14 janeiro 2015

159º Capítulo.

-Sim. -Eu sussurrei, não querendo assustá-la. Eu deveria ficar irritado que ela estivesse em meu quarto, mas eu não estava. Eu estava encantado. Deus, ela era fofa, bonita mesmo. E ela estava no meu quarto.
Estremecendo, olhei em volta para me certificar de que não havia nenhuma roupa íntima ou meias sujas jogadas ao redor. Eu respirei um suspiro de alívio quando não encontrei nada fora do lugar.
Ela desajeitadamente levantou e amaldiçoou sob sua respiração.
-Eu simplesmente sairei do seu caminho.
Antes que ela desse um passo, eu disse. -Não. -Ela parou, como se esperasse que eu esclarecesse. -Quero dizer, você não precisa ir. -Limpei minha garganta seca de nervoso. -Hum, como você entrou no meu quarto?
Ela mordeu o lábio inferior cheio e rosado, e eu fiquei fodidamente hipnotizado. Cristo, minha reação a um simples hábito nervoso não deveria me fazer crescer em proporções épicas. Cocei minha nuca e tentei não passar a minha mão pelo meu cabelo. Eu fodidamente precisava de um corte de cabelo, e eu pareceria um idiota mauricinho com ele em pé com um gel.
A garota suspirou, seus dedos torcidos juntos perto da sua cintura como se ela estivesse tentando chegar a uma desculpa plausível. Ela levantou sua cabeça e endireitou-se.
-Eu a destranquei. -Ela murmurou, seus olhos se estreitando por um segundo.
Eu ri, porque essa não era a resposta que eu esperava.
-Quer me dizer por quê? -Ela encolheu os ombros depois de expirar profundamente, minha aposta de que ela estava aliviada por eu não tê-la expulsado.
-Eu realmente não gosto muito de festas. -Ela respondeu e deu de ombros novamente. -Os outros quartos fechados pareciam o quarto dos seus pais, tinha um muito rosa, era nauseante, e eu não gostei do papel de parede do outro. Este era mais o meu estilo.
Por alguma razão, eu gostei de ela ter escolhido o meu quarto.
-Ah. -Eu murmurei e gesticulei para ela sentar. -Pode sentar. Eu vou pegar meu violão. Você é bem vinda para ficar.
-Graças a Deus! -Ela suspirou e deslizou contra a parede no chão. -Eu realmente sinto muito, porém.
Eu sorri e olhei para o pequeno sorriso em seu rosto.
-Não, você não sente. Você só está arrependida por ter sido pega.
Ela riu suavemente, cobrindo a boca para abafar o som de um ronco igualmente bonito.
-Eu teria feito qualquer coisa para evitar essa festa. Só não diga ao meu pai. Ele não gostaria de saber que a filha dele sabe como destrancar uma fechadura.
Encontrei meu violão na poltrona e acendi a lâmpada. -Como você conseguiu aprender a arrombar uma porta?
Seus olhos apertaram um pouco, se ajustando à luz adicional no quarto escuro.
-De que outra forma eu conseguiria as informações para que eu pudesse fazer chantagem com o meu irmão?
Eu ri e balancei a cabeça. Porque era exatamente a razão pela qual eu tinha feito secretamente uma cópia da chave do quarto da Bruna.
-Já pensou em fazer uma cópia da chave dele?
Ela sorriu, lindos lábios rosados enquadrando aquele sorriso perfeito.
-Isso funcionou por um tempo, e então ele começou a mudar suas fechaduras o tempo todo. Simplesmente ficou mais fácil do que copiá-las.
-Isso deve deixá-lo louco.
O sorriso no seu doce rosto em forma de coração alargou ainda mais.
-Sim. -Ela disse, pensativa. Seu sorriso caiu e ela balançou a cabeça. -Mas ainda sentirei falta dessas coisas.
-Pretende sair de casa?
-Mais ou menos. Não permanentemente.  -Ela disse e pegou a câmera que estava amarrada ao seu pescoço. -Eu estou viajando frequentemente por agora e a tendencia é piorar.
Eu balancei a cabeça e dei a ela um sorriso.
-Eu entendo. -Balancei minha cabeça e olhei para o meu colo. -Digamos que eu tenha o mesmo caminho que o seu. Então faço ideia do que seja isso.
Ela me deu um sorriso quando encontrou meus olhos. -Uma parte de mim se preocupa que eu vá ficar com saudades de casa. -Ela disse suavemente. -Mas a outra parte não pode esperar para espalhar minhas asas.
-Sair da sombra. -Eu disse, pensativo.
Seus olhos escureceram por alguns momentos, seus lábios diminuíram, mas ela balançou a cabeça em concordância.
Eu não pude deixar de sorrir e queria saber tudo sobre ela. -Qual é o seu nome?
Ela me deu uma pequena piscada.
-Não tenho certeza se quero compartilhar. -Ela brincou. -Afinal, eu nem sei o seu.
Eu não tinha ideia de como a noite acabaria e, como eu não sabia o suficiente sobre ela, eu não tinha ideia do que ela faria assim que soubesse quem eu era. Então lá estava o fato de que, se ela fosse do tipo fofoqueira, eu preferia não usar o meu nome, no caso de alguém ouvir falar sobre isso. "Rafael Domingos Gularte. -Escolhendo, em vez disso, um nome meio inventado as presas, mas acrescentando meu nome do meio.
Seus olhos estreitaram por um segundo, mas ela respondeu devagar depois de um momento. -Lucille Dorelli Medeiros, mas todo mundo me chama de Lucy.
-Rafa. -Eu ofereci porque, honestamente, eu queria tirar algum prazer quando ela dissesse meu nome.
-Eu não deveria impedi-lo de tocar. -Ela disse depois de eu ter permanecido em silêncio por alguns momentos. Maldição, eu estava completamente fora e com uma garota bonita no meu quarto. Eu estou perdido. -Eu posso ir embora.
Eu balancei a cabeça e sentei na beirada da minha cama, o que foi estúpido. Seus olhos arregalaram e ela rapidamente desviou o olhar. Eu a tinha assustado? Maldição. -Eu gostaria que você ficasse. Eu prefiro conversar com você, de qualquer maneira.
Seus olhos verdes encontraram os meus, seu lábio preso sob os dentes. Ela assentiu timidamente, desviando seus olhos depois de alguns instantes. -Eu gostaria disso também.
Eu não pude evitar o sorriso que puxou meus lábios. De repente, consciente e nervoso, eu tropecei sobre o que poderíamos conversar.
-Você gosta de tirar fotos? -Perguntei estupidamente. Duh, Luan, ela tem uma câmera no pescoço, pensei para mim mesmo.
-Eu cobri o show dessa noite. -Ela não olhou para mim, e eu tive que me perguntar se ela estava tão nervosa quanto eu.
