08 abril 2016

182° Capítulo.

-Quantos anos você tinha quando foi à praia pela primeira vez? -Dessa vez, eu fui a primeira a começar com nosso joguinho. 
Já havíamos passado pela segunda conexão de voo, meu corpo implorava por algo mais confortável. Não que essas poltronas não fossem confortáveis, eu não estava reclamando, mas entre uma cama e essa poltrona, eu escolheria a primeira sem nem ao menos pensar.
-Sei lá quantos anos eu tinha, era pequeno. Não costumávamos muito ir à praia.
-Eu lembro até hoje do dia em que pisei no mar pela primeira vez. Tinha 8 anos e foi incrível. Eu não conseguia entender como podia existir tanta água junta. -Falei sorrindo com minha lembrança infantil. Eu sempre amei água. Era raro chover na minha cidade, mas quando isso acontecia, eu passava horas sentada nas escadas de casa observando a chuva cair. Isso sempre me acalmou.
-Sei como é. Minha primeira composição veio com o barulhinho da chuva em um telhado.
-Hmmm... Primeiro dia de escola? -Questionei, deitando minha cabeça em seu ombro.
-O que tem?
-Como foi?
-Não lembro, eu também era pequeno.
-Que memória de merda que você tem, hein. Chorei tanto no meu primeiro dia de aula que seria meio impossível esquecer. Minha mãe também sempre fez questão de me relembrar do bendito dia, então fica mais difícil ainda cair no esquecimento. Demorou um pouco para eu me adaptar, mas depois disso eu passei amar a escolinha. Era tão bom ficar brincando de amarelhinha, massinha, colorindo... Quando chegou o ensino médio, meu Deus... Eu me arrependia de não ter aproveitado na infância e agora me arrependo por tudo ter passado tão rápido.
-Eu também sinto esse arrependimento, mas sinto que consegui aproveitar o máximo que me foi dado. E essa sensação é muito boa. Isso serve para futuras experiências, a gente precisa aproveitar até o último para que não possa vir futuros arrependimentos.
-Tem razão. -Eu respondi, mas eu estava um pouco distraída observando a mão do Luan e brincando com seus dedos.
-Estou ficando um pouco assustado com o quão entretida você está com meus dedos.
-Não sei se já te disse isso, mas você tem uma mão bonita, de homem mesmo. Odeio homens que tem mão delicada, não é a mesma coisa quando te tocam. -Falei colocando sua palma em cima da minha e comparando a diferença de tamanho. Não demorou para que uma questão viesse pairar sobre minha mente. -Quantos anos você tinha quando se masturbou pela primeira vez?
-Sério que você está me perguntando isso, Branquela?
-Sim.
-O que isso tem relacionado ao fato de eu ter uma mão de homem?
-Acho que nada, mas fiquei olhando sua mão e a questão veio na minha mente.
-Então você viu minha mão e imaginou eu me masturbando?
-Não nesse momento, mas agora que você tá falando, possa ser que a imagem tenha passado pela minha mente.
-Depois eu quem sou o pervertido, Branquela.
- Você está fugindo da minha pergunta, Moreno.
-11 anos. Você?
-12. Logo depois que virei mocinha.
-Foi bom?
-Sim, não esperava por aquilo, mas eu também não me conhecia tão bem quanto me conheço hoje em dia.
-Você já compartilhou essas coisas, digo, suas intimidades, segredos, pensamentos, com outras pessoas?
-Não. Você é meu primeiro e o único. -Falei bocejando.
-Cansada? -Ele perguntou bocejando assim como eu. -Isso é contagiante.
-Um pouco. -falei dando uma risada.
-Tenta tirar um cochilo, não foi você quem elogiou essas poltronas?
-Sim, mas a cama de casa é muito mais confortável.
-Eu deveria ter pedido nossas passagens em uma companhia aérea que os jatinhos viessem com cama.
-Não seria uma má ideia. -Eu murmurei fechando os olhos.
-Mas aí a cama seria pra mim, é claro. -Ele falou e eu abri meus olhos para observá-lo. Ele estava com os olhos fechados, seus cílios quase batendo em suas bochechas. Tão lindo!
-E o cavalheirismo? -Perguntei
-Eu não disse que você tinha que ficar na poltrona. Você poderia dormir na cama comigo, sabe? Grudadinha, sem deixar nenhum espaço. -Ele falou abrindo os olhos castanhos e dando seu sorriso torto.
-Eu não sei como eu te aguento, Moreno. -Falei rindo.
-Isso é porque você me ama, não tem outro motivo. 
-Realmente, tenho que concordar. -Aconcheguei-me mais em seu peito enquanto ria baixinho. 
(...)
Não demorou para que eu caísse no sono, apenas para ser despertada por Luan alguns tempo depois pedindo que eu o divertisse porque ele estava entediado. De bom grado propus que jogássemos, mas eu mal tinha acabado de distribuir as cartas e percebi que ele havia adormecido. Tentei não ficar puta e voltei a dormir, mas o sono não retornou para mim.
Enquanto me remexia na poltrona, olhei ao redor e vi que várias pessoas estavam dormindo. Voltei para posição inicial e olhei para o meu namorado. Ele dormia de forma pacífica, mas seus olhos se mexiam esporadicamente, indicando que talvez ele estivesse tendo um sonho. Seus cílios chegavam a me dar inveja, tinha traços fortes - como os de um homem deveriam ser -, sua boca estava aberta e... Ali era possível ver um rastro de baba. Essa foi a última coisa que me lembrei até que caí em um leve torpor.
  
