10 fevereiro 2016

179° Capítulo.



Natacha POV
Abri os olhos com a sensação de que alguma coisa apertava a minha barriga. Era claramente minha bexiga avisando que precisava ser aliviada. Abri os olhos me sentindo desorientada, o quarto estava com o pequeno tom claro sobre ele. Olhei o marcador do relógio sobre o criado-mudo ao meu lado. Eram 06h30min da manhã. A respiração lenta e leve do Luan chamou a minha atenção. Ele ainda dormia profundamente, sua respiração era serena, em seus lábios eu podia ver rastros de um pequeno feliz. Apesar de tudo, ele parecia feliz.
Levantei-me com cuidado para não acordá-lo e caminhei lentamente até o banheiro. Despi-me vagarosamente, meus movimentos ainda estavam lentos. Desviei da banheira, seguido diretamente para o chuveiro, não que eu sentisse medo dela ou algo assim, apenas queria evitar, pelo menos por agora.
Tomei banho lentamente, sentindo a água fresca descer pelo meu corpo. Fechei os olhos, deixando a água escorrer seu caminho para baixo. Ao contrário do que imaginei, eu não sentia mais a turbulência dentro de mim, como no dia anterior, uma calmaria me invadia, não era a paz que eu tanto queria, mas por enquanto, essa era bem vinda.
Enquanto a água lavava a espuma dos meus cabelos, parei pra pensar no que eu faria agora. Não era como se eu tivesse planos muito absurdos, mas eu meio que me sentia perdida. Ao contrário de outros momentos, dessa vez eu não tinha os shows, as entrevistas, a estrada, a correria que a minha carreira me proporcionava e que ajudava muito para não dar tempo para minha mente.
Enrolei-me em um roupão branco, sequei meus cabelos em uma toalha e segui para frente do espelho, penteando-os. O reflexo que me olhava de volta era irreconhecível, até para mim. Olheiras profundas, palidez alta, olhos sem brilho... Tudo que eu conseguia enxergar em meu reflexo. Respirei fundo, eu sabia que de agora em diante não seria fácil, mas eu precisava desesperadamente aprender lidar com aquilo, não ignorar, mas sim, trabalhar. Trabalhar eu falo, tentar entender, e não esconder, encarar aquilo de frente.
Eu já sabia qual era o primeiro passo para isso.
-Branquela? -A voz assustada do Luan vinha do quarto.
-Estou no banheiro, Moreno. -Eu o tranquilizei.
Assim que a porta se abriu, Luan entrou me olhando apreensivo. Ele estendeu as mãos em minha direção, e eu fui de bom grado para os seus braços. Ao abraçá-lo, senti a sua necessidade em tão afetado, assim como também pude sentir como os seus batimentos cardíacos estavam acelerados.
-Eu estou aqui, não se preocupe. -Sussurrei em seu peito, deixando um beijo ali.
-Eu acordei, não te encontrei, eu pensei que... -Ele parou de repente, e eu logo entendi para qual direção seus pensamentos foram, ainda mais quando seu olhar vagou para a banheira ali presente. -Como você está?
Respirei fundo, saindo de seus braços, eu queria evitar essa pergunta por agora. Voltei a olhar meu reflexo no espelho, encontrando seu olhar sobre mim. Ele me olhava preocupado, apreensivo, com carinho, e o melhor, com seu amor ali. Eu ainda não estava bem, não sei ao certo quando ficaria, mas eu sabia que se eu tivesse ele ali, olhando-me como me olhava naquele momento, eu conseguiria ficar bem.
Deixei o sorriso brincar em meus lábios e vi no mesmo instante ele relaxar. Seus braços rodearam minha cintura e deitei minha cabeça em seu ombro, recebendo seus beijos em meu pescoço, sentindo os sutis arrepios me dando bom dia.
-Se todos os dias, logo pela manhã eu acordar recebendo esses beijos e esse abraço, eu tenho certeza de que ficarei bem. -Disse, de olhos fechados.
Senti seu riso baixo, enquanto virava-me de frente para ele e depositava um leve beijo em meus lábios, quando imaginei que ele aprofundaria, ele se afastou, sorrindo torto.
Ele sabia o que provocava em mim, e gostava de saber disso, era nítido em seu olhar.