-Foi um grande show. -Eu murmurei, caindo de costas na minha cama. Era inútil. Eu não sou bom nisso.
-Sim. -Ela respondeu suavemente. -A garota realmente chutou a bunda de todos os outros cantores. - Houve um pequeno suspiro, e eu sabia que ela estava envergonhada pela sua pequena explosão. Particularmente, eu sorri maliciosamente. Havia mais na garota bonita que invadiu o meu espaço, não que eu me importasse muito. -Desculpe. -Ela murmurou. Mas ela totalmente chutou.
Eu ri e sentei-me de volta para observá-la por um momento.
-Se eu tivesse um pote de palavrões, você estaria me devendo um real. -Ela sorriu e balançou a cabeça. Sua pequena mão enfiou na sua calça jeans e ela jogou uma nota de cinco reais para mim. Sorri e descartei isso. -Isto é um adiantamento pelo resto da noite?
Ela assentiu e ergueu a câmera.
-Você se importa? -Ela perguntou. Balancei a cabeça e dei-lhe um pequeno sorriso. Eu costumava odiar tirar fotos, mas eu estava disposto por ela.
Depois de alguns cliques da sua câmera, ela agradeceu-me e tirou um livro que tinha uma maçã na capa, acho que era pôr do sol ou algo semelhante a isso, da sua bolsa. -Obrigada por me deixar ficar aqui. -Ela disse, balançando a cabeça. -Eu estava começando a ficar com dor de cabeça.
-Eu tenho algo que você pode tomar. -Eu sugeri, mas seus olhos arregalaram. Porra, eu só percebi o que poderia ter parecido muito tarde.
-Eu não acho que isso seja uma boa ideia. -Seus olhos permaneceram em seu livro, mas eu podia ver um pequeno arrepio visivelmente se mover através dela.
Eu era um idiota. Claro que ela não tomaria pílulas ou mesmo uma bebida de um completo estranho. Obviamente, era algo que seu pai e, possivelmente, seu irmão, tinha ensinado a ela. Eu procurei as palavras para corrigir, mas tudo parecia estúpido.
-Você está certa. -Respondi suavemente. -Foi estúpido até mesmo abrir minha boca.
Ela se moveu, sem dúvida sua bunda tinha que estar doendo por ela estar sentada no meu piso de madeira. -Foi legal da sua parte oferecer. -Sua mão deu um tapinha na área ao lado dela, provavelmente pensando na mesma linha que eu estava. A cama não era uma zona segura para dois adolescentes hormonais. -Você gostaria de se juntar a mim?
Eu sorri e saí da minha cama, mas peguei dois travesseiros para sentar. Quando sentei ao lado dela, dobrei minhas longas pernas, ciente de que seus olhos estavam em minhas coxas ou minha bunda, não tenho certeza em qual. Meu olhar estava preso no minúsculo sinal em seu ombro nu, e então meus olhos convenientemente seguiram o V do seu suéter. Quando olhei de volta para o seu rosto, pude ver um lindo rubor sobre ela. Ela estava corando e isso me levou a fazer o mesmo. Ela me pegou olhando para o seu peito?
Seria difícil não olhar para ela, mas eu tentaria, por ela. Estendi minha mão para me apresentar corretamente e como uma desculpa para tocá-la. Quando seus dedos pequenos e delicados encontraram os meus, um sorriso iluminou seu rosto e percebi que havia um no meu. Maldição, era bom sorrir.
-Vamos ver, eu sei muito pouco sobre você. -Eu disse em um tom de provocação. -Você arromba fechaduras, briga com pessoas com duas vezes o seu tamanho sem mover um cílio. -Ela corou de novo. -É capaz de chantagear e tirar fotos de pessoas inocentes. Agora que penso nisso, você provavelmente deveria ir embora. Você é perigosa e, provavelmente, uma diabinha.
Ela riu muito, colocando a sua mão no meu braço para se firmar.
-Eles sabem que eu estou lá tirando foto deles. -Um grande sorriso contraiu nos cantos da sua boca bonita. -Embora, eu tenha que admitir, eu consegui pegar alguns com dedo no nariz e outros coçando a bunda.
-E isso alimenta seu hobby de fazer chantagem. -Eu provoquei de novo. Ela bateu em meu ombro de brincadeira e bateu com o seu. Então ela ficou lá, inclinada contra mim. Tinha tomado todas as minhas forças para não cheirar o seu cabelo dela, já que o cheiro dela esteve me provocando desde que cheguei.
-Bem. -Ela declarou. -Eu sei muito sobre você. -Ela riu quando eu revirei meus olhos. -O seu quarto diz muito sobre você. Você não só gosta de biologia, mas gosta da natureza. Você não tem mulheres seminuas em sua parede, o que me diz que você não é um mulherengo como as pessoas que eu conheço. Seu quarto é uma confusão começando pelos lençóis da sua cama. O que me diz que a sua cabeça anda assim, confusa. A sua música é eclética, variando de Elvis ao Rei do Sertanejo. E você também tem um monte de música clássica, o que me diz que você toca algum tipo de instrumento, eu chuto o violão. -Ela riu.
Atônito, eu permaneci em silêncio por alguns instantes depois que eu desviei meus olhos dos dela.
-As vezes eu só não sei qual caminho devo seguir.
Quando o silêncio se prolongou por um tempo, ela decidiu tentar preenchê-lo.
-Sinto muito. Eu sou muito observadora e falo demais. -Eu sorri e disse a ela que concordava totalmente. Sua risada aliviou a tensão entre nós e mudou para algo mais brilhante. Começamos com perguntas simples para conhecer um ao outro. O que ela gostava e não gostava e o que ela planejava para o futuro. Nossa conversa fluiu mais fácil ao longo do tempo, um par de horas passou e em pouco tempo o assunto começou a ir para o meu lado e para o que eu planejava para o futuro.
Na esperança de mudar de assunto, eu apontei para o seu livro. -Crepúsculo? -Um sorriso contorceu um lado da sua linda boca. Maldição, aqueles lábios tinham que ser macios. -Você está lendo isso para o blog da escola?
Ela balançou a cabeça e olhou para cima, finalmente.
-É um dos meus favoritos, então é só por diversão. -Eu levantei uma sobrancelha e ela riu. -O quê! É romântico.
Eu balancei a cabeça e comecei a recitar uma cena, "'E então o leão se apaixona pelo cordeiro...'Que cordeiro idiota' 'Que leão doente e masoquista'".
Ela olhou, boquiaberta, e pelo que parecia choque total em seus olhos claros. Limpei a garganta, coçando minha nuca e me perguntei se eu deveria dizer mais alguma coisa. -Uau. -Ela sussurrou, ainda com aparente admiração. Eu não tinha certeza se me sentia ofendido que ela pensasse que eu era gostava de um clássico, ou satisfeito que ela parecesse estar tão atraída por mim quanto eu estava por ela.