Luan POV
Chegamos ao LAX, em Los Angeles, por volta das 6 horas da manhã e tudo que eu queria era deitar em uma cama.
No saguão do hotel The Chateau at Lake La Quinta, eles nos disseram que nossa suíte não estava pronta naquela hora. Natacha e eu decidimos dar uma volta ao redor da propriedade do hotel. O hotel era um tipo de resort situado no deserto da Califórnia perto de Palms Springs. 
Ainda era cedo para conseguirmos algo para comer, mas nós pegamos uma garrafa de água para cada um e andamos ao lado do lago que tinha uma vista fantástica. Era surpreendentemente refrescante estar lá. No momento, não estava nem muito quente nem muito frio; estava perfeito. Natacha escolheu vestir uma calça caqui com uma blusa branca que ficou perfeito, terminando com um par de sandálias. Aproveitei sua distração para conseguir uma foto sua. Eu não consegui me conter e peguei aquela pequena mão na minha e segurei. Eu notei que quando eu fiz aquilo, Natacha suspirou e parecia estar contente.
Peguei meu celular, com uma mão consegui postar a foto que eu havia tirado, em meu instagram:
@luansantana: Sabe quando você ama alguém mais que sua própria vida? Eu sei. 
-O que você está fazendo ai? -Ela indagou, tirando o celular das minhas mãos. -Nós combinamos que seria sem celular nessa viagem, lembra? -Ela franziu os olhos para mim. 
-Claro que lembro, branquela, eu só resolvi dá uma atualizada antes de guardar o celular. 
Ela olhou para a tela do meu celular e um sorriso se abriu em seus lábios. Ele era lindo, como um sol nascendo pela manhã. Era assim que eu via seu sorriso. A diferença é que o seu sorriso acelerava meu coração e me aquecia por dentro, diferente do sol. 
Nós encontramos uma área aberta que se assemelhava a um jardim, flores bem cuidadas, a luz do sol dava um brilho diferente para aquele espaço. Decidimos caminhar por ali, vendo alguns casais e famílias admirando a beleza que nos cercava.
Mesmo que eu apreciasse as flores e as árvores que nos cercavam, eu me peguei apreciando a beleza da Natacha. Eu assisti sua face iluminar quando a brisa fez cócegas em seu cabelo e ela fechou os seus olhos, deixando aquilo se mover através dela. 
Estávamos voltando para a recepção do hotel quando vimos uma garota de 4 anos chorando, perdida. Nós dois procuramos em todas as direções e notamos que ninguém estava com a pequena garota. Não havia mais ninguém aquela hora, caminhando por ali.
Natacha ficou de joelhos e tentou acalmar a garotinha. A garotinha tinha um cabelo curto castanho escuro, com uma franjinha caindo por seu rostinho gordinho, com olhos puxadinhos, que pararam por um momento para olhar para Natacha. Então ela olhou para mim e sorriu. Eu me abaixei para ficar no nível dos seus olhos e perguntei seu nome. Ela franziu a testa, e momentaneamente, lembrei-me que ela poderia não entender minha língua, mas me surpreendi quando ela respondeu.
-Miia. -Ela fungou, sua voz de criança respondeu. Ao que consegui entender, seu nome era Mia.
Natacha suspirou, levantando seu pescoço para ver se havia alguém ao nosso redor. Eu me aproximei e limpei as lágrimas que tinham molhado seu rostinho.
-Mia, você está aqui com seus pais? -Eu perguntei, mas a garotinhas apertou um dos meus dedos em sua pequena mão. Natacha sorriu ao meu lado.
-Sim, e meu imão Caã. -Respondeu.
-.Bem, meu nome é Natacha e este é o Luan. Você é daqui, meu bem? -Natacha perguntou. Mia balançou sua cabeça negando.
-Você está ficando no hotel? -Eu perguntei tirando o cabelo do rosto dela e colocando-o atrás de sua orelha.
-Uhm... É um quato bem gande com duas camas gandes. -Mia respondeu tocando a bochecha da Natacha com sua mão livre. -Você é linda. -Natacha sorriu.
-Você é uma princesa. -Natacha sussurrou devolvendo a Mia um sorriso.
-Você paece com a mulhé da Teve... Tele...
-Televisão? -Natacha tentou e Mia abriu um sorriso de confirmação. -Sério que eu pareço? O que ela faz?
-Ela canta e toca o negócio que o Caã tem. -Ela respondeu com um jeitinho totalmente apaixonante.
-Um violão? -Tentei.
-Issoooo! -Ela me encarou. -Você é igal o Luan Santana que canta, ele é lindo... Oh! -Ela saltou no seu lugar. -Você tem o memo nome dele! E paece com ele! -Seus olhos puxadinhos se arregalaram. Natacha riu com seu entusiamo.
-E se eu te contar que eu sou ele? -Perguntei sorrindo. Ela cruzou os pequenos braços e franziu sua testa para mim.
-Mamãe disse que menti é feio, tá? Eu sei que não é poque ele ficou lá longe, embaixo dos algodão. Ele não alcança aqui, só se ele usar aquela nave gigante. -Ela me encarou, avaliando algo que pra ela era importante. -Você veio de nave gigante?