Luan POV
Olhei para ela e sorri para a expressão frustrada no seu rosto. Eu sabia que ela esperava que eu aprofundasse o beijo, mas eu sabia que se isso acontecesse, eu perderia o controle sobre o meu corpo e suas reações ao corpo dela. Aquele não era o momento, pelo menos eu não arriscaria testar se era. 
Com um bico em seus lábios, ela se virou para frente do espelho e voltou a pentear seus cabelos. Segui para o seu lado, pegando minha escova de dentes e comecei a escovar, encontrando seu olhar em cada movimento meu. Ela se sentou na bancada de granito, me esperando terminar enquanto eu ligava o chuveiro. Terminei de escovar os dentes e estava prestes a fazer a barba quando Natacha me parou. 
-Deixa assim.  -Ela beijou meu queixo, a barba por fazer, a maior que ela já tinha visto. -Eu a amo assim.
Sorri para ela e fiquei entre suas pernas. Puxei-a para mais perto, seu centro nu acariciando minha ereção. Ela obviamente sentiu isso.
-Tudo que você quiser. -Meus dedos vasculharam as ondas do cabelo dela. -Vou tomar meu banho. 
Afastando-me dela, tirei a camisa e minha cueca, consciente do seu olhar sobre meu corpo. Inclusive sobre meu pau, já muito desperto a essas horas da manhã. Entrei no chuveiro e inclinei minha cabeça para frente, deixando a água escorrer pelo meu rosto. Fechei meus olhos enquanto o spray quente batia contra mim. Revirei meu ombro algumas vezes, apreciando a água batendo nele.
Eu não conseguia ver Natacha do outro lado do box, mas eu sabia que ela ainda estava ali. Não que pensar nisso estivesse me ajudando a relaxar. Não, ao invés disso, senti meu pau se agitando enquanto eu pensava em seu corpo coberto apenas por um roupão e a sensação dela ao meu redor. Hmm, fazer algo sobre isso agora, ou esperar até ela esteja pronta para me ajudar?
Minha mão se moveu no meu comprimento enquanto eu imaginava empurrá-la contra a porta no instante em que ela entrasse. Ela provavelmente estaria sem o seu roupão, eu esperava por isso, para que eu simplesmente pudesse penetrá-la ali mesmo. Ela estaria tão apertada e quente e molhada ao meu redor enquanto eu a penetrava contra a porta e então...
Janine and The Mixtape - Hold Me
-Essa é uma coisa individual, ou eu estou permitida a me juntar?
Abri meus olhos e ali, na minha frente, estava minha branquela, gloriosamente nua, seus olhos verdes cintilando enquanto ela sorria para mim.
Senti meus lábios repuxando em um sorriso.
-Eu sempre gostei de jogar em equipe.
Ela inclinou sua cabeça e correu os olhos pelo meu corpo. Meu pau estava oficialmente duro agora que Natacha nua estava na frente dele.
-Isso é uma coisa boa, tendo em vista que você tem sua equipe de trabalho.
Eu ri e dei um passo em sua direção. Ela se manteve firme e eu estava a poucos centímetros dela agora.
-Eu não divido isso com a minha equipe. -Eu fechei minha mão no meu pau e ela mordeu seus lábios antes de rir. Minha mulher e suas risadas inoportunas. Eu nunca me cansaria disso.
-Você tem certeza sobre isso? Gutão pode ter tido uma boa visão.
Eu grunhi e senti meu pau começar a se encolher com a visão mental de Guto o verificando.
-Sério, amor? Você vai me fazer pensar nisso agora?
Ela riu e pressionou um beijo no meu peitoral enquanto suas mãos se moviam sobre o meu abdômen. E eu estava de volta em um mastro completo no primeiro toque das suas mãos e seus lábios.
-Eu senti sua falta. -Ela murmurou contra o meu peito.
Enterrei minhas mãos em seus cabelos e puxei seu rosto para o meu para beijá-la, forte dessa vez. Ela gemeu contra os meus lábios e pressionou seu corpo sexy contra o meu. Isso, isso era exatamente o que eu precisava para me sentir equilibrado de novo. Tudo o que eu precisava era da Natacha seus lábios, seu lindo corpo e sua mente incrível.
-Eu também senti sua falta. -A falta que sentíamos era um do outro, dos nossos toques, nossas respirações, as sensações, falta disso.
Movi meus lábios dos seus e beijei meu caminho até seu pescoço. Óbvio que essa falta que sentíamos não fazia sentido, afinal estivemos juntos desde o dia anterior. Mas era diferente. Acho que porque ela estava tão perto e, ainda assim, tão longe.
Minhas mãos moveram até a curva das suas costas e encontraram sua bunda empinada, que eu apertei.
Natacha segurou nos meus ombros enquanto eu movia minha boca por cada centímetro de pele que eu podia alcançar. Ela jogou sua cabeça para trás e ofereceu seu pescoço para mim como algum tipo de sacrifício. Tracei essa graciosa curva com a minha língua.