Tinha que haver algo que eu pudesse fazer para levá-la a parar de olhar!
-Você quer dançar? -Perguntei estupidamente. Isso veio de repente e foi minha vez de olhar para ela com o meu queixo no chão. Por que eu perguntei isso a ela? Levantei-me para os meus pés porque ela estava muito perto, deixando-me louco. Caminhando para a cama, sentei-me lá e não disse nada.
Mas ela disse e isso voou completamente sobre a minha cabeça. Eu estava tão atordoado da minha própria explosão que fiquei absolutamente paralisado. Quando eu não tive resposta, ela riu e balançou a cabeça. Levei um momento para ficar ciente de que ela se levantou e foi até a porta. Merda! Ela devia estar pensando que eu estava brincando, ou algo assim. Eu me mexi na minha cama e agarrei seu pulso.
Ela parou, ciente como eu do calor que parecia emanar onde a nossa pele se encontrava. Lucy virou-se para dar-me um olhar de olhos arregalados. -Rafa. -Ela ofegou suavemente, virando a palma da sua mão para entrelaçar nossas mãos.
Eu posso fazer isso. Tinha levado algum momento, mas eu encontrei a coragem que eu precisava para tocá-la ainda mais. Eu sorri e dei um passo em sua direção. Gentilmente, eu puxei a alça da bolsa da sua câmera e a deslizei para fora do seu ombro. Foi ela que se aproximou mais, quase me fazendo recuar. Ela estava tão perto e meu corpo reagiu violentamente à sua proximidade. Ignorando a minha reação muito visceral, eu eliminei o espaço entre nós.
Seus dedos quentes tocaram meu outro pulso, onde ela pegou o livro que eu ainda tinha na minha mão. Engoli em seco e meu intestino apertou. Jogando o livro de lado, as pontas dos seus dedos levaram minha mão para enrolar em torno do seu quadril. Minha garganta secou ainda mais, fazendo-me engolir de novo. Seu corpo era macio e quente contra o meu, minha postura rígida de medo e excitação.
Ela me deu um pequeno sorriso enquanto suas mãos envolveram ao redor dos meus ombros.
-Nós não estamos nos movendo ao ritmo da música. -Ela ressaltou.
Eu soltei a primeira coisa que me veio à mente. -Estamos nos movendo com a batida dos nossos corações. -Bem, Luan, simplesmente torne óbvio que você ainda é virgem. Quem diz merdas assim?
No entanto, ela sorriu e assentiu, tomando um momento para empurrar um pouco do meu cabelo que caiu por cima do meu olho. -Eu sabia que você podia dançar. -Isso significava que ela pensou em dançar comigo?
Minha respiração engatou quando eu olhei para baixo para ver sua linda boca e o resto do mundo silenciou por um segundo quando eu percebi que eu podia ver o topo dos seus seios. Suas curvas eram lindas, perfeitas, e eu me senti como um idiota. Eu não seria um idiota e olharia. Eu cantei a frase várias vezes em silêncio quando notei que sua respiração começou a acelerar.
Deus, ela me queria como eu a queria?
Jason Mraz - I Won't Give Up
E se eu estivesse a assustando? Na esperança de distraí-la, eu a puxei para uma valsa. Ela riu lindamente, seus longos cílios vibrando enquanto ela nos levou para o próximo turno. Depois de alguns momentos, a música do andar de baixo começou a fazer o chão tremer. Mudamos um pouco o passo, mas começamos a balançar ao ritmo que se movia debaixo dos nossos pés. Ela suspirou baixinho, descansando a cabeça no meu peito.
Seu cabelo cheirava doce enquanto eu tentava inalar discretamente. Não havia necessidade de assustar a garota tão rápido. Logo ela descobriria que eu era um perdedor total. Lentamente, muito suavemente, suas mãos se moveram pelos meus ombros para a minha nuca. Lá elas se enlaçaram, trazendo-a muito mais perto. Senti a suavidade do seu peito contra o meu próprio e tomou todo o meu controle para não gemer alto. Minhas mãos enrolaram em volta da sua cintura e as pontas dos meus dedos mergulharam sob a bainha do seu top. Sua pele era quente e macia sob meus dedos.
Contra o seu estômago, minha ereção era morna e quente. Ela tinha que estar sentindo, mas ela não tinha me dado um tapa na cara. Eu teria esperado isso de alguém tão doce como ela. E ela tinha um temperamento, já que eu havia testemunhado isso antes na cozinha. No entanto, havia uma doce suavidade em seus olhos, talvez até mesmo inocência. Havia algo mais ali, um fogo que fervia no fundo.
Por vários minutos nenhum de nós disse uma palavra, apenas balançando em círculos suaves. Incapaz de resistir, eu pressionei um beijo em seu cabelo, o que provocou um leve suspiro. Eu rezei para que eu não tivesse fodido tudo. Eu não queria que ela fosse embora. Por favor, não vá.
Como se alguém tivesse me ouvido, uma balada de alguma banda de garotos filtrou a partir do som abaixo de nós. Eu me afastei um pouco, o suficiente para tê-la olhando para mim através dos seus cílios escuros. Meus dedos apertaram em volta da sua cintura quando ela ficou na ponta dos pés para pressionar um beijo ao longo do meu queixo. Eu gemi baixinho e engoli profundamente.
Quando nossos olhos se encontraram novamente, eu podia ver alguma coisa lá. Fome. Essa era a única maneira de descrever o que eu vi, e perguntei-me se o meu próprio desejo era tão fácil de ler nos meus olhos. Hesitantemente, inclinei-me para pressionar um beijo na maçã do seu rosto, ganhando um doce suspiro. Depois que eu tinha tomado uma respiração profunda, escovei meus lábios no canto da sua boca. Seus lábios nus se separaram e quando eu tentei de novo, ela encontrou minha boca totalmente.
O beijo foi hesitante e uma experiência de aprendizagem para nós dois. Ela procurou memorizar a curva do meu lábio inferior com a ponta da sua língua, depois a parte superior com algumas mordidelas dos seus dentes. Eu gemi profundamente, puxando-a para mais perto. O suspiro que ela sussurrou contra os meus lábios foi forte e fodidamente incrível. Não havia dúvidas, ela sentiu o tamanho da minha ereção rígida contra sua barriga macia.
Lentamente, ela se afastou, seus olhos abrindo. Eu observei quando o fogo acendeu por trás dos seus olhos e sua testa apertou. Com meus olhos bem abertos, eu me dobrei novamente para beijar seu lábio inferior e o puxei suavemente. Ela suspirou e fez o mesmo com o meu superior. Nós dois gememos e nos pressionamos com mais força um contra o outro. Ela riu e eu percebi que, na minha tentativa de trazê-la para mais perto outra vez, eu a tinha levantado completamente dos seus pés. As pontas dos seus pés roçaram contra a minha canela.
