Luan POV
Era sábado e estávamos sentados no estúdio da revista Contigo!, esperando os entrevistadores aparecerem e nos fazerem todo tipo de perguntas que nos irritariam infinitamente. Eu estava acostumado a estar nos olhos do público, inferno, eu contava com isso. Eu saía com as mulheres nos meus braços, sabendo que as câmeras piscariam e as perguntas voariam e eu estava bem com isso. Fazia parte do jogo e era o esperado de mim. Eu não respondia. Eu os deixava especular e seguia com a minha vida. Eu fiquei sentado e aceitei quando fui acusado de um traição aqui, uma gravidez ali, mesmo nada disso sendo verdade. Não era da conta de ninguém além da minha.
Exceto que agora parecia que era da conta de todos. Eu queria que o mundo soubesse que eu estava namorando a Natacha. Eu a amava e tinha orgulho dela e uma parte de mim queria exibi-la. Outra parte de mim queria se esconder em uma casa com ela e passar os dias perdido nela e somente nela. Era tão fácil quando éramos apenas nós dois. Nós estávamos nos ramificando aos olhos do público.
Ela estava linda em seu vestido e blusa amarrada na cintura. Seu cabelo estava solto e liso, provavelmente tinha sido arrumado por Juliana. Eu gostava dele assim.
Acariciei sua bochecha, fazendo-a olhar para mim.
-Vai dar tudo certo, Branquela.
Ela fez uma careta.
-Você fala como se já fosse um profissional com isso.
Dei a ela um sorriso que só serviu para aprofundar a sua carranca.
-Não nisso, exatamente. Eu nunca falei sobre a minha vida pessoal além das questões ocasionais. Isso é novo para mim também. -Apontei para nós dois e o estúdio onde estávamos.
Natacha suspirou e se inclinou em minha mão. Eu trilhei meu polegar em sua mandíbula e ela soltou um pequeno gemido que me fez querer trancar a porta e explorar nosso relacionamento de uma maneira muito mais satisfatória.
-Eu sei, eu não sei dizer o motivo de eu estar nervosa. Não é algo comum isso acontecer. Você sabe que ainda há tempo para cancelar isso e simplesmente...
Coloquei meu dedo sobre os seus lábios e balancei minha cabeça.
-Não. Nós faremos isso. Eu gosto quando as pessoas sabem que você é minha.
Um sorriso tomou conta de todo o seu belo rosto, seus olhos iluminando.
-Você realmente gosta disso, não é? Você não se importa se você perder suas fãs, ou algumas capas de revistas, ou qualquer outra coisa.
Eu ri.
-Meus fãs, os verdadeiros, só se importam com a minha felicidade. As revistas e toda essa outra besteira nunca me interessaram, de qualquer maneira. Eu faço isso porque eles me dizem para fazer. É bom para os negócios, eu acho, mas eu nem preciso de mais dinheiro. -Passei meu dedo pelo seu nariz. -Você é o que eu preciso, Branquela. Todas as outras coisas são apenas uma parte do pacote de ser uma celebridade. Eu não me importo com nada disso.
Ela deu uma risadinha.
-Falando em pacotes... -Eu não pude evitar e meu amigão começou a se mexer. Esse era um pacote sem o qual eu não poderia viver. -Obrigada pelo Hershey's Kisses* de quinta. -Maldição, pacote errado.
Eu sorri para ela.
-Você gostou? -Eu enviei para ela um daqueles enormes que pesam um quilo. -Foi uma maneira que encontrei de te dar um beijo.
Natacha estendeu a mão e puxou a minha gola, fundindo seus lábios nos meus. Ouvi um gemido escapar dos meus lábios antes de eu perder qualquer noção do que estava acontecendo ao meu redor, deslizando meus braços em volta da cintura dela e a puxando contra mim quando a minha língua encontrou a dela. Eu não sei quanto tempo ficamos nos beijando, mas, eventualmente, tornei-me consciente quando Natacha puxou o seus lábios dos meus.
-Elas devem estar aqui a qualquer minuto. -Ela começou a balançar sua perna nervosamente e eu coloquei minha mão em seu joelho para acalmá-la.
Vozes altas vindo pelo corredor indicavam que elas estavam aqui. E lá estavam elas. Duas mulheres entraram no nosso campo de visão. Imaginei que elas estavam no fim dos seus 20 anos, embora pela risada que elas estavam emitindo, elas poderiam passar tranquilamente por garotas de 14 anos de idade. A loira estava usando alguma camisa com decote, que mostrava seus seios bastante grandes. A morena era mais recatada, vestindo uma blusa e uma saia preta, mas ela deu um passo adiante e percebi que ela era cortada ao meio da coxa. Natacha fez algum tipo de ruído estrangulado ao meu lado e eu lutei contra um sorriso.
Ambas as garotas estavam olhando para mim como se eu fosse alguma coisa para comer, a loira estava realmente lambendo seus lábios, enquanto a outra mexia no seu cabelo. Eu me mexi, já completamente desconfortável com a maneira como elas estavam olhando para mim. Eu nunca me acostumei com isso.
-Luan Santana! É muito bom conhecer você! -A loira falou em uma voz alta, o som anasalado agudo me fazendo querer tapar meus ouvidos, mas retornei seu sorriso com um meu, os anos de treinamento faziam com que isso viesse automaticamente.
Natacha estava sentada no banco parecendo linda de morrer como sempre, com um copo de café em uma mão e a outra mexendo em seu celular, logo ele começou a tocar em sua mão.