Natacha e eu rimos de sua inocência, e eu confirmei. Ela ainda me encarava acusadoramente. Não demorou minutos para que ela se lembrasse que havia se perdido e os olhinhos se enchessem de lágrimas outra vez.
-Faz tempo que você se perdeu de sua mamãe? -Natacha perguntou levantando e pegando a mão de Mia.
Mia assentiu e fungou de novo. Totalmente desesperador, perdida no meio do nada, onde nada é familiar.
-Você acha que nós devíamos voltar para a recepção e ver se eles poderiam nos ajudar? -Eu perguntei a Natacha.
-Está começando a ventar forte, eu não acho que temos muitas escolhas. -Natacha pareceu pensativa por um momento. -Vamos voltar, mas devagar, talvez os pais dela nos encontrem. Se não, vamos para a recepção. -Eu assenti confirmando.
-Mia, nós vamos andar com você. Nós vamos procurar sua mamãe e seu papai juntos. -Natacha disse docemente para Mia, que assentiu fervorosamente.
Mia pegou minha mão e a de Natacha na outra enquanto caminhávamos de volta. Nós perguntamos sobre sua família, tentando descobrir seu sobrenome, mas ela não sabia ou não conseguia pronunciar. Depois de alguns minutos, Mia começou a bocejar. Olhei para Natacha que encontrou meu olhar, olhou para Mia e sem precisar dizer nada, ela assentiu e eu sabia o que fazer. Eu peguei a garotinha, e em segundos, ela estava apagada como a luz em meus ombros.
Quando nós estávamos nos aproximando do hotel nós ouvimos gritos.
-Oh meu Deus! Maria Julia! -Uma mulher frenética, um pouco mais velha que Natacha com um longo cabelo escuro, correu em nossa direção em torno da curva seguida por um policial e um homem com cabelo preto desgrenhado, com lágrimas nos olhos vermelhos.
-Nós encontramos ela há uns 10 minutos atrás. -Natacha explicou para a mulher enquanto ela arrancava Maria Julia -agora descobrimos o que ela havia tentado dizer- de meus braços.
Os lindos lábios de Mia contorceram-se levemente em um sorriso. Ela abriu seus olhos e olhou para sua mãe. Ela jogou seus braços em volta do pescoço de sua mãe enterrando seus rosto no cabelo dela.
-Mamãe! -Mia gritou virando-se quando seu pai passou os braços em torno de sua esposa e filha. -Papai! -Abraçou seus pais violentamente antes de voltar a olhar para Natacha e eu. -Obigada Luan, obrigada Na. -Mia sorriu estendendo a mão de novo para mim, sua mãe entregou ela para mim.
Seus pais não demoraram a nos reconhecer, logo se apresentaram e nos agradeceram. Depois de tudo certo com a polícia, os pais de Maria Julia explicaram que seu irmão havia arranhado o joelho enquanto ela era vigiada por ele e eles acabaram se desencontrando.
Mia pegou minha mão enquanto seus pais estavam conversando com Natacha e deu um puxão em minha calça me pedindo para me ajoelhar. Seus olhos se arregalaram enquanto ela se inclinava querendo sussurrar algo para mim.
-A Nataça góta de você. -Mia sussurrou com sua pequena mão cobrindo sua boca para que ninguém pudesse ouvir. Eu olhei para Natacha que estava olhando o tempo todo para mim com uma leve expressão antes de corar e rapidamente se virar.
-Você acha isso? -Eu sorri pedindo uma confirmação óbvia da menininha esperta.
Maria Julia assentiu.
-Você góta dela também. -Mia sorriu e sussurrou mais baixo. -Você vai se casá com ela? Igual a Bela casou com a Fera, que na veidade é um pincípe. -De repente eu estava perdido com as imagens de Natacha e eu andando nesse mesmo caminho, com uma garotinha com os olhos da Natacha, sentada nos meus ombros com a barriga da Natacha arredondada com o nosso filho sendo gerado. 
Alguém limpou a garganta atrás de mim. Aparentemente eu parecia como se estivesse viajando. 
-Mia, você ainda é muito nova para entender, mas ainda é cedo para pensarmos em algo assim. -Ela sorriu olhando para Maria Julia.
Mia olhou para mim e depois para Natacha. Ela rolou os olhos e bufou irritada. 
-Se você acha isso, mas você vai vê. -Ela disse num jeito muito Bruna. Maria Julia e sua família foram para seus quartos pouco tempo depois.
Isso me assustou, porque eu desejava isso para minha vida, antes eu pensava nisso como um plano para o futuro, quando eu encontrasse a pessoa certa. Aquela pessoa que se encaixaria nos meus planos. Não que eu estivesse passado pela fase da procura, apenas foi natural, aconteceu. 
Mas as imagens me alegraram porque era alguém que eu realmente queria. Eu encontrei aquela pessoa com a qual eu me pego imaginando, fazendo planos, querendo segui-los, fielmente, passo a passo.
Eu iria me deixar me perder nas férias que teríamos, e lidar com os pensamentos correndo soltos na minha cabeça quando meus sentidos não estivessem sendo esmagados pela presença da minha linda namorada. Sua essência tinha influenciado no meu estado de espírito.