-Eu amo a sua risada. -Sussurrei quando eu a coloquei no chão suavemente. Ela sorriu e puxou a minha boca na dela novamente. Eu gemi quando sua língua encontrou a minha em um beijo lento, mas perfeito. Minhas mãos, como se tivessem uma mente própria, curvaram sobre a sua bunda. Ela engasgou, mas gemeu em minha boca. Ponto!
Por alguns minutos nós nos beijamos como se tivéssemos todo o tempo do mundo. Eu sabia que não tínhamos. No entanto, eu não tinha permitido que isso mudasse minha mente. Eu a queria, eu gostava dela, inferno, e foi amor à primeira vista desde a fodida primeira vez quando eu a vi lá em baixo. Isso explicaria a força que eu senti quando eu a vi pela primeira vez.
Depois de um minuto, seus lábios afastaram dos meus, ofegante e com as pálpebras semicerradas.
-Eu quero você. -Ela murmurou, um rubor convidativo floresceu nas suas bochechas. Eu sorri e coloquei minha testa na dela quando outro suspiro doce saiu dos seus lábios.
-Você tem certeza? -Eu tinha que ter certeza que ela me queria tanto quanto eu a queria. Quando ela assentiu, eu exalei o fôlego que eu não tinha percebido que estava segurando. Ela riu suavemente, tocando seus lábios nos meus brevemente. De repente, eu percebi que não tinha ideia do que estava fazendo. Envergonhado, eu disse isso a ela. Eu... Hum, nunca fiz isso antes.
Ela balançou a cabeça e mordeu seu lábio.
-Eu também não. Mas eu sei que você não vai me machucar. -Ela sussurrou. Eu fiquei feliz em saber que eu seria seu primeiro, o primeiro a tocá-la.
Eu sorri e pressionei minha boca sobre a dela. Quando me afastei, beijei ao longo do seu pescoço.
-Eu não quero machucá-la. -Ela ofegou quando eu rolei meus quadris contra os dela, onde eu sabia que ela sentia minha ereção. -Você tem certeza? -Ela assentiu e puxou-se para cima. Eu ri quando ela pulou, envolvendo as pernas ao meu redor. -Eu acho que você fez o seu ponto. -Eu provoquei, fazendo-a rir. Minhas mãos a seguraram pela sua bunda, o que foi fodidamente incrível. Eu não queria parecer como um animal e não queria apalpá-la tão rudemente. Mas, foi por pouco.
Eu tropecei em direção à cama e caímos nela em um amontoado de membros entrelaçados. Rolando suavemente sobre ela, eu gemi quando meus quadris se moveram entre suas coxas macias. Ela gemeu e arqueou mais para perto de mim. Dedos trêmulos moveram sobre os botões da minha camisa, todo o tempo ela mordia o lábio em concentração. Tão fodidamente linda. Meus dedos pairaram na bainha do seu suéter, quando ela suspirou. -Toque-me.
Eu gemi e beijei sua boca macia, afogando-me no seu gosto. Dedos quentes e escaldantes e palmas correram sobre o meu peito nu. Sentei-me e puxei minha camisa completamente. Ela começou a beijar e lamber ao longo do meu ombro nu. Incapaz de resistir à tentação de vê-la totalmente, eu me atrapalhei para remover seu suéter. Foi um milagre ele não ter rasgado com meus movimentos apressados. Ela riu e se mexeu por baixo de mim, fazendo-me gritar de surpresa.
Segurei seus quadris parados e rosnei. Em vez de medo do meu comportamento de homem das cavernas, ela riu. Eu rosnei de novo e murmurei contra o pescoço dela.
-Você vai fazer isso acabar antes de começar, baby. -Ela moveu seus quadris mais uma vez, mas a distração permitiu a ela remover seu suéter.
Então nós dois fodidamente congelamos.
Eu fiquei tonto e sem palavras ao ver seu peito convidativo, aninhado docemente em um sutiã branco de renda. Ela pareceu sucumbir à paralisia devido a minha reação. Sua testa franziu e suas mãos começaram a levantar para se cobrir. Com a mão trêmula, eu a parei, segurando seu pulso delicadamente. Eu balancei a cabeça e coloquei sua mão sobre o meu peito. Foi para mostrar a ela que estava tudo bem.
-Você é linda, mas não temos que fazer nada. -Eu sussurrei, levantando os olhos para assistir os dela suavizarem levemente. -Eu ficarei feliz apenas em abraçá-la e talvez beijar um pouco? -Ela deve ter visto a esperança que eu tinha em meus olhos, porque ela riu e pressionou seus lábios macios nos meus. Com um gemido que retumbou no meu peito, eu peguei seu rosto e aprofundei o beijo. Ela tinha um gosto tão doce, como fruta fresca com um toque de hortelã.
-Apenas um beijo. -Ela brincou e mordiscou meu lábio inferior. Minhas mãos tremiam enquanto eu a segurava imóvel para que eu pudesse olhar em seus olhos.
-Qualquer coisa, contanto que seja com você. -Sussurrei contra os seus lábios. Ela sorriu e empurrou meu peito levemente. Quando eu me apoiei em meus braços, ela se arqueou para mais perto, seus olhos nos meus enquanto ela passou a mão atrás das suas costas. Eu observei, completamente extasiado, quando as alças dos seus ombros se soltaram. -Oh, Deus, isso economiza muito tempo.
Ela riu e colocou as mãos sobre meus ombros.
-O que você vai fazer agora? -Ela perguntou docemente. Inclinei-me para beijar a ponta do seu nariz, ao longo da sua mandíbula e até o canto da sua boca. Ela gemeu baixinho, movendo seu corpo que estava embaixo de mim.
-Posso tirá-lo?
Ela assentiu e esperou enquanto eu tocava uma das suas alças. Lentamente, eu observei quando ela caiu sobre a curva do seu ombro, pressionando um beijo onde ela tinha ficado. Senti o calor do seu rubor quando ela ficou exposta. O pequeno bico cor-de-rosa do seu peito macio e redondo endurecido sob o meu olhar. Puxando o resto da roupa rendada, eu a joguei de lado e sussurrei um palavrão sob a minha respiração.
Puta merda!
Deus, ela era tão fodidamente linda. A queda e ascensão da sua respiração pararam abruptamente. Olhei para cima para encontrar seus olhos fechados, como se ela estivesse assustada que eu não gostasse do que veria. Ela é louca?
-Linda. -Murmurei quando tracei a parte inferior do seu peito. Ela engasgou e soltou a respiração que esteve segurando e sorriu para mim. -Eles são da mesma cor dos seus lábios. -Eu disse, a ponta do meu dedo circulando um dos seus mamilos.