-Eu supostamente deveria estar cuidando de você. -Eu murmurei.
-Você está. Eu preciso disso agora. -Palavras mais verdadeiras nunca foram faladas. O desejo que eu tinha por ela queimava em meu sangue.
-Bom, então, você terá isso. -Eu disse sendo abafado por um gemido alto quando deslizei minha mão direita entre as suas pernas e corri meu dedo médio sobro o seu sexo.
Esfreguei pequenos círculos contra o seu clitóris enquanto ela se mexia contra a minha mão, empurrando em minha direção, procurando por mais fricção. Eu me aproximei e enganchei sua perna direita sobre a minha coxa, abrindo-a para que eu pudesse ter um melhor acesso à sua vagina, que já estava molhada para mim.
-Alguém está excitada aqui.
Ela riu e apertou meus ombros.
-Sim, bem, como você reagiria se entrasse no chuveiro e me encontrasse me tocando?
Imagem mais quente do mundo. Isso tinha que acontecer, agora.
-Esse é uma ótima pergunta. Você gostaria de saber como eu reagiria?
Natacha acenou com a cabeça, observando-me com interesse enquanto eu raspava uma unha levemente sobre o seu clitóris. Ela ofegou e eu sorri para ela.
-Eu provavelmente cairia direto de joelhos e começaria a te lamber imediatamente.
Ela gemeu quando deslizei meu dedo indicador dentro dela.
-Provavelmente?
Pressionei um beijo no lóbulo da sua orelha esquerda.
-Definitivamente.
Ela deu um cantarolar de prazer e angulou sua cabeça para me dar melhor acesso. Eu chupei seu lóbulo em minha boca e mordisquei gentilmente.
-Eu terei que deixá-lo me pegar no banho então, logo.
Eu ri e deslizei um segundo dedo dentro dela.
-Estou ansioso por isso.
Ela suspirou enquanto eu deslizava meus dedos lentamente para dentro e fora dela.
-Hm... Eu também.
Eu amava a forma como ela reagia a mim. Mordisquei sua orelha novamente enquanto curvei meus dedos dentro dela.
-Eu ficaria feliz em poder te dar uma prévia agora mesmo, se você quiser.
Ela riu audivelmente.
-Eu certamente não vou ser contra.
Eu estava extremamente grato por esse fato. Removi meus dedos da sua vagina e me afastei, olhando para o seu corpo estonteante por um momento antes de eu ficar de joelhos em frente a ela.
-Você não quer que eu sente no banco? -Ela questionou. Eu balancei a cabeça enquanto a puxava para mim, puxando sua perna esquerda sobre o meu ombro direito.
Eu sorri quando eu a vi espalhada diante de mim: rosa, molhada e pronta. Corri minha língua sobre o seu clitóris muito levemente, mal a tocando, mas ela pulou e gemeu alto. Eu a segurei para que ela não caísse e comecei a mover minha língua a sério, batendo em seu clitóris de um lado a outro enquanto eu acariciava o interior da sua coxa sedosa.
-Eu deveria estar fazendo isso por você. -Ela murmurou mesmo quando puxou meu rosto em direção à sua vagina, puxando meu cabelo.
-Eu não tenho uma boceta para você lamber. -Eu a lembrei, acariciando seu clitóris com o meu nariz enquanto movia minha língua em sua fenda, deslizando para dentro dela e a balançando, seu calor me envolvendo. Ela apertou suas coxas contra a minha cabeça e eu bati seu clitóris com meu nariz novamente.
-Agradeça a Deus por mim. -Ela murmurou.
Senti uma risada borbulhando, mas lutei contra isso quando comecei a penetrá-la com a minha língua. Ela segurou meu rosto nela e pressionou sua vagina em minha direção, apertando sua perna contra as minhas costas e usando seus músculos da coxa para me puxar para dentro.
Tão fodidamente sexy.
Eu me movi de volta para o seu clitóris e suguei em minha boca, levemente roçando meus dentes sobre ele enquanto eu deslizava meus dedos dentro dela e os curvava para a frente. Natacha gritou meu nome e convulsionou contra mim, gozando forte em torno dos meus dedos e contra os meus lábios. Eu lambi seu clitóris suavemente enquanto ela continuava a gemer e cantarolar meu nome. Nada me fazia sentir mais poderoso do que dar à minha mulher essa expressão estupefata e satisfeita depois que ela gozava.
Meus joelhos começaram a protestar por ficar contra o chão duro do chuveiro e eu levantei, dirigindo nos para a água e a beijando enquanto ela tremia contra mim.
-Você está com frio, amor? -Perguntei, segurando um sorriso de comedor.
Ela balançou a cabeça, ainda usando a expressão estupefata. Empurrei seu cabelo para trás com o fluxo da água. Eu amava como ele parecia quase preto quando estava molhado.
Meu pau estava duro como pedra, mas eu sabia que ela precisava de seu pequeno tempo de recuperação antes de qualquer coisa. E eu realmente, verdadeiramente queria me enterrar dentro dela e fazê-la gritar. Eu precisava.