QUERIDAAAAS, AN AN CHEGUEI, AN AN CHEGUEI!!! Sentiram minha falta? Sou cara de pau por perguntar isso pra vocês né? Já recebi tantaaas ameaças nesse último tempo que sou corajosa de vir aqui, fala sério. Mas eu gosto dessas ameaças, isso é um sinal de que vocês se importam, vocês querem que eu continue isso aqui.
Depois de anos isso ainda me surpreende, gente vocês tem noção de quanto tempo temos tudo isso aqui? Tava pensando isso hoje, quando as meninas comentaram quanto tempo tínhamos de grupo e com isso me fez refletir quanto tempo temos a fanfic. Caraca, foi uma evolução na minha vida, amadureci tanto, em tantoooos aspectos, principalmente na escrita. Leio o começo dessa fanfic e muitas coisas eu paro e penso "onde eu tava com a cabeça pra escrever isso e assim?" As vezes tenho vontade de reescrevê-la, alguns erros, tirar alguns detalhes, mas ai penso que é bom pq mostra a evolução e a maneira como foi o início de tudo. 
Agora focando no agoraaaaa, Gente, pq eles são tão nhonhonho assim? Sério, quero um assim pra minha vida, essa fanfic pra mim é igual aquele filme "Um faz de conta que acontece" Eu escrevo, quem sabe não acontece igual né? Esperança é a última que morre.
E essa Maria Julia? Me inspirei na minha irmã! Ela quando pequena ia falar o nome dela, ela falava assim "miia" Era um amorzinho isso, saudades dela assim! Conseguiram entender a maneira dela de falar? Tentei escrever em uma linguagem de criança, espero que tenham entendido.
Desculpem a minha demora de quase um ano para postar, estou fazendo meu possível pra conseguir organizar tudo, tenham paciência comigo por favor, obrigada viu?
Espero que tenham gostado do capítulo, se gostaram comentem, deem opiniões, criticas, sugestões, já sabem né? Beijoooos, até o próximo capítulo! Amo vocês!