Ela corou de novo e deu de ombros.
-Eles não são muito grandes.
-Eles são perfeitos. -Eu disse, colocando-o em minha mão. -Para mim. -Lucy olhou para onde a minha mão estava e corou ainda mais.
-Você tem uma mão grande. -Ela disse com um aceno de cabeça, olhando para onde eu a segurava novamente. -Eu... Uau.
Eu ri e tomei seus lábios em outro beijo profundo, mas doce. Testando e tocando, eu encontrei o que ela parecia gostar mais. Sob a minha mão ela estava quente, macia e extremamente agradável, provocando uma dor profunda dentro de mim.
Logo nossos corpos imploravam por mais. Mãos percorriam, lábios tocavam e provocavam enquanto o resto das nossas roupas foi removida. Ofegando, eu me afastei o tempo suficiente para perceber que eu não tinha a porra de preservativos no meu quarto. Eu me apavorei com a ideia de deixar meu quarto e disse isso a ela.
-Eu tenho alguns do meu irmão na bolsa da minha câmera. -Ela disse suavemente, apontando onde estava ao lado da minha cama. Eu me lancei pelo meu colchão, ganhando a risada mais doce e um urro da primeira garota que prendeu o meu interesse.
Quando voltei com alguns preservativos na mão, eu a encontrei olhando para mim lá. Quando ela percebeu que estava olhando e eu a peguei, nós dois coramos. Eu assisti a cor mover do seu belo rosto, pela pulsação acelerada ao longo do seu pescoço e pelo seu peito. Eu gemi porque, em sua vergonha, ela se cobriu, tocando seu peito. Em vez de conter sua modéstia, ela tornou-se mais atraente.
Eu subi na cama e deslizei um joelho entre as suas coxas. Quando pele encontrou pele, ela ofegou suavemente, seus olhos no meu rosto. A garota tentadora na minha cama me surpreendeu envolvendo uma mão ao redor de mim.
Engasgando com uma risada, eu balancei a cabeça. -Ainda não. -Eu suavizei a minha repreensão ao beijá-la, tentando mostrar a ela o quanto eu a queria. -Eu não serei capaz de tornar isso bom para você se eu deixar você me tocar aí. -Embora eu estivesse envergonhado por admitir isso, eu precisava que ela entendesse que eu queria ter certeza de que fosse bom para ela também.
-Tudo bem. -Ela sussurrou, tentando tocar-me novamente. Eu a beijei novamente, prendendo sua mão até a metade do meu estômago enquanto eu me estabeleci contra ela. -Rafael, oh. -Ela ofegou quando toquei em sua pele lisa. Seu corpo levantou da cama quando outro gemido escapou dela. Seus dedos teceram através do meu cabelo enquanto eu continuei a explorar entre suas coxas. Eu não tinha ideia do que diabos eu estava fazendo, e eu me perguntei se deveria pedir a ela para me mostrar.
Mordi meu lábio, procurando pelos sinais se o que eu estava fazendo era bom. Eu realmente desejei ter visto um pouco mais do pornô que meus primos sempre me incentivaram a assistir. -Você pode me m-mostrar? -Eu perguntei, embora tivesse falado tão baixo, eu achei que ela podia me ouvir.
Ela sorriu e abriu os olhos para encontrar meu olhar sobre sua cabeça. -Você parece estar, -ela gemeu quando a ponta do meu dedo circulou uma área -indo muito bem. -Depois de um momento, seus dedos se juntaram aos meus e foi a minha vez de gemer.
-Merda. -Eu engasguei, observando e totalmente atordoado pra caralho que ela estivesse me mostrando como tocá-la. Minha atenção continuava saltando de onde os nossos dedos se moviam sobre a pele suave e quente para o seu rosto, que mostrava todo o prazer do nosso toque combinado. Quando dois dos nossos dedos deslizaram para dentro dela, ela ficou tensa, arqueando para fora da cama. Meu apelido estava entre os gemidos e suspiros que pareciam dominá-la. Ela mordeu o lábio inferior e uma das suas mãos enrolou um punhado dos meus lençóis.
Porra, eu estava desesperado para sentir isso. O que ela sentia naquele momento. Eu beijei sua barriga e de um quadril para o outro, onde ela tinha a pele mais perfumada. Suspirei seu nome e promessas que eu sabia que nunca seria capaz de cumprir. Haveria um amanhã com ela? Porra, eu esperava que sim.
Eu me movi sobre ela quando seus dedos enroscaram sobre mim novamente, para deslizar um preservativo. -Ah, porra. -Eu gemi, observando sua mão se movimentar sobre mim. -Lucy, você está me matando aqui. -Ela riu e me deu um sorriso incrivelmente provocante.
-Bem, você pode riscar algo da sua lista mental. -Ela provocou, ainda rindo. Eu gemi pela coisa brega que ela disse, mas engasguei quando ela se mexeu contra mim. Esse pequeno movimento, essa minúscula dica de como era sentir o calor dela, e eu soube que acabaria realmente rápido. E isso era uma maldita vergonha. Eu tinha que fazer isso bom para ela.
-Devagar. -Ela encorajou. -Você é um muito maior do que nossos dedos. -Bem, isso foi bom de ouvir. Eu assenti e a beijei suavemente, sussurrando o nome dela. Com um hesitante impulso superficial, eu estava parcialmente dentro dela.
Oh meu Deus, isso era tão bom.
Nós dois engasgamos e eu quase terminei ali mesmo. Isso teria sido vergonhoso. No entanto, eu consegui aguentar, mas apenas por um fio, que ameaçou quebrar quando eu continuei deslizando ainda mais dentro dela.
Mas, porra, ela era tão fodidamente apertada.
Quebrei sua barreira então. Lucy não era mais virgem. Assisti quando uma lágrima escorreu pelo seu rosto. Isso me entristeceu. Eu havia causado dor a essa criatura -alguém deveria atirar na minha perna e me deixar sangrar até a morte. Não havia nenhuma desculpa por machucá-la. Eu beijei enxugando suas lágrimas, provando o sal, e fiquei absolutamente imóvel.
Ela suspirou, chamando meu nome. Seus olhos se abriram enquanto sua boca se separou, nossos olhares trancados. Quadril com quadril, finalmente eu estava completamente dentro dela. Meus olhos rolaram, o calor e aperto dela pareciam consumir tudo e o mais próximo que estive do céu. Seus dedos brincavam com o cabelo na minha nuca, e ela agarrou mais meu quadril.