De alguma forma, eu consegui beijá-la gentilmente enquanto ela se segurava em mim, deslizando minhas mãos pelas suas laterais, sentindo a cascata de água quente descer pelo seu corpo ainda mais quente. Ela estava corada e maravilhosa e toda minha. Seus lábios moveram lentamente contra os meus no começo e então ela começou a me beijar avidamente, seus dedos cavando pelas minhas costas e sua vagina esfregando contra a minha coxa direta enquanto ela se pressionava contra mim.
Natacha puxou seus lábios dos meus e estendeu a mão entre nós, pegando meu pau em suas mãos e o bombeando várias vezes em seu punho. Eu gemi e empurrei contra ela. Tendo mais disso e eu gozaria antes que estivesse dentro dela, o que seria chocante.
-Moreno?
-Sim, Branquela? -Deslizei minhas mãos pelas suas costas e agarrei sua bunda, puxando-a para mais perto enquanto ela continuava trabalhando no meu pau.
-Eu realmente quero que você me tome, agora.
Bom Deus, o que fazia comigo ouvir seu pedido saindo desses lábios carnudos. Eu apertei sua bunda de novo e guiei suas costas contra a cascata de água, parando exatamente antes de ela ser pressionada contra ela. Natacha franziu a testa para mim, confusa, e eu a beijei novamente. 
Nosso beijo quebrou e eu mordisquei seu queixo.
-Vire-se. -Seus olhos arregalaram e eu sorri para ela.
Ela fez como eu pedi, virando-se para a parede, colocando suas mãos espalmadas contra o azulejo, separando suas pernas como se eu estivesse prestes a fazer uma inspeção policial nela. Ou fode-la sem sentido. Eu estava absolutamente indo para a opção número dois, embora eu tivesse a intenção de correr minhas mãos sobre cada centímetro do seu corpo delicioso no processo.
Suas mãos eram difíceis de distinguir através da cachoeira, mas estendi minhas mãos através dela e entrelacei meus dedos com os dela facilmente, pressionando contra as suas costas e esfregando meu pau contra suas nádegas redondas. Natacha ofegou quando esfreguei meu nariz em seu pescoço, pressionando meus lábios à curva que encontrava com o seu ombro e lambendo as gotas de água da sua pele macia.
Raspei meus dentes pelo seu pescoço para o lado de baixo do queixo, desenrolando nossas mãos e movendo as minhas lentamente pelos seus braços, esfregando meus dedos sobre sua pele.
-Luan. -Ela choramingou, virando sua cabeça e tentando me beijar. Lambi seus lábios antes de beijá-la, deslizando minha língua em sua boca e a beijando preguiçosamente, apesar do fato de que ela estava tentando sugar minha língua. Ela gemeu em frustração quando eu me afastei dela.
-Logo, amor. -Eu sussurrei, mordiscando sua orelha novamente, minhas mãos movendo sobre a sua barriga, até aqueles lindos seios que enchiam minhas mãos perfeitamente. Minhas meninas.
Eu as apertei levemente enquanto esfregava meu pau sobre as curvas da sua bunda, pressionando-o entre suas nádegas molhadas, a água correndo pelo seu corpo, fazendo-a brilhar sensualmente. Eu gemi quando ela contraiu suas nádegas, apertando meu pau enquanto eu o deslizava para baixo em direção ao meu destino. Senti meus olhos rolando com a sensação e rolei seus mamilos entre meus dedos. Eles estavam tão duros, protuberâncias perfeitas que eu poderia lamber e chupar por horas. Eu definitivamente tenho que brincar com eles mais tarde.
Minhas mãos desceram pela sua barriga enquanto ela empurrava sua bunda contra o meu pau. Eu posicionei meu pau exatamente onde ele mais queria estar. Ela estava tão molhada e quente, eu já podia senti-la e nem sequer tinha minha cabeça dentro dela ainda. Agarrei sua cintura com a minha mão esquerda enquanto a minha direita começou a acariciar seu clitóris novamente. A cabeça de Natacha caiu para trás, suas costas arqueadas e ela gemendo ao meu toque. Revirei seu clitóris entre meu polegar e dedos enquanto eu lentamente empurrava a cabeça do meu pau para dentro dela.
Tão apertada. Ela era tão fodidamente apertada e toda vez era como a primeira vez com ela. Só minha cabeça estava dentro dela e eu sentia que já poderia gozar. Mas eu não estava disposto a deixar isso acontecer, não quando eu tinha a minha linda mulher, de costas nua diante de mim. Eu a segurei firme com a mão esquerda enquanto eu dobrava meus joelhos e deslizada meu pau todo o caminho dentro dela.
Eu estava dentro dela e ela era tão perfeita, suas paredes segurando-me firmemente, sua cabeça caindo para frente, em um sinal de súplica. Era tão completamente quente que eu quase não aguentei.