-Olá. -Oh, oi Sininho. -Natacha sorriu para mim. Eu revirei meus olhos. -Sim, Luan me convidou para jantar com seus pais esta noite. Mudança de planos? -Natacha olhou para mim e eu apenas dei de ombros. -Ok. Vou perguntar ao Luan se ele está bem com isso. Não, eu estou com ele agora. -Natacha tapou o telefone e me olhou novamente. -Bruna quer saber se estaria tudo bem se todos jantássemos juntos, toda a família. -Natacha olhou para mim com um sorriso.
-Tudo o que você quiser, amor. -Eu respondi tentando passar o tráfego.
-Bru ele disse... Sim... Não... -Ela apenas balançou a cabeça. -Sim, está bom para nós. Onde? Isso soa muito bom, Fadinha. Sete parece bom. Nos veremos lá. -Natacha deslizou seu telefone o desligando.
Eu dirigi até o prédio do estúdio, nossos assessores vindo nos carros de trás. Corri para o lado dela e abri a porta. Puxei-a para fora e passei meus braços em torno dela.
-Posso tomar meu café antes que eu o derrame sobre você? -Natacha se queixou. Eu me afastei quando ela se virou e o colocou no topo do meu carro antes de se voltar para me encarar.
Apertei-a contra o meu carro. Eu beijei seus lábios suavemente e delicadamente. Seus lábios se abriram e eu provei sua língua com a minha própria. Eu gemi.
-Sabor de café. -Eu sussurrei. -Mmm... Tão bom. -Eu aprofundei o beijo e um pigarro foi ouvido atrás de nós. Ela contra meus lábios.
-Vamos lá, nós devemos ir. -Natacha me empurrou pegando seu café e andando em direção ao elevador, seguindo Dagmar, Well, Felipe e Arnaldo. Eu fiquei olhando para ela andando na minha frente. Ela riu.
-Preste atenção por onde anda. -Ela riu entrando no elevador, entrei logo atrás.
Inclinei-me para sussurrar em seu ouvido.
-Eu não posso afastar a noite passada pra fora da minha mente. -Coloquei uma mão ao lado de sua cabeça contra a parede do elevador. Natacha sorriu antes de discretamente acariciar minha ereção através de minhas calças. Eu sibilei quando despertei ao seu toque.
-Eu posso sentir isso. Mas você está em suas próprias mãos hoje. Muito trabalho a fazer para nos dar um tempo juntos. -Ela mordeu os lábios enquanto eu olhava para o meu pau endurecido.
-Você é uma maldita provocadora. -Eu resmunguei. Natacha riu baixinho acariciando-me mais uma vez antes de retirar sua mão. Eu revirei os olhos para ela.
-Nossa parada. -Arnaldo anunciou.
(...)
-Eu odeio isso. -Natacha murmurou ao meu lado.Era sábado e estávamos sentados no estúdio da revista Contigo!, esperando os entrevistadores aparecerem e nos fazerem todo tipo de perguntas que nos irritariam infinitamente. Eu estava acostumado a estar nos olhos do público, inferno, eu contava com isso. Eu saía com as mulheres nos meus braços, sabendo que as câmeras piscariam e as perguntas voariam e eu estava bem com isso. Fazia parte do jogo e era o esperado de mim. Eu não respondia. Eu os deixava especular e seguia com a minha vida. Eu fiquei sentado e aceitei quando fui acusado de um traição aqui, uma gravidez ali, mesmo nada disso sendo verdade. Não era da conta de ninguém além da minha.
Exceto que agora parecia que era da conta de todos. Eu queria que o mundo soubesse que eu estava namorando a Natacha. Eu a amava e tinha orgulho dela e uma parte de mim queria exibi-la. Outra parte de mim queria se esconder em uma casa com ela e passar os dias perdido nela e somente nela. Era tão fácil quando éramos apenas nós dois. Nós estávamos nos ramificando aos olhos do público.
Ela estava linda em seu vestido e blusa amarrada na cintura. Seu cabelo estava solto e liso, provavelmente tinha sido arrumado por Juliana. Eu gostava dele assim.
Acariciei sua bochecha, fazendo-a olhar para mim.
-Vai dar tudo certo, Branquela.
Ela fez uma careta.
-Você fala como se já fosse um profissional com isso.
Dei a ela um sorriso que só serviu para aprofundar a sua carranca.
-Não nisso, exatamente. Eu nunca falei sobre a minha vida pessoal além das questões ocasionais. Isso é novo para mim também. -Apontei para nós dois e o estúdio onde estávamos.
Natacha suspirou e se inclinou em minha mão. Eu trilhei meu polegar em sua mandíbula e ela soltou um pequeno gemido que me fez querer trancar a porta e explorar nosso relacionamento de uma maneira muito mais satisfatória.
-Eu sei, eu não sei dizer o motivo de eu estar nervosa. Não é algo comum isso acontecer. Você sabe que ainda há tempo para cancelar isso e simplesmente...
Coloquei meu dedo sobre os seus lábios e balancei minha cabeça.
-Não. Nós faremos isso. Eu gosto quando as pessoas sabem que você é minha.
Um sorriso tomou conta de todo o seu belo rosto, seus olhos iluminando.
-Você realmente gosta disso, não é? Você não se importa se você perder suas fãs, ou algumas capas de revistas, ou qualquer outra coisa.
Eu ri.
-Meus fãs, os verdadeiros, só se importam com a minha felicidade. As revistas e toda essa outra besteira nunca me interessaram, de qualquer maneira. Eu faço isso porque eles me dizem para fazer. É bom para os negócios, eu acho, mas eu nem preciso de mais dinheiro. -Passei meu dedo pelo seu nariz. -Você é o que eu preciso, Branquela. Todas as outras coisas são apenas uma parte do pacote de ser uma celebridade. Eu não me importo com nada disso.
Ela deu uma risadinha.