-TRafa. -Ela sussurrou perto da minha cabeça. -Você pode se mover, baby. -Eu gemi, amando, por algum motivo estranho, que ela me chamasse assim. Meus lábios arrastaram pelo seu templo e ao longo da sua mandíbula. Eu me movi o suficiente para que eu imediatamente sentisse falta da sensação dela em torno de mim que eu empurrei mais forte para dentro dela. Ela gritou, mas eu podia ver, pelo prazer que obscurecia seus olhos, que eu não a estava machucando. Para dentro e para fora, duas vezes e nós dois terminamos.
Eu consegui dar um último impulso antes que o meu corpo parecesse completamente tenso, estremecido e querendo mais, tudo ao mesmo tempo. Calor percorreu o meu sangue, acendendo em um milhão de pontos diferentes por todo meu corpo, até que me permiti ter uma sensação de êxtase que eu nunca havia sentido antes. Quando eu gozava usando minha loção favorita e minha mão, não era nada assim.
Foram momentos mais tarde quando eu percebi que tinha completamente desabado sobre ela. Apesar disso, eu não conseguia mover um músculo. Ela não pareceu se importar. Seus dedos corriam o ao longo da minha coluna, enriquecendo o meu sangue com o senso de contentamento que eu não sentia há muito tempo.
Eu esfreguei meu nariz no seu peito, circulando a ponta com a minha língua. Ela gemeu baixinho, mas me lembrou de retirar o preservativo antes que ele vazasse. Voltei do banheiro adjacente após eliminar o preservativo, para encontrá-la na minha cama dormindo.
Merda. Eu não queria que ela fosse embora, mas seria uma má ideia que seu irmão a encontrasse dormindo no meu quarto. Pelo que Max me disse, alguns dos convidados passariam a noite aqui, já que era um longo caminho de volta. Era algo que permitimos para evitar que eles dirigissem.
Eu ofereceria um convite para que eles ficassem, sem soar como se eu estivesse com Lucy. E se eles percebessem que eu não sabia mentir e batessem em minha cara, isso ainda teria valido a pena. Eu vesti minha roupa e me olhei duas vezes para que não parecesse que eu tinha acabado de perder minha virgindade.
Era fodidamente inútil. Meu rosto estava corado e meus olhos estavam arregalados e meio que brilhantes. Adicione o fato de que eu estava ostentando uma ereção porque o meu olhar continuava voltando para a linda garota na minha cama, eles descobririam. Eu teria que evitar /max. E eu retornaria rapidamente, eu pensei enquanto olhava sua bunda empinada aparecendo por debaixo do lençol, e me juntaria a ela em breve.
Pressionei um beijo em sua testa, sorrindo quando ela suspirou docemente. Deus, eu queria ficar com ela. Balançando os pensamentos da minha cabeça, eu saí do quarto, trancando a porta novamente. Eu não tinha ideia de quanto tempo nós ficamos no quarto, algumas horas, pelo menos, fiquei surpreso ao encontrar a festa acabando.
Meu primo estava longe de ser visto e eu sabia que ele tinha encontrado a vítima do dia. Eu tentei não pensar no que ele estava fazendo com as loiras com quem ele esteve mais cedo. Mas eu era um cara, e eu tive que admitir que fiquei curioso. Passei pelo banheiro do corredor, encolhendo-me quando ouvi gemidos abafados de duas pessoas vindo de lá. Mais uma vez.
Havia um punhado de casais na sala de estar, espalhados ao redor, bebendo e conversando. Eu podia ver que Lucas, o amigo de Max, tinha tudo sob controle. Eu virei para procurar pelo irmão de Lucy ou, felizmente, seu amigo. Eu não tinha certeza de que poderia mentir para o irmão dela.
Eu não precisei ir muito longe. O homem loiro que estava com o irmão de Lucy antes estava me observando atentamente. Eu engoli quando ele levantou uma sobrancelha em questão. Nervosamente, eu me aproximei dele e sorri.
-Hum, a garota com quem você estava antes, Lucy. -Eu disse, coçando a minha nuca. -Ela disse que estava com dor de cabeça, então eu a deixei dormir no quarto da minha irmã. Eu disse que ela estava livre para trancá-lo, mas acho que ela caiu no sono.
-Lucy? -Seus olhos estreitaram momentaneamente, mas ele balançou a cabeça e expirou profundamente. -Obrigado, eu estava prestes a virar este lugar de cabeça para baixo para procurar por ela.
-Ela está bem. -Eu disse. -Eu posso ver se consigo encontrar uma chave. -Por favor, diga não.
Ele balançou a cabeça.
-Não, está tudo bem. O irmão dela saiu com uma garota, e seu tio disse que eu posso ficar aqui.
Por alguma razão, eu fiquei com raiva.
-Ele saiu sem saber onde ela estava?
Ele me olhou, sorrindo.
-Ele sabe que eu cuidarei dela. -Eu refleti sobre isso enquanto eu o olhava, ele parecia querê-la.
-Bem, ela está bem. -Eu disse e me virei para ir embora antes que eu dissesse algo ao longo das linhas de "Ela é minha!"
Uma mão apertou duro no meu ombro. -Relaxe. -Ele disse. -Eu vi você entrar no mesmo quarto que ela entrou e não sair até agora. Eu não sou um idiota. -Eu me virei, murmurando um pedido de desculpas por ter mentido. -Pelo menos você não é um idiota como o último namorado dela, que falava sobre ela sem respeito. -Seus brilhantes olhos azuis estreitaram antes que ele continuasse. -Certifique-se de mostrar a ela algum respeito.
Eu balancei a cabeça e saí rapidamente, mas só depois de oferecer a ele as chaves para o quarto de Bruna e sua garantia de que ele não faria nada ali. Quando voltei para o meu quarto, encontrei Lucy segurando um lençol em torno do seu corpo, saindo do banheiro.
Ela mordeu o lábio, observando enquanto eu fechava e trancava a porta do meu quarto. -Eu encontrei seu amigo lá embaixo, o loiro que estava com você e seu irmão. -ela balançou a cabeça, esperando. -Ele uhm, percebeu isso. Hum, o que estávamos fazendo. -Seus olhos arregalaram, mas ela sorriu, como se soubesse que ele perceberia. -Ele disse que não diria nada ao seu irmão.
-Eu sei que ele não dirá. -Ela respondeu. -Mais alguma coisa?
-Você pode ficar aqui até de manhã. -Eu disse, nervosamente correndo a mão pelo meu cabelo. -Ele pode levá-la para casa amanhã, já que está muito tarde.
-Dormir aqui?
-Eu gostaria disso. -Eu murmurei. Ela sorriu e caminhou de volta para a minha cama para se sentar. A mão dela estendeu até mim e quando eu deslizei meus dedos na palma da sua mão, eu sabia que ela queria ficar comigo também.
Ela me ajudou a me despir e, embora ela estivesse dolorida, nós transamos, tocamos e exploramos o outro com as mãos e bocas. Ela era fodidamente incrível. O esgotamento finalmente nos assumiu horas depois e, quando eu me curvei contra o seu corpo, sussurrei para ela: -Eu gostaria de poder ter mais tempo com você.