14 comentários:

  1. ESCRITORA SUA LOKA. NAO DEMORA TANTO NAO. APENAS LACROU NESSE CAPÍTULO. QUERO MAIS...

    ResponderExcluir
  2. Preciso dizer que lacrou? Acho q não neh?! VC SEMPRE LACRA NATH!!!
    RI demais com a brincadeira deles dois no avião, as vezes eu acho q eles tem 16 anos kkk.
    Amei a Maria Júlia, serio. Muito fofa ela cara, muito cute, muito ai meu Deus eles tem que se casar logo😱 eu não estou brincando, Luan deve pensar nisso mesmo.
    Pedir a Nah eh casamento de um modo bem louco e romântico, apoio em 😘.

    ResponderExcluir
  3. Viada que capítulo foi esse??????? Se chorei ou se sorri o importante é que emoções eu senti. Faltou o hot pra dar aquela pitada final, né? Quando tem hot, vagabunda? Tá achando que sou o que pra esperar???? Continua logo!!!
    Mirella

    ResponderExcluir
  4. Finalmente ela voltou kkk já estava com saudades, quero mais capítulo, urgente de preferência kkkk beijos

    ResponderExcluir
  5. MEUUUS DEUUUUS ACONTECEEU UM MILAGREEEE,A NATH POSTOOOU KKK.Quero um Luan na minha vida também sériio,muiito cute esse casal,sabem ser safados,romanticos na hora certa,LACROOOOOOU,perfeito esse casal e mais perfeito ainda esse capítulo,tave sem Net,ai quando volta a Net volta o capitulo também cara,meus deus quase que morro,quero que chegue logo os outros dois casais kk,o Jac também podia ir né,mais enfim Nath LACROU e ja´quero capitulo novo kkk,Bjs

    ResponderExcluir
  6. Miga sua louca poste logo outro cap. Quero hot isso é pedir muito? Acho que não,do jeito que você é safada e muito experiente nessa aérea. Seus programa ajuda muito ne?kkkk
    Ta bom, parei . . .
    Mas enfim, essas férias deles vao ser muito TOP E LOGICO MUITO SEXO ASSIM ESPERO KKKKK. ELES DOIS SENDO PAIS SERIA MEGA HIPER FOFO. ESSA MIIA FOI UMA GRAÇA EE LINDA😍

    ResponderExcluir
  7. GENTE CADÊ ESSA MULHER... SUMIU CHATEADA, só pq eu voltei a comentar ela some Dany.

    ResponderExcluir
  8. JESUS, QUASE QUATRO MESES, BOA SORTE PRA QUEM FICA, EU HEIN

    ResponderExcluir
  9. AMANDO A FANFIC...
    VC TEM OUTRAS FANFICS ?SE CASO TIVER MAIS ALGUMA ME MANDA O LINK....
    OBRIGADA.

    ResponderExcluir
  10. AMANDO A FANFIC...
    VC TEM OUTRAS FANFICS ?SE CASO TIVER MAIS ALGUMA ME MANDA O LINK....
    OBRIGADA.

    ResponderExcluir
  11. um ano, parabéns autora! e obrigada pela consideração às suas leitoras! vai muito longe assim, hein? Beijão!!

    ResponderExcluir