-Falando em pacotes... -Eu não pude evitar e meu amigão começou a se mexer. Esse era um pacote sem o qual eu não poderia viver. -Obrigada pelo Hershey's Kisses* de quinta. -Maldição, pacote errado.
Eu sorri para ela.
-Você gostou? -Eu enviei para ela um daqueles enormes que pesam um quilo. -Foi uma maneira que encontrei de te dar um beijo.
Natacha estendeu a mão e puxou a minha gola, fundindo seus lábios nos meus. Ouvi um gemido escapar dos meus lábios antes de eu perder qualquer noção do que estava acontecendo ao meu redor, deslizando meus braços em volta da cintura dela e a puxando contra mim quando a minha língua encontrou a dela. Eu não sei quanto tempo ficamos nos beijando, mas, eventualmente, tornei-me consciente quando Natacha puxou o seus lábios dos meus.
-Elas devem estar aqui a qualquer minuto. -Ela começou a balançar sua perna nervosamente e eu coloquei minha mão em seu joelho para acalmá-la.
Vozes altas vindo pelo corredor indicavam que elas estavam aqui. E lá estavam elas. Duas mulheres entraram no nosso campo de visão. Imaginei que elas estavam no fim dos seus 20 anos, embora pela risada que elas estavam emitindo, elas poderiam passar tranquilamente por garotas de 14 anos de idade. A loira estava usando alguma camisa com decote, que mostrava seus seios bastante grandes. A morena era mais recatada, vestindo uma blusa e uma saia preta, mas ela deu um passo adiante e percebi que ela era cortada ao meio da coxa. Natacha fez algum tipo de ruído estrangulado ao meu lado e eu lutei contra um sorriso.
Ambas as garotas estavam olhando para mim como se eu fosse alguma coisa para comer, a loira estava realmente lambendo seus lábios, enquanto a outra mexia no seu cabelo. Eu me mexi, já completamente desconfortável com a maneira como elas estavam olhando para mim. Eu nunca me acostumei com isso.
-Luan Santana! É muito bom conhecer você! -A loira falou em uma voz alta, o som anasalado agudo me fazendo querer tapar meus ouvidos, mas retornei seu sorriso com um meu, os anos de treinamento faziam com que isso viesse automaticamente.
Ela se aproximou e eu levantei, oferecendo a ela a minha mão, que ela pegou e apertou com entusiasmo.
-Eu sou Tainá Goulart e esta é Priscila Doneda. Somos grandes fãs suas.
-Enormes. -Priscila ecoou, seus olhos arregalados quando ela olhou para o meu... Jesus Cristo. Isso era totalmente estranho.
-Hanram. -Natacha limpou a garganta do seu lugar na cadeira ao meu lado. Priscila e Tainá finalmente viraram seus olhos para ela, mas não sem Priscila dar ao meu pau uma última olhada lasciva. Lutei para conter o arrepio que queria passar através de mim enquanto eu afundava de volta na minha própria cadeira. Perguntei-me se cruzar as minhas pernas para proteger meu pau do seu olhar faminto seria óbvio demais.
-Hm, olá Natacha, é um prazer conhecê-la também. -Priscila sorriu polidamente, estendo sua mão para a minha namorada.
-Acredito que seja. -Natacha retribuiu e eu mordi meu lábio inferior para controlar o riso.
Eventualmente eu me acalmei o suficiente para envolver meu braço em torno dela e puxá-la para mim, embora ela tenha relutado um pouco.
-Bom, queríamos ter sido os primeiros a entrevistar o casal, logo que vocês resolveram assumir o relacionamento de vocês. -Tainá começou, enquanto sentava-se à nossa frente junto com Priscila. -Agradecemos por, todavia, vocês terem nos concedido essa entrevista.
-Podemos começar? -Priscila perguntou. Concordamos.
Tainá se inclinou para a frente, seus olhos azuis afiados enquanto Priscila começava a rabiscar notas em algum caderno roxo ridiculamente brilhante que ela puxou da sua bolsa muito grande.
-Onde foi que vocês se conheceram? -Lá estava uma das perguntas mais clichês.
Natacha soltou um pequeno gemido quando a entrevista começou oficialmente e eu deslizei meu braço em torno dela e decidi que seria melhor eu pegar a bola.
-Nós nos conhecemos dentro de um camarim.
Priscila deu uma dupla olhada.
-Camarim?
-Sim. -Natacha respondeu. -Estávamos fazendo show no Festival de Verão em Salvador. Fernando e Sorocaba são nossos amigos em comum, e o levaram até o meu camarim para nos conhecermos. Eles mais ou menos nos juntaram, embora eu não soubesse disso na época.
-Vocês nunca tinham se visto antes? Pelo mundo que vocês vivem, isso é muito comum acontecer. -Foi a vez de Tainá fazer as perguntas agora.
Natacha riu levemente.
-Por incrível que pareça, não. É óbvio que eu ouvia muito falar dele, conhecia os sucessos dele, mas era só isso.
-Então ele apenas apareceu no seu camarim?
-Sim, Fernando e Sorocaba o arrastaram até lá. Tenho uma amizade muito forte com eles, então é mais do que comum um aparecer no camarim do outro quando ocorre eventos assim. Quando eles falaram que uma pessoa queria me conhecer, nem passou pela minha cabeça quem poderia ser... -Ela pausou e eu sorri para ela. -Que essa pessoa seria o Luan.
-E quanto a você, Luan? -Tainá se virou para mim, aqueles olhos azuis penetrantes agora me levando à conversa.
-Foi a mesma coisa, na verdade. Fiquei interessado em conhecer a Natacha pelo trabalho dela, pela Natacha artista, eu admirava muito, e ainda admiro o seu trabalho. Foi um arranjo, puro e simples. Acho que nem era a intenção deles realmente nos apresentar dessa maneira.