-Segure-se firme, amor. -Eu murmurei quando comecei a me mover, meus quadris batendo contra a sua bunda enquanto eu empurrava meu pau para dentro e fora dela. Isso seria duro e rápido. A necessidade um do outro falando mais alto.
Natacha soltou o gemido mais gutural e mais alto que eu já tinha ouvido sair dela quando apertei seu clitóris levemente enquanto eu angulava meu pau para cima, atingindo até então, o seu famoso ponto-G. Eu estremeci quando ela se apertou em torno de mim, mas eu não estava pronto para gozar ainda, então eu parei quando ela gozou, continuando a esfregar e apertar seu clitóris. Ela ofegou e estremeceu contra mim enquanto eu pressionei meus lábios contra o seu pescoço, sugando suavemente e correndo minha língua sobre a sua pele delicada.
Luan. -Ela engasgou. Eu mordisquei seu ombro e ela continuou a tremer.
-Você é tão boa em torno de mim, Natacha. Eu amo quando você goza. -Ela gemeu e eu comecei a empurrar para dentro dela de novo, empurrando-a contra a parede. Eu soltei seu clitóris e segurei sua cintura de ambos os lados, suportando nós dois enquanto eu empurrava para dentro dela, uma e outra vez, meus dedos cavando em seus quadris. Natacha choramingou meu nome, gozando em torno de mim mais uma vez.
Desta vez eu não poderia parar nem se eu tentasse, ela estava apertando-me tão forte que eu senti minhas bolas apertarem em aviso e impulsionei profundamente, gozando forte dentro dela, segurando em seus quadris pela minha vida porque minhas pernas estavam realmente no seu limite. Eu a segurei contra mim, beijando sua bochecha e mandíbula. Ela virou a cabeça e beijou-me suavemente. Eu vagamente percebi que a água caindo sobre nós estava morna e relutantemente me afastei, deslizando para fora dela e estendendo a mão para desligar o chuveiro.
Natacha se virou e enterrou a cabeça em meu peito enquanto a água desligava. Eu a segurei contra mim por um minuto, apenas apreciando a sensação de tê-la ali, finalmente.
-Vamos nos secar. -Eu sugeri. Ela sorriu para mim, ficando nas pontas dos pés para me beijar mais uma vez antes de sairmos do chuveiro.
Peguei uma toalha e esfreguei sobre a sua pele, secando-a gentilmente antes de envolver a toalha em torno dela. Comecei a cuidar de mim, mas ela pegou a toalha de mim e a moveu lentamente ao longo do meu corpo.
Peguei a mão dela e caminhei com ela para o quarto, Já conseguíamos ouvir os barulhos vindos do andar de baixo, junto com uns pequenos latidos de Bear. 
Ela voltou do seu closet, já vestida, para o meu total desagrado. Sem ter escolhas, fui em direção a minha mala, pegando uma blusa, calça jeans e cueca, vestindo-os em seguida. Depois de calçar meus sapatos, olhei para cima, deparando-me com os olhos verdes sobre mim. Um sorriso involuntário pairou sobre meus lábios enquanto eu me levantava e seguia até ela.
Ela colocou seus braços em volta de mim, puxando-me contra seu corpo.
-Como você está?
-Essa pergunta está passando a se tornar frequente. -Ela resmungou antes de suspirar e me olhar. -Você fez tudo ficar melhor.
Apreciei seu lindo rosto. Ela era tão malditamente linda. Eu senti como se meu coração fosse pular no meu peito por causa do amor que eu sentia quando olhava para ela. Tanto quanto eu amava transar com ela, eu amava isso ainda mais. Apenas passar o tempo, envolvidos em torno um do outro e conversando sobre o nosso dia.
-Eu fiz isso melhorar? -Eu olhei para ela com curiosidade e ela sorriu levemente.
-Óbvio que estou longe de ficar cem por cento bem, mas... Você faz tudo ficar melhor. Eu não me sinto bem quando não estou com você. Eu posso funcionar perfeitamente bem, é claro, mas há como essa pequena coisa na parte de trás da minha cabeça, deixando-me distante, dizendo-me que algo não está lá. Então, quando você chega, tudo se encaixa e sinto-me inteira outra vez. -Ela desatou a falar.
Um sorriso ainda maior se abriu em meus lábios e  logo eles encontraram os seus. 
Eu a movi para a cama, sentando-me e trazendo ela para o meu colo.
-Eu me sinto da mesma maneira, você sabe. -Eu murmurei contra seus lábios, entre beijos rápidos que me aqueceram da cabeça aos pés.
-Você sente? -Ela perguntou, olhei em seus olhos e eu não vi nada além de amor naqueles grandes olhos verdes. Eu amava o jeito que ela olhava para mim.
Eu pressionei um beijo em seu nariz. 
-Claro que sim. Este é o meu lugar favorito no mundo para estar, bem aqui em seus braços.
Era isso. Definitivamente não haveria lugar melhor para mim. 