Por vários momentos, eu pensei que ela tivesse adormecido e não tivesse me ouvido. -Eu estou indo para Minas amanhã, mas eu gostaria disso também. -Eu sorri, beijei-a um boa noite e caí em um sono profundo.
(...)
Na manhã seguinte, acordei com doces e quentes beijinhos ao longo do meu queixo.
-Mmm, bom dia. -Eu murmurei sonolento. Ela cantarolou e murmurou algo que eu não consegui entender. -Espere, o quê?
-É muito cedo, mas se eu quiser evitar que meu irmão nos pegue. -Ela disse. Ela pairou acima de mim de quatro, uma posição impressionante que me permitiu obter um vislumbre de toda ela. -Gui e eu temos que partir em breve.
Eu entendi. Eles provavelmente tinham que encontrá-lo em algum lugar, ou algo assim. Eu tinha que imaginar como ela podia aceitar essa merda, e com quanta frequência ela se encontrava nesse tipo de situação por causa do seu irmão. Pelo que seu amigo havia dito na noite anterior, eu diria que isso acontecia muito. E ambos tinham que lidar com isso.
-O quanto em breve? -Eu sussurrei, clamando seus lábios por um momento muito breve.
-Vinte a trinta minutos. -Ela respirou, seus lábios partindo enquanto eu brincava com o lóbulo da sua orelha. Seu corpo gentilmente caiu contra o meu, curvas suaves encontrando a minha carne mais firme. Mãos e lábios moviam e tocavam a pele abaixo delas, minutos se passaram e eu sabia que tinha de tê-la novamente. Eu gemi e agarrei seus quadris quando senti sua pele quente e úmida. Suas mãos se moveram sobre mim, deslizando, não com um preservativo, mas dois.
-Eu estou fazendo o controle de natalidade, mas isso pode ajudá-lo a durar mais tempo.
Eu balancei a cabeça, mordendo meu lábio quando a senti deslizar sobre mim.
-Oh, Deus. -Eu ofeguei, minhas costas arqueando da cama quando os seus quadris encontraram os meus.
-Eu espero que você não se importe. -Ela sussurrou nos meus lábios. Eu a beijei forte, puxando-a para mais perto com uma mão. A outra curvada ao redor da sua bunda e me pressionando contra ela. Ela ofegou, afastando-se para sentar montada em mim.
Minhas mãos cobriram seus seios, provocando seus mamilos. Porra! Ela era fodidamente linda e eu nunca esqueceria como ela era. E enquanto eu observava seus movimentos em cima de mim, eu cerrei meus dentes através do "Porra, não, eu não me importo. Oh, maldição, que visão".
Ela riu e inclinou-se para beijar-me profundamente. E, juntos, nós descobrimos como abrandar por tempo suficiente para me impedir de gozar prematuramente, e onde eu poderia tocá-la para ajudar. E quando eu finalmente explodi dentro dela, eu a senti apertar em torno de mim.
Cerca de vinte minutos depois, houve uma batida na porta. Felizmente, Lucy tinha se vestido e estava correndo ao redor do quarto para recolher suas coisas. Eu odiei vê-la partir, mas sabia que era o melhor. Não era uma boa ideia seu irmão encontrá-la comigo.
-Sinto muito. -Ela disse, correndo para a minha mesa. Agarrando uma caneta e um pedaço de papel, ela começou a escrever algo. -Aqui está meu endereço de e-mail e número de telefone. -Eu sorri e balancei a cabeça quando estendi a mão para ela, ela subiu no meu colo por tempo suficiente para me dar um beijo do inferno.
-Eu te ligo mais tarde, hoje. -Eu disse, dando um tapa na sua bunda suavemente, ganhando uma risadinha.
-Amanhã, já que, sem dúvida, meus pais nos darão uma palestra e um pequeno castigo. -Eu ri e balancei a cabeça. Ela beijou a ponta do meu nariz e minha boca novamente. -Uma última foto? -Eu a deixei puxar-me para fora da minha cama, vesti uma camisa as presas e ela ergueu a câmera com o braço estendido em nossa frente. -Sorria! -Ela disse, rindo.
Eu a segurei perto e sussurrei em seu ouvido.
-Eu não parei desde que te conheci.

(...)

Horas mais tarde, saí do banho fodidamente irritado que o cheiro dela não permanecesse na minha pele. Eu tinha passado o tempo desde a partida de Lucy limpando e zangado com Max. Ele não tinha me ajudou em nada e, considerando que os nossos pais chegariam em um par de horas, eu tive que fazer isso sozinho.
Fiquei surpreso ao encontrar Max no meu quarto, na minha mesa e em meu computador quando eu saí do meu banheiro. -Cara. -Ele disse alto. Como o homem conseguia operar nesse nível decimal de ressaca estava além de mim. -Tem cheiro de sexo aqui. -Eu estremeci e o idiota percebeu isso também. -Já era tempo. Taciana finalmente colocou suas garras em você?
Eu não teria essa discussão com ele, então ignorei o que ele disse.
-O que diabos você está fazendo no meu quarto?
-Bem. -ele disse alegremente. -Já que você limpou lá em baixo, eu pensei em agradecer-lhe com uma assinatura gratuita do site pornô que eu frequentemente uso. -Eu gemi e vesti um short.
-Eu não quero essa merda no meu computador. -Eu silvei e tentei detê-lo. Suas mãos tentaram encobrir o teclado, mas seu cotovelo bateu no copo de água sobre a mesa, caindo e, por pouco, não atingindo meu computador. -Porra!
Tentei salvá-lo, mas era tarde demais. O pequeno bilhete que Lucy escreveu e os números imediatamente mancharam e se tornaram ilegíveis. O único conteúdo restante legível eram as letras "tacha" e um minúsculo coração desenhado.
-Isso era importante? -Max perguntou, tentando olhar por cima do meu ombro. Eu o empurrei.
-Saia! -Eu rugi e bati a porta do banheiro. Em uma tentativa desesperada para salvar o bilhete dela, eu consegui entender um par de números, mas não o suficiente. Eu teria que procurar por ela e talvez Pedro pudesse ajudar.
Pelo menos, eu esperava que ele ajudasse.
~~~Flashback Off~~~
N/A: PRIMEIRO CAPÍTULO DO ANO POSTADO! Me desculpem estar gritando , mas é que estou emocionada kkkk Como está sendo o começo de 2015 de vocês?  Posso dizer que o meu caminha bem, espero que chegue assim até o fim. Tá vamos falar desse capitulo. Estou roendo minhas unhas de ansiedade para saber o que vocês acharam? Lucy, Rafael... Alguém desconfiou? E sim! Rolou a primeira vez de ambos! Eu simplesmente amo isso, amo que tenha sido assim um com o outro. E de quebra vocês ganharam um hot, confessam, mereço um prêmio. Talvez um chocolate ou sorvete, ou os dois. 