-Foi amor à primeira vista? -Priscila entrou na conversa com a sua própria pergunta.
Natacha sorriu para mim, sem dúvida lembrando exatamente do que eu estava lembrando; as trocas de olhares, os toques eletrizantes, a desculpa para a composição.
-Não amor, mas eu fiquei definitivamente intrigado por ela desde o começo. -Os lábios dela se torceram em um sorriso suave. -Como regra, eu geralmente não me envolvo com ninguém do mesmo mundo que eu, mas a pessoa que ela é longe de um palco e longe das câmeras me chamaram atenção.
-E você, Natacha? Você ficou imediatamente sob o feitiço dele? -A voz de Priscila tinha um quê de sonho. Eu meio que senti que estava participando de um filme para mulheres, ou algo assim.
Natacha se moveu desconfortavelmente.
-Eu estava muito atraída por ele, claro. Mas eu não estava exatamente procurando um relacionamento com outro cara famoso, especialmente já estando em um relacionamento parecido.
-Por que não? -Priscila perguntou. -A maioria das garotas ficaria encantada em ter um cara rico e lindo, ainda assim, você manteve o seu relacionamento com o Luan em segredo durante algum. Por quê? -Maldição, ela não era ruim em seu trabalho, afinal. Qualquer sinal de fraqueza ou nervosismo e ela saltava sobre ele.
-Porque eu queria adiar o inevitável, eu acho. Isto. O olhar do público estando em algo que deveria ser privado. -A postura de Natacha estava rígida novamente e eu esfreguei seu ombro suavemente.
Tainá recostou-se.
-Acho que posso entender isso, no entanto, se eu estivesse namorando o Luan Santana, eu estaria gritando isso aos quatro ventos.
Eu fiz uma careta para isso e Natacha balançou a cabeça.
-Isso é apenas isso, porém. Ele é uma figura pública, sim, mas você não o conhece.
-Eu gostaria de conhecer. -Priscila murmurou. Parecia que ela queria saltar em cima de mim e agora eu estava pensando em empurrar a cadeira da Natacha diretamente em frente à minha.
-Vê, isso! -Natacha se alterou, olhando para Priscila. -As pessoas veem o quanto ele é gostoso, e que ele é rico, e isso é tudo que existe para elas e elas o querem apenas por isso. Mas quando você consegue conhecê-lo... Ele é ainda mais bonito por dentro do que por fora. Ele é inteligente e gentil e engraçado e ele tem a paciência de um santo. Ele sabe como me fazer sentir a garota mais bonita do mundo. Ele escuta quando eu falo, me acalma quando estou divagando e me levanta quando estou para baixo. -Tudo saiu em uma daquelas típicas formas da Natacha, as palavras derramando juntas enquanto ela formava um discurso retórico. Uma parte de mim queria pará-la porque eu sabia que ela estava revelando muito mais do que ela queria, mas outra parte, a mais forte de mim, queria ouvi-la falar sobre mim assim o dia todo. A forma como eu era, aos seus olhos, estava me impressionando. Eu sabia que ela me amava, obviamente, mas a beleza das suas palavras me deixou sem palavras.
-Uau. -Tainá respondeu. -Você realmente o ama, não é?
Natacha corou novamente, percebendo que tinha falado demais. Mas uma coisa que minha mulher não era, era covarde. Ela olhou para mim e sorriu.
-Muito.
Eu não pude me impedir e dei-lhe um beijo, só um beijo rápido, mas eu tinha que fazer isso. Ouvi o clique rápido de uma câmera e olhei para cima para ver Tainá sorrindo enquanto tirava outra foto. -Desculpe, eu não tive como resistir. -Ela disse com um encolher de ombros.
Natacha suspirou.
-Você precisa usar isso?
-Claro! Isso é romântico como o inferno. Você acabou de derramar o seu coração sobre ele, ele beijou você e, exatamente como você disse, ele olha para você como se você fosse a mulher mais bonita do mundo. As leitoras darão uma olhada nessa foto e seus corações vibrarão exatamente como o meu vibrou. -Tainá não era tão ruim quanto parecia quando entrou na sala. Eu estive com medo que elas fossem mal-intencionadas, mas ambas pareciam bastante decentes, se não um pouco atraídas por mim. Priscila ainda estava me encarando avidamente, mas ela olhou para Natacha e deu a ela um sorriso relutante.
-E você a ama, isso é óbvio. -Tainá disse.
Não era uma pergunta, mas eu a respondi, de qualquer maneira.
-Sim, eu amo. -Natacha deslizou sua mão na minha e eu passei meu polegar sobre o dorso da sua mão.
-Você já teve alguns relacionamentos sérios antes. -Tainá observou, aparentemente voltando para a sua lista de perguntas.
Ugh, aqui vamos nós.
-Eu tive.
-Como este é diferente? Por que funcionará quando os seus outros relacionamentos não sobreviveram?
Qual é a melhor maneira de responder essa pergunta sem insultar as ex-namoradas? Eu esperava isso, mas ainda me surpreendeu um pouco agora que estava aqui.
-Eu acho que principalmente porque os sentimentos são diferentes desta vez. Enquanto eu gostava das mulheres com quem namorei. Eu não estava apaixonado por elas. -Os olhos de Tainá brilharam e eu tive receio de que ela estivesse prestes a perguntar algo ainda pior, então eu continuei. -Eu também acho que isso é diferente porque a Natacha está nos olhos do público assim como eu. É muito difícil namorar outra pessoa famosa; as obrigações, os eventos, as expectativas e as longas separações devido ao trabalho. Porém, sabemos lidar com isso, sabemos jogar esse jogo.