TÁ TRANQUILO TA FAVORÁVEL, TÁ TRANQUILO TA FAVORÁVEL... OH MUSIQUINHA DO CAPETA, SAI DA MINHA CABEÇA! Mas ai se essa sai entra PEGA A METRALHADORAAAA TRA TRA TRAAAA gente, pq todo carnaval é assim? Pelo amooor né! 
Não sou muito fã do carnaval, só do feriado, acho que faço parte da minoria né? Mas bem, não sou muito de sair, muito menos de farra, sou uma pequena menina inocente e santa que passa o carnaval fazendo o que? Isso mesmo, escrevendo capítulo e ainda por cima, um HOT de presente pra vocês. Nosso casal tava precisando né? Confesso que não foi muito fácil escrever esse capítulo, comecei a tomar um remédio recentemente e -pelo lado bom e lado ruim, ainda não decidi minha opinião sobre-, ele cortou praticamente boa parte da minha líbido sexual. Isso mesmo, ando meio frigida esses dias SOCORRO! Nem o esmaltezinho no congelador ta ajudando, gente, que isso! 
Mas me esforcei, incorporei aqui nosso casal e dei meu melhor, espero que vocês tenham gostado. Enrolei um pouquinho pra terminar esse capítulo, pq sei que se tivesse postado no carnaval vocês não iam nem dar atenção, muito menos ler, pq vcs são da farra, das festa, das bebida, dos bejo nas boca, eu sei, eu sei (erros propositais). 
Muitas vão pensar "ah, mas a Na quase morreu ontem e já tá transando hoje?" Claroooo, gente, MAKE LOVE É MUITO MELHOR DEMOROU, MAKE MAKE MAKE LOVE!!! Brinks, na verdade, acredito que eles deixaram bem claro, eles precisavam disso, precisavam deles mesmos, dos sentimentos ali, toques, pele, afeto, coisas compartilhadas que só com a união na hora do sexo, foram capazes de conseguir. Foi como a Na falou, ela não está cem por cento bem, amando até os ratos da esquina, mas agora ela decidiu se apoiar nele, e não tentar enfrentar tudo sozinha, como havia cogitado. E com isso, conseguirá superar muito mais fácil. Óbvio que a realidade muitas vezes não bate com a ficção, sou ciente disso, mas o que custa romantizarmos isso um pouquinho? De desgraças já basta a vida real nénão? 
Eu tô falando mais que o normal hoje, virei a noite escrevendo esse capítulo pra vocês, até pq estava ansiosa e não estava conseguindo dormir. O motivo da minha ansiedade é pq dei inicio a minha saga ruiva, oh coisinha complicada. Mais tarde estarei indo até o centro tentar encontrar a tinta que tanto busco pra poder chegar no meu ruivo laranjinha-Marina Ruy Barbosa, torçam por mim, pfv! 
Mas agora eu vou indo, deixar vocês comentarem, deixar vocês dizerem o que acharam, se gostaram, se querem acrescentar algo... Bom, já sabem né? Beijo beijo, meus amores, até o próximo, amo vocês! 

