofa- Muito,muito
obrigada mesmo por todos os comentários e os elogios.Não estou sendo dramática
ou algo do tipo! Estou sendo mais que sincera.
Cada comentário é como uma força emanada
para mim, muito obrigada mesmo.
Quero saber o que todos vocês acharam do capítulo,
a opinião, sugestão e criticas. Nos vemos no próximo capítulo.
Posto outro depois de no mínimo 15 comentários.
.jpg)
meu deus du ceu essis mino manjam do paranaue ein?
ResponderExcluirkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
ai chorei com o final, eles nao podem ficar sem se ver por mt tempo :(
continua, ta pfto
Que preliminar perigosa hein? Adorei Hahaha
ResponderExcluirSeria divertido ter um hot desse tipo sempre. Pooosta mais menina!
Ana Letícia - @FCO_QuimicaLS
amr eu adorei esse hot e acho q se for possível voc podia ter mais ideias assim kkk
ResponderExcluiromg queee vergonha!!
ResponderExcluiresses dois nao prestam kk
posta mais
Ameeei cata hahha
ResponderExcluirmas acho que o luan poderia ter deixado a calcinha dela no carro hahaha
caraaaa ela ta cada vez mais apaixonada por lele e eu acho isso hipwr fofo ><
Maaaaaaais...
Thayná Isis - @isisthayna
Scrr amei
ResponderExcluirThai
OMG que isso?!scrr 66' kkkkkkkkkk / aném vão se separar :( continuaa amr - fcluanSmeumundo
ResponderExcluirQue hot foi esse hein se superou hahaha Eles sao loucos isso sim, dentro do carro kkkk
ResponderExcluirAwwwn e no final ficou tao nenis o capitulo *--*
@brunamedeiros14
Caaaaaaara que hot foi esse? Quero maaaaaaais eu imploro, #xatiada pq eles vao se separar ))): e ai vai demorar a ter hot tb ne? Kkkkkk espero que eles se encontrem logo. @imissy0uls
ResponderExcluirAaaaaaaai meu Deus esse hot foi bom em??? Seria otimo que sempre tivesse isso hahahaha , continua
ResponderExcluirContinua ta bom demais
ResponderExcluirPosta mais
ResponderExcluirContinu *-* @luanmerapita
ResponderExcluirquero mais kkkk
ResponderExcluirEu amei essa parte hot , voce podia fazer um capitulo hot deles no bicuço. Fernanda
ResponderExcluirmaaais
ResponderExcluireita casal perigoso esse kkkkkkkkk adora um sexo
ResponderExcluirmaaaaais
ResponderExcluirmaaaaaaaaiis
ResponderExcluirsexo no carro :o
ResponderExcluir