Tainá assentiu.
-Eu imagino que seja difícil namorar uma cantora famosa, com homens fazendo fila para tirar uma foto dela. -Eu não mordi a isca e não disse nada. -É parte da atração, saber que há tanta concorrência?
Isso me irritou. Como se a Natacha fosse uma carne em oferta. Eu reprimi uma réplica irritada e procurei encontrar alguma calma antes de responder. Minha namorada apertou minha mão e eu olhei para ela. Ela estava calma, pelo menos.
-Isso tudo é relativo. Há uma abundância de homens que ficaria feliz em assumir o meu lugar com Natacha. -Eu apenas tenho sorte que ninguém a tenha fisgado antes de mim, e que ela esteja disposta a aguentar toda a carga quem temos a carregar. Eu confio nela, assim como ela confia em mim. Não importa se ela é famosa ou não. Ela é a mulher que eu amo.
Tainá virou de volta para Natacha
-E você, Natacha? Você está namorando um dos solteiros mais quentes no mundo. É fácil viajar para outro estado, quando ele está fora em alguma função, ou em algum dos seus shows, sabendo que as mulheres estão se atirando para ele?
Natacha pareceu pensativa por um momento antes de responder.
-Eu não posso culpar as mulheres pelos seus gostos, obviamente. Tudo o que posso fazer é confiar no meu namorado, e é o que eu faço. Eu não teria dado meu coração a ele se ele não tivesse a minha confiança.
Sorri para ela.
-Não foi fácil convencer ela a dar isso para mim, mas estou fazendo o meu melhor para ter certeza de que ela nunca vá se arrepender.
Ela apertou minha mão novamente.
-Eu nunca poderia me arrepender. -Ela sussurrou. Eu não sei se elas ouviram, mas não era para elas ouvirem, de qualquer maneira. Nada disso era, mas deixar o mundo saber que eu amava essa mulher com todo o meu coração não era difícil, por qualquer que fosse o meio.
-Luan, você se preocupa sobre o seu relacionamento prejudicando a sua popularidade?
Agora Tainá parecia Simone quando ela soube que iriamos à público.
-Não. Eu posso não conseguir estar nas listas de homens mais cobiçados e em revistas, mas, realmente? Eu não estou disponível, então por que isso me incomodaria? Eu não estou disponível desde o nosso primeiro encontro e, enquanto ela me aturar, eu não estarei disponível para ninguém. Todas as mulheres riram, incluindo Natacha. Revirei meus olhos. Era tão errado pensar que ela poderia ser a única a se afastar de mim? Eu não achava que ela faria isso, mas ela tinha a mesma possibilidade de quebrar o meu coração como eu tinha de quebrar o dela. Talvez mais, porque amá-la era uma parte fundamental do meu ser agora. Se a fama, minha vida, fossem demais para ela e ela me deixasse, eu estaria acabado.
Tainá franziu seus lábios.
-E quanto a você, Natacha? Você recentemente sofreu um grave acidente na última gravação do seu DVD, acarretando na enorme tragédia que tudo aquilo foi. Agora para correr atrás do prejuízo você precisará aumentar os dias letivos em sua agenda. Como você equilibrará o seu trabalho e o seu relacionamento? Além disso, aparentemente logo que isso aconteceu, vocês resolveram focar no seu relacionamento com o Luan, isso foi um jogo de marketing? -Ela fez uma pequena careta depois que fez a pergunta, e eu não sabia o que isso significava.
Isso me irritou, no entanto. Eu sabia que a pergunta viria, mas eu realmente odiava que qualquer um pensasse que ela estava comigo ou usasse nosso relacionamento para subir na fama. Natacha era uma artista brilhante e tudo que conseguiu foi por único mérito seu, e se reergueria da mesma maneira.
Natacha parecia perplexa.
-Sobre o acidente e a tragédia que aconteceu, ainda é um assunto muito delicado para eu poder falar. Afinal foi algo que ninguém esperava ou imaginava que aconteceria. Vidas foram perdidas, traumas surgiram, e muito do que perdemos naquela noite, será impossível recuperar. Os bens materiais são isso, materiais, com o tempo vamos recuperar. -Ela suspirou. -Sim, você está certa, a minha agenda foi redobrada graças a isso, mas vamos conseguir lidar com isso, o tempo será curto em muitas ocasiões, mas somos maduros o suficiente para entender.
-Então você admite estarem correndo atrás do prejuízo que tiveram, e com isso resolveram recorrer as estrategias de usar algo que atrai o público, o relacionamento de vocês? -Eu me encolhi. Esta era a parte complicada da situação.
-Em momento algum eu fui à favor de expor meu relacionamento com o Luan. Minha agenda precisou ser modificada, graças ao último acontecimento, com isso essa entrevista foi encaixada logo em seguida, nada além de coincidências aconteceram aqui. Nunca precisei disso, não seria agora que eu iria recorrer a isso. -Senti-me orgulhoso de como ela estava levando a entrevista bem, respondendo a pergunta de Tainá de forma calma e inteligente quando eu queria gritar com ela e tirar Natacha dessa sala e afastá-la dessas perguntas.
Natacha fez uma pausa e respirou fundo.
-A fama nunca foi algo que eu desejei, ela é apenas uma consequência do que eu escolhi pra vida. Gosto de acreditar que se cheguei até aqui foi porque batalhei e mereci. Afinal, qual explicação teria por eu ainda permanecer aqui? -Ela arqueou a sobrancelha. -Sim, sei que uma pessoa pode usar a outra como seu degrau para o topo, mas quando isso acontece, ela nunca permanece, ela sempre cai e cai feio. Eu nunca precisei de ninguém para chegar onde cheguei, a não ser os meus fãs e minha família. Eles são os únicos que eu agradeço. Agradeço por me apoiarem, me levantarem e estarem sempre comigo. E quando eu digo família, não estou dizendo pelo meu pai ser famoso ou algo assim, eu digo no sentindo de pai, mãe e irmão estarem sempre do meu lado e não me deixarem desistir.