Bom eu realmente espero que tenham gostado ❤ 
Antes de encerrar eu gostaria de saber sobre uma coisa, vocês meninas que participam do grupo do whats todas visualizam o que falamos? Muitas não se manifestam e eu só queria saber o motivo, todos sabemos para que o grupo foi criado e bom, um grupo precisa de seus membros para caminhar,certo? *todos eles*
Estou escrevendo as notas pelo celular, não é como estou acostumada então me perdoem se esqueci de algo, ainda tô procurando o que seja bom para melhorar a memória kkkk
Quero agradecer a todos que comentaram no capítulo anterior, terminando aqui estarei correndo para ir responder aos comentários anteriores, por favor não me chamem de enrolada *beicinho*
Ah lembrei que tenho outra coisa para dizer, como vocês perceberam os comentários são respondidos através deles mesmos, não como antes que ocupava uma página inteira. Eu quero saber se vocês preferem dessa forma ou preferem da forma antiga? 
Quem quiser que eu dedique o próximo capítulo, deixa aqui em baixo, certo? 
Bom, acho que é isso por hoje... Espero que tenham gostado do capítulo, me digam o que acharam ai embaixo, certo? 
Beijos, coisas lindas da titia. <3

12 comentários:

  1. Amei vc tem um dom pra escreve q dar gosto de ler a fanfic,capitulo maravilhoso como sempre, parabens,primeira vez que comento mais não perco um capitulo.Continua e adoraria que dedicase um capitulo um dia a mim.

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    1. Awn, Palomaaa obrigada, amor. Olha só isso, quero ver você mais por aqui viu? E eu dedico, só que se eu esquecer tu me perdoa kkkk um dia eu cumpro a promessa kkkk

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  2. Assim né, Natacha. Acho que alguém que mora em São Paulo, é baixinha, e eu costumo chama-la de Pitoquinho e Branquela me prometeu que eu teria este capitulo dedicado a mim por eu ter feito aniversário, mais por que eu já não me acostumei com esse seu lado de falar as coisas e não cumprir quando o combinado... Mais tudo bem né? É a vida

    Super amei a primeira vez dos dois!!

    Continua Logo!

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    1. Assim né, Jujuba, tu lembra que eu disse que tinha problema de memória né? Se bobear só lembro meu nome pq ando com a carteira de identidade kkkkk O seu aniversário eu lembrei e até te deixei mensagem, quanto ao capítulo eu dedico pra você, algum dia kkkkkk ♥

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  3. Ameii o cap. Ja quero mais. Quero ver a reação dos dois. Poste logo Nat. Acho melhor ser comentado por ele msm. Bjoss!!

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    1. Como será que eles vão reagir? Eita Deus kkkkk bom, fica mais organizadinho assim né? Beijos

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  4. Apaixonada nesse capítulo. ..ameeiii demais contt sua linda...eu queria que vc dedique um capítulo pra mim ontem dia 14 foi meu nivel de 15 anos bjocass

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    1. Own, Tacy obrigada amor. Linda é você! Oh sério? Feliz aniversário então, tudo de bom pra você, muitas felicidades, muita paz, muito amor e muitoooos anos de vida. Pode deixar, vou anotar aqui. Beijos

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  5. Ainda bem que você não demoroou de voltar ,porque minha ansiedade por esse capitulo só aumentou viiu ?
    :O ,Luan deve ter ficado arrasado sem ter nunhum contato com ela ,o Max também não ajudoou em nada viiu .
    Maiis olha como o destino é eles se encontraram depois de anos e nem imaginavam que um era o outro da "Paixão á primeira vista" como o Luan disse . E essa primeira vez deles nossa fooi muito fofo kkkk ,Luan todoo desageitado ,maiis deu tudo certo e olha como eles são nem o nome verdadeiro eles falaram ,maiis no bilhete ela falou seu verdadeiro nome? Fooi isso que deu a entender com o "tacha" .
    Eu amoo quando o Luan narra ,eu já disse isso né? Rsrs fica tudo cada vez maiis real .
    Ficoou perfeito esse capitulo sentii verdade lendo ele ,e minha imaginação fooi longe junto a ele !
    Eu espereii muito por esse capitulo ,e ele foi além do que eu imagineii ,você me surpreendeu maiis uma vez Nah !
    Nunca me cansareii de dizer isso ,eu amoo essa fic . E já pode continuar okay? Porque eu já quero o próximo capitulo logo.
    E ah eu ainda estou esperando o capitulo que você prometeu dedicar a miim viiu? Rsrs

    @Jamile_LuanS

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    1. Viu, antes de você ir me cobrar eu já tinha postado kkk não sei dizer, pq será?
      Não só o Luan, mas ela também, imagina só? Culpa do Max, desastre em pessoa.
      Pra você vê como o destino brinca com as pessoas. Ninguém imaginava isso né? Sim, ambos nervosos e virgens, mas no final deu tudo certo.
      Eles não falaram o nome verdadeiro digamos que foi pelos mesmos motivos, ambos estavam caminhando para uma carreira de sucesso e ficaram com medo. Mas sim, você percebeu isso? Ela ia dizer seu verdadeiro nome pra ele, pena que o papel foi destruído.
      Falou sim, e também te disse a dificuldade que é ter o Luan narrando né? kkkk
      Obrigada, Mile, de coração. Fico feliz lendo isso e feliz por saber que superei sua imaginação. Obrigada pelo carinho e oh vou até anotar aqui pra eu não esquecer kkkk beijos

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  6. Olha eu aqui de novo \o/. Bom o que dizer deste capítulo ? vomitei arco-íris e o pote de ouro veio junto *-* ! Na eu estou esperando ansiosamente pelo seu livro u.u. Bom quero te desejar um ano cheio de coisas boas pra você! Um beijão. Ah e eu prefiro que os comentários sejam respondidos aqui mesmo, acho que fica mais fácil.♥ ~Camila

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  7. Naaaaa que capitulo lindo amor! Amei muito!
    Ficou tão fofo Luan e ela com vergonha e todo cuidado rs
    Agora eu entendo por que eles se separaram tanto tempo, culpa do Max rsrs
    Amor eu não falo muito no grupo, mas quando você falou do capitulo eu me manifestei. Eu ate tento de vez em quando falar lá, mais sou retraída e só tenho intimidade com você e a Miih!
    Pse, ate tenho que agradecer por que conheci ela Através do grupo! hehe <3
    Eu quero um capitulo dedicado Na! Acho que nunca te pedi rs
    continuaaaaaaaaaaaaa?
    beijosss

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