7 comentários:

  1. Que amorrrrrrr. Amei, amei, amei ♡♥♡♥♡♥ principalmente esse hot pra lá de incrível. Esse pode entrar pra lista de fodas fofas de Lutacha.
    Como eles disseram naquela entrevista -que eu esqueci em que capítulo foi- Luan não está acima ou abaixo dela, ele está do lado, pra amar e apoiar acima de tudo. Se ela não está bem no momento o que iria distrair-la se não ele? Esse momento deles íntimos, foi mais un pouquinho do amor doa dois que ta à ajudando a se reerguer.
    Quero ver eh quando eles descerem para enfrentar o mundo la fora...

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  2. Vaiii vou falar,que CAPITULO perfeitooooo,Nath não demora pra postarr viu,vc faz uma coisa super trite,ficar um pouco mais suportavel,e eu AMEII,tUDO PERFEITO,MAIS NÃO DEMORAAA VIIU

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  3. O que falar desse capitulo?!!
    Tantos acontecimentos que OMG!!!
    Juro que se a Nah mandar o Luan embora mais uma vez EU TE MATO ESTA OUVINDO DONA NATACHA.
    Cada palavra era mais uma dozinha no meu coraçãozinho :(
    MINHA FIAA TU SE SUPERA NOS HOTS QUE ISSO QUERIDA.

    Somos duas que não gostamos muitoo de carnaval, não curto muita farra sou mais na minha.
    continua bjoos

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  4. eita q esses dois tem um fogo q nunca apaga em q bom q a nah paro com as loucuras de querer se separar do luan continua

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  5. Que fogo desses dois kkkkk bom quero mais capítulos, continuaaaaa mulher

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  6. Ameeii e já disse que amo esse fogo deles ne ou não?kkk se não disse estou dizendo agora hahaha
    E ainda bem que ela escolheu ele comi alicerce pq um precisa do outro.

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