Ela olhou para mim e sorriu.
-O Luan quando entrou na minha vida, entrou para o grupo dos quais eu agradeço, ele não está abaixo de mim como um degrau, ou acima de mim, ele está ao meu lado. Me ajudando a seguir o nosso caminho, me puxando quando quero desistir, me dando forças, sendo meu parceiro, sendo onipresente na minha vida, seja por um celular ou fisicamente mesmo.
Eu complementei aqui.
-Assim como ela é pra mim. Sempre tive minha família do meu lado e os meus fãs, mas faltava um pedaço, esse pedaço era ela. Que me dá forças mesmo quando não sabe que está fazendo. Me ajuda, me apoia, nunca me deixa desistir. Sobre especulações de que ela está comigo pelo que eu faço, não passam disso, quem conhece a Natacha Mendonça como artista, sabe o talento que existe dentro dela, ainda mais quando ela fecha os olhos e deixa a música falar por ela. Eu não estou sendo tendencioso quando digo que ela é uma das melhores artistas que eu conheço.
Tainá sorriu de uma forma bastante amigável, ela estendeu a mão e pegou a caneta da mão de Priscila, fazendo a morena olhar para cima em surpresa.
-Encerramos por aqui. Quero agradecer a vocês por nos conceder essa entrevista. Nos desculpem por algo que os incomodou, isso realmente não é nossa culpa, apenas fazemos as perguntas aqui.
-Sim, se quiserem que algo seja reeditado, nos avisem em 24 horas. Até mais. -Priscila se virou para Tainá. -Vamos.
A morena deu-me um outro olhar aquecido e Tainá suspirou e segurou o braço dela.
-Deixe de ser uma pervertida assustadora. Vamos.
Finalmente estávamos sozinhos e virei-me para Natacha.
-Bem, isso não foi tão ruim quanto poderia ter sido.
Ela suspirou e encostou sua cabeça no meu ombro.
-Não, não foi. Obrigada por estar comigo nessa. -Ela sussurrou, cansada.
Beijei o topo da sua cabeça.
-Obrigado você, pelas coisas maravilhosas que você disse sobre mim. Se eu já não estivesse apaixonado por você, eu teria me apaixonado mais uma vez.
Ela olhou para mim e sorriu suavemente.
-As coisas que você diz, Luan Santana. Você sabe, mais garotas vão se apaixonar por você quando lerem esse artigo. Não há nada como um, o que foi que você disse, um cara lindo que diz coisas incríveis sobre a mulher que ele ama para enviar corações voando.
-O seu é o único coração que me preocupa. -Eu disse a ela.
-Ele é todo seu. -Eu a beijei então, porque, realmente, que melhor presente ela poderia me dar? Eventualmente eu me afastei e levantei. -Vamos. Esta noite um jantar nos espera.
Seus olhos brilharam de felicidade.
-Sim, finalmente todos reunidos.
Hoje à noite seria um grande passo em direção a esse objetivo. Tínhamos que ser um casal de verdade que fazia coisas antes que pudéssemos considerar viver juntos, casar, ter filhos; todas essas coisas que eu já estava pensando, mas ainda não admitia em voz alta. Pequenos passos, Cara. Um namoro real seria bom antes de pensar em comprar anéis. Mas eu senti uma onda de excitação enquanto saíamos da sala de mãos dadas. Um dia, em breve.
(...)
Trinta minutos depois estávamos sentados em uma mesa em uma churrascaria local com toda nossa equipe. Natacha estava sentada ao meu lado com sua coxa tocando a minha. Depois de pedirmos a nossa refeição, nós começamos a trabalhar. Nossos projetos estavam sendo discutidos, ideia para a nova turnê sendo lançada, tudo que tinha sido decidido entre eles, sendo repassado para nós;
Então, senti a mão da Natacha na minha coxa. Ela segurou minha coxa com firmeza por um instante antes de movê-la mais para cima. Eu parei de respirar por um momento, ouvindo Arnaldo enquanto ele continuava a discutir seus pontos. Ele se voltou para pedir a opinião de Dagmar.
-O que você está fazendo? -Eu sussurrei no ouvido da Natacha mantendo meus olhos em Arnaldo.
-Desculpe, eu... Não foi nada. -Natacha murmurou olhando para baixo. Ela retirou sua mão e colocou-a em seu colo. Eu suspirei, eu não queria magoá-la ou fazê-la parar. Eu coloquei a minha mão direita em sua coxa deslizando-a para cima. Ela enrijeceu ao meu lado quando minha mão entrou por baixo de sua saia. Logo seus olhos se arregalaram -O que você está fazendo? -Ela sussurrou freneticamente no meu ouvido.
-Devolvendo o favor. -Eu sussurrei de volta enquanto meus dedos roçavam sua calcinha. Eu mordi o interior da minha bochecha, ela estava molhada. Arnaldo e Dagmar continuaram fazendo perguntas e eu as respondia o melhor que podia. Assim como Natacha fazia o mesmo enquanto eu me movi sua calcinha para o lado e rapidamente mergulhei dois dedos dentro de suas dobras.
Natacha apertou a mesa fechando seus olhos . O lábio inferior dela tremia enquanto eu continuava minhas ministrações. Só então veio o almoço e Dagmar sugeriu que deixássemos o resto de lado para falarmos depois que terminássemos de comer. Eu concordei alegremente. Eu comi o que pude com a mão esquerda. Minha mão direita estava ocupada acariciando a intimidade da minha namorada. A respiração dela engatou.
-Respire Branquela. -Inclinei-me para sussurrar em seu ouvido. -Você quer que eu pare? -Natacha balançou a cabeça dando uma mordida de sua salada em sua boca. Eu curvei meus dedos dentro dela e ela engasgou um pouco. Continuei bombeando nela apreciando o olhar em seu rosto e o calor do seu núcleo apertado.
Ela pediu licença da mesa e saiu para a o banheiro das mulheres. Desculpei-me um pouco depois. Ao me aproximar do banheiro, um braço me puxou para o das mulheres. Ouvi um clique suave atrás de mim quando Natacha me empurrou contra a porta. Ela olhou para mim.
-Você foi mau. -Ela resmungou e meu pau contraiu.
-Como eu disse, eu estava apenas devolvendo o favor. -Eu declarei, mas engoli seco com o olhar que ela estava me dando.
-Você vai pagar por isso. -Ela sorriu agarrando minha ereção semi-rígida, que endureceu instantaneamente. Punição, porra, sim. -Oh não, você não vai se beneficiar com isso, Moreno. Eu. Vou. -Natacha sussurrou em meu ouvido enquanto ela continuava a afagar-me sobre a minha calça.
-O que... Você... Quer? -Eu gemi desfrutando o atrito que ela estava criando.
-Você vai fazer aquilo novamente.
-O que novamente?
-Você vai usar os seus dedos em mim novamente.
-A qualquer hora. -Eu engoli em seco novamente, minha respiração errática.
-Ótimo, você tem que fazê-lo novamente durante o jantar.
Meus olhos se arregalaram e meu pau endureceu ainda mais. Natacha continuou.
Hoje à noite.
CHEGAAAAAAY! OIN GENTEEEE! QUE SAUDADE DE VOCÊS, COMO ESTÃO? Tá vou parar de gritar. Sentiram saudades? Espero que sim hein! Finalmente esse capítulo saiu (E QUE CAPÍTULO HEIN)
O capítulo era pra ter saído mais cedo, porém aconteceram algumas coisas que mudaram meus planos, muitas que estão no grupo da Fic já estão sabendo e agradeço muito pelo entendimento de cada uma. Sexta uma amiga minha faleceu, foi um baque para todos, mas com o tempo estamos nos conformando e aceitando que ela está muito melhor, sem sofrimento nenhum agora, afinal foi um anjo aqui na terra e sei que ela agora está no seu devido lugar.
Deixando meus problemas de lado, vim postar para vocês como o prometido, estou melhor, mais conformada, mas é uma dor que fica, essa só o tempo pode curar.
Vamos falar do capítulo... O que foi essa entrevista deles, e todo esse love em relação as respostas? Gente eu escrevendo essa Fanfic sou eu sonhando acordada kkkkk acho que vocês já perceberam né? Mas é um mundo alternativo pra mim sabem? Por isso sempre tento escrever e aproximar muito da realidade.
Agora essa provocação deles no restaurante... Sou inocente nessa parte, não fico sonhando com essas coisas não, até pq sou uma garota totalmente inocente. E o que será que vai rolar nesse jantar? Ai ai viu. Só posso garantir que o próximo tem mais, já comecei a escrever ele.
Ain chega de falar né? Acho que falo demais meu Deus kkkkk bom é isso, obrigada pelos comentários, me surpreenderam sabia? Tanto que por isso tentei acelerar mais ainda esse capítulo, e mesmo assim me desculpem por não ter sido tão rápido como o prometido. Volto com o próximo, comentem bastante, amo vocês!
(...)
Trinta minutos depois estávamos sentados em uma mesa em uma churrascaria local com toda nossa equipe. Natacha estava sentada ao meu lado com sua coxa tocando a minha. Depois de pedirmos a nossa refeição, nós começamos a trabalhar. Nossos projetos estavam sendo discutidos, ideia para a nova turnê sendo lançada, tudo que tinha sido decidido entre eles, sendo repassado para nós;
Então, senti a mão da Natacha na minha coxa. Ela segurou minha coxa com firmeza por um instante antes de movê-la mais para cima. Eu parei de respirar por um momento, ouvindo Arnaldo enquanto ele continuava a discutir seus pontos. Ele se voltou para pedir a opinião de Dagmar.
-O que você está fazendo? -Eu sussurrei no ouvido da Natacha mantendo meus olhos em Arnaldo.
-Desculpe, eu... Não foi nada. -Natacha murmurou olhando para baixo. Ela retirou sua mão e colocou-a em seu colo. Eu suspirei, eu não queria magoá-la ou fazê-la parar. Eu coloquei a minha mão direita em sua coxa deslizando-a para cima. Ela enrijeceu ao meu lado quando minha mão entrou por baixo de sua saia. Logo seus olhos se arregalaram -O que você está fazendo? -Ela sussurrou freneticamente no meu ouvido.
-Devolvendo o favor. -Eu sussurrei de volta enquanto meus dedos roçavam sua calcinha. Eu mordi o interior da minha bochecha, ela estava molhada. Arnaldo e Dagmar continuaram fazendo perguntas e eu as respondia o melhor que podia. Assim como Natacha fazia o mesmo enquanto eu me movi sua calcinha para o lado e rapidamente mergulhei dois dedos dentro de suas dobras.
Natacha apertou a mesa fechando seus olhos . O lábio inferior dela tremia enquanto eu continuava minhas ministrações. Só então veio o almoço e Dagmar sugeriu que deixássemos o resto de lado para falarmos depois que terminássemos de comer. Eu concordei alegremente. Eu comi o que pude com a mão esquerda. Minha mão direita estava ocupada acariciando a intimidade da minha namorada. A respiração dela engatou.
-Respire Branquela. -Inclinei-me para sussurrar em seu ouvido. -Você quer que eu pare? -Natacha balançou a cabeça dando uma mordida de sua salada em sua boca. Eu curvei meus dedos dentro dela e ela engasgou um pouco. Continuei bombeando nela apreciando o olhar em seu rosto e o calor do seu núcleo apertado.
Porra, eu não posso esperar até que eu possa prová-la outra vez.
Eu senti que ela começou a apertar sua mão fechada sobre a borda da mesa, sua respiração engatou e ela mordeu os lábios e fechou os olhos quando ela veio. Seu corpo tremeu com a sua libertação. Tirei meus dedos e acariciei sua coxa, pegando o guardanapo em seu colo e limpando minha mão, exceto um dedo. Eu rapidamente coloquei-o na minha boca observando minha mulher ainda mordendo seu lábio inferior. Eu pisquei quando ela balançou a cabeça.
Ela pediu licença da mesa e saiu para a o banheiro das mulheres. Desculpei-me um pouco depois. Ao me aproximar do banheiro, um braço me puxou para o das mulheres. Ouvi um clique suave atrás de mim quando Natacha me empurrou contra a porta. Ela olhou para mim.
-Você foi mau. -Ela resmungou e meu pau contraiu.
-Como eu disse, eu estava apenas devolvendo o favor. -Eu declarei, mas engoli seco com o olhar que ela estava me dando.
-Você vai pagar por isso. -Ela sorriu agarrando minha ereção semi-rígida, que endureceu instantaneamente. Punição, porra, sim. -Oh não, você não vai se beneficiar com isso, Moreno. Eu. Vou. -Natacha sussurrou em meu ouvido enquanto ela continuava a afagar-me sobre a minha calça.
-O que... Você... Quer? -Eu gemi desfrutando o atrito que ela estava criando.
-Você vai fazer aquilo novamente.
-O que novamente?
-Você vai usar os seus dedos em mim novamente.
-A qualquer hora. -Eu engoli em seco novamente, minha respiração errática.
-Ótimo, você tem que fazê-lo novamente durante o jantar.
Meus olhos se arregalaram e meu pau endureceu ainda mais. Natacha continuou.
Hoje à noite.
CHEGAAAAAAY! OIN GENTEEEE! QUE SAUDADE DE VOCÊS, COMO ESTÃO? Tá vou parar de gritar. Sentiram saudades? Espero que sim hein! Finalmente esse capítulo saiu (E QUE CAPÍTULO HEIN)
O capítulo era pra ter saído mais cedo, porém aconteceram algumas coisas que mudaram meus planos, muitas que estão no grupo da Fic já estão sabendo e agradeço muito pelo entendimento de cada uma. Sexta uma amiga minha faleceu, foi um baque para todos, mas com o tempo estamos nos conformando e aceitando que ela está muito melhor, sem sofrimento nenhum agora, afinal foi um anjo aqui na terra e sei que ela agora está no seu devido lugar.
Deixando meus problemas de lado, vim postar para vocês como o prometido, estou melhor, mais conformada, mas é uma dor que fica, essa só o tempo pode curar.
Vamos falar do capítulo... O que foi essa entrevista deles, e todo esse love em relação as respostas? Gente eu escrevendo essa Fanfic sou eu sonhando acordada kkkkk acho que vocês já perceberam né? Mas é um mundo alternativo pra mim sabem? Por isso sempre tento escrever e aproximar muito da realidade.
Agora essa provocação deles no restaurante... Sou inocente nessa parte, não fico sonhando com essas coisas não, até pq sou uma garota totalmente inocente. E o que será que vai rolar nesse jantar? Ai ai viu. Só posso garantir que o próximo tem mais, já comecei a escrever ele.
Ain chega de falar né? Acho que falo demais meu Deus kkkkk bom é isso, obrigada pelos comentários, me surpreenderam sabia? Tanto que por isso tentei acelerar mais ainda esse capítulo, e mesmo assim me desculpem por não ter sido tão rápido como o prometido. Volto com o próximo, comentem bastante, amo vocês!

Orraaaa, que capitulo perfeito Nath.
ResponderExcluirAhhh e claro que você é inocente (sqn) kkkk sabe que te amo né Nath? E continua logo mulher
Essa entrevista deles foi muito pica na moral. Hahahaha! E esses dois nesse restaurante fazendo safadeza debaixo da mesa? Vê se pode uma coisa dessas? Jurei que eles iriam transar dentro do banheiro.kkkk nao sei o que você vai aprontar Nath mais já quero o prox.kkko Luan vai ficar de pai duro.kkkl Pensando que a branquela iria aliviar ele.kkkl vamos ver o que sai nesse prox. Bjos!
ResponderExcluirEntão né Nath, acho que você deveria continuar, pq meu Deus esse cap estava A+(muito top)
ResponderExcluirEstou super anciosa para saber o que irá acontecer "Hoje a noite" kkkk
2bjos nega
Conttt por favor
ResponderExcluirCadê você negaaa??? Tô curiosa pra saber o que vai acontecer. E se alguem perceber eles tão ferrados em. Posta logoo please
ResponderExcluirConttttt por favor
ResponderExcluirAbandonou a fic? Gosto tanto dela queria que você continuasse. Você fez outras fanfics? Me manda o link ��
ResponderExcluirconttt por favor
ResponderExcluirAmor divulga minha fanfic? Obg! http://fanficportodaaminhavida.blogspot.com.br/?m